Vítima
Outro dia ví, na TV, uma vítima das enchentes de Minas Gerais dizer a um repórter que "eles tinham que aceitar o que Deus envia pra eles, que não podiam fazer nada, a não ser recomeçar"; se não me engano, ele disse isso enquanto limpava a lama causada pela inundação, não me lembro ao certo se era isso mesmo que ele fazia naquele momento. Só sei que na hora eu fiquei sem saber se eu sentia pena dele pela situação ou pelo o que ele disse. Mas em seguida tive a certeza de que é justamente por isso que certos políticos deeeitam e rooolam. É porque ainda existe gente de boa fé, simplesmente, sem malicia.
O que as pessoas precisam entender é que nem tudo o que acontece é Deus quem manda, as enchentes nas cidades, por exemplo, não são "puramente" naturais, tem dedo do homem. Os rios sempre aumentam seu volume de água na época das chuvas, mas eles precisam de espaço para correrem livremente. No entanto, muitas cidades se desenvolveram bem próximas dos rios, e muita gente construiu suas casas às margens desses rios, invadindo suas áreas naturais de inundações, e o nosso governo nem tchum, finge que não é com ele. Isso sem falar nas impermeabilizações das superfícies e nas canalizações dos rios, realizadas pelos políticos, e tooome merda. Ooora, a natureza tem o seu comportamento natural, e seus limites também. Não é a natureza que tem que se adaptar ao nosso modo de vida, muito pelo contrário, é a gente que tem que se adaptar a ela, até mesmo por uma questão de respeito.
Nós próprios somos a causa e o efeito é isso aí que todos estamos vendo.
Todo ano é a mesma coisa. E cada ano é pior. E ninguém tá nem aí, temos dinheiro público à vontade para gastarmos repetidamente com as mesmas coisas, "não sai do nosso bolso", não é verdade?
Esses dias mesmo fiquei sabendo que a região Sudeste vai receber quase R$ 900 milhões para os municípios afetados por enchentes. E não sabemos se esses Estados vão precisar de mais dinheiro para recuperar as suas cidades. Sem nos esquecermos dos milhões gastos em 2010, em 2011... em 2019, e tooome dinheiro público. Fora os prejuízos pessoais de cada cidadão sacrificado social e economicamente. Porque além das pessoas sofrerem com a destruição das suas localidades, também têm suas vidas viradas de pernas pro alto, e o pior é que nem tudo dá pra fazer ou refazer, porque algumas coisas o dinheiro não faz e nem refaz. E isso tudo afeta todo o nosso país e todos nós e não apenas as regiões e seus cidadãos vitimados. Mas agora eu pergunto a vocês: Quantas vezes isso vai se repetir até os políticos se conscientizarem e investirem em planejamento e drenagem urbanos? Será que eles estão esperando a enxurrada levar um dos seus familiares para depois tomarem atitude, heim, será? Ou vão deixar tudo ao deus-dará?
Bom dia!
Você pode resmungar, cada vez que você se faz de vítima das situações que lhe acontecem, cada vez que você começa a trabalhar achando que o seu trabalho é o pior do mundo, cada vez que você olha pra sua vida e acha que ela é uma droga de vida...você está armando uma conspiração contra você mesmo!
Pense nisso. Boa terça-feira ✨️
Ery santanna
"Reflexão de vida"
A vida nos dá apenas duas opções:
ser vítima do que nos acontece ou exemplo do que superamos!
O que você decide ser?
"Reflexão de vida:
"A vida nos dá apenas duas opções:
ser vítima do que nos acontece ou exemplo do que superamos."
PENSE NISSO FICA A DICA!
No aborto, não há réu, não há dor sentida, não há vítima consciente, há apenas juízes sem útero impondo autoridade sobre o vazio e chamando esse gesto de justiça.
"Quem nasceu para ser (sempre) vítima, sente vazio e sofre quando não existe crise, problema ou dissabor!"
Frase Minha 0409, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0228 "Não se faça de vítima e pare de reclamar da falta de privacidade nas redes sociais. Quase tudo sobre você que lá está foi você quem incluiu ou autorizou ou permitiu e até gostou. Portanto, não se faça de vítima."
Se você foi vítima de fofocas, intrigas, calúnia, não fique triste, nem revoltado, a VERDADE pode demorar, mas um dia vem a tona, e o caluniador vai pagar por isso, confie!!!
PS: Todos que tentaram me derrubar caíram, eu estou aqui de pé, com minha honra lavada!!!!
Somos feitos de escolhas. Se você escolhe ser vítima, o mundo lhe dará um palco. Mude o roteiro: a sua liberdade reside na sua reação.
Não se deixe ser a vítima da sua história. Seja o herói que a reescreve, o poder de mudar o enredo está nas suas mãos.
Sou vítima de cenários hipotéticos, sofro por tragédias que minha mente cria com a perfeição de quem já viveu o pior.
A dor não me faz vítima, faz-me verdadeiro,
a dor revela uma essência sem máscaras,
ela não me derruba, revela quem sou, da dor nasceu autenticidade e força.
Onde parece mais fácil culpar a vítima, quase sempre se romantiza a separação, mas nunca se normaliza o direito da mulher viver depois dela.
Há uma curiosa habilidade social em transformar rupturas em narrativas poéticas quando elas não nos ameaçam.
Fala-se da separação como um recomeço bonito, como um gesto de coragem, como um capítulo necessário da vida.
Mas essa romantização costuma durar apenas até o momento em que a mulher decide, de fato, viver depois dela.
Viver com autonomia, viver sem pedir licença, sem aceitar voltar para o lugar onde a violência, o controle ou o desprezo estavam naturalizados.
Nesse ponto, a poesia desaparece e começa o tribunal informal das culpabilidades.
Perguntam o que ela fez, o que deixou de fazer, o que provocou…
O que poderia ter suportado mais um pouco.
A mesma sociedade que aplaude discursos sobre liberdade, passa a exigir dela uma espécie de penitência silenciosa por ter rompido.
Porque, no fundo, há uma conveniência histórica em romantizar a separação — desde que ela não desorganize as estruturas em que sempre esperaram que as mulheres permanecessem.
Romantizar a separação é confortável.
Normalizar que uma mulher tenha o direito de continuar viva, inteira e livre depois dela é profundamente desconfortável para quem sempre precisou que ela permanecesse dependente, culpada ou quebrada.
Por isso, em muitos casos, não se discute a violência que antecedeu a ruptura, mas o comportamento da mulher que decidiu não morrer — nem física, espiritual ou emocionalmente.
E talvez seja justamente aí que esteja o verdadeiro problema: ainda há quem tolere a ideia da separação, mas não suporte a ideia da sobrevivência feminina que vem depois dela.
Porque uma mulher que continua viva, consciente e livre depois de sair de uma relação, deixa de ser personagem de tragédia… e passa a ser autora da própria história.
A mulher com quem ele te traiu não é a sua inimiga. Em muitos casos, ela é a próxima vítima do mesmo mestre da ilusão.
