Existência da Vida

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A vida é o fenômeno mais indescritível que alguém pode vivenciar. A não existência de um sentido faz com que cada um possua a possibilidade de vivê-la com o sentido que preferir.

Se existir um ateu ou um à toa na vida,
Deus não deixaria de abençoá-lo.
A própria existência de ambos é bendita
Porque Seu amor por eles já foi declarado.

⁠Viva viver a vida, enquanto podes desfrutar a dádiva da existência do ser. Viva viver com viventes, todas as oportunidades de sentir e explorar os melhores momentos. Instantes únicos aos quais não teremos jamais. Porque nenhum evento se repete da mesma forma e com a mesma intensidade de emoções. Viver viver e viver, enquanto puder, viva.

Construa sua trajetória de vida e defina uma existência plena e feliz.

A existência do ser só é relevante quando o seu estilo de vida reflete as suas ideias e não as dos outros.

Se a minha existência não marcar a vida de alguém com o amor de Jesus não valerá a pena...

Então, o caos é o movimentador de toda a vida e de toda a existência, e a ordem é a permanência transitória das coisas dentro deste fluxo.

A existência humana lembra muito a travessia descrita por Søren Kierkegaard, que dizia que a vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas precisa ser vivida olhando para frente. Cada pedra no caminho não é apenas obstáculo é estrutura. É fundamento. É aquilo que, ao ser superado, fortalece a musculatura da alma.

As dificuldades são provas não no sentido punitivo, mas pedagógico. Assim como ensinava Friedrich Nietzsche: “Aquilo que não me destrói me fortalece.” A dor, quando não nos quebra, nos amplia. Ela revela nossas fragilidades, mas também nossas reservas ocultas de coragem.

As decepções, por sua vez, são rupturas de expectativa e expectativa é uma construção do ego. Quando a realidade não corresponde ao que imaginamos, sentimos frustração. Mas é nesse exato ponto que nasce o recomeço. Recomeçar não é voltar ao início; é voltar mais consciente.

A metáfora da vírgula é especialmente poderosa. Uma vírgula não encerra a frase — ela cria pausa, respiro, continuidade. Assim também são os momentos difíceis: não são pontos finais, são suspensões que nos convidam a reorganizar o sentido da narrativa. Um erro pode se tornar aprendizado. Uma perda pode se tornar sabedoria. Uma queda pode se tornar direção.

Como ensinava Santo Agostinho, “Deus escreve certo por linhas que parecem tortas.” Muitas vezes, o que chamamos de desordem é apenas um capítulo ainda não compreendido.

A vida não é apenas o que nos acontece é, sobretudo, o que escolhemos fazer com o que nos acontece. As atitudes são a caneta com a qual reescrevemos a própria história. Não podemos apagar os capítulos anteriores, mas podemos decidir como continuar a narrativa.

Você tem tratado suas pedras como pesos ou como degraus?
Suas vírgulas têm sido pausas conscientes ou lamentos prolongados?
Talvez a grande sabedoria seja compreender que cada dificuldade carrega, silenciosamente, a semente de uma versão mais lúcida de nós mesmos.
E enquanto houver vírgula, há possibilidade.

A vida ensina ao longo de sua tragetória, que muitas vezes no decorrer da nossa existência temos que perder para poder ganhar, só desta forma que vamos realmente valorizar tudo que podemos ter e não abrir mão do que temos, a conquista diária é que fortalece as relações.

A vida é um breve momento entre nascer e partir, onde cada escolha ecoa em nossa existência. Somos poeiras de uma estrela que vaga sem rumo ou direção, sem perceber que o sentido está no caminho. No final, somos pensamentos e sentimentos que deixamos nos corações de outras pessoas. ⁠

-Qual o sentido da vida! Uma hora me questionei sobre nossa existência e qual seria o sentido da vida. Banhado de lágrimas e perdido na escuridão, muitas vezes me encontrei com essa pergunta que martelava em minha mente, aprisionado por um buraco estreito sem sentido me pegava vagando sem destino, até que quando cheguei onde queria chegar, entendi que o sentido da vida é sobre tudo que somos num puro conhecimento de informações que se buscar da forma certa entenderemos que o sentido da vida é ter sentido para viver uma vida com um sentido nessa vida.

A vida é uma fagulha de luz em um espaço tão vasto...
Nossa existência é insignificante a todo o contesto do universo...
Damos importância a tantas futilidades e não nos damos conta que nosso tempo está se acabando...
Somos fagulhas, somos instantes somos temporários ...

370🙏🌹A vida nos mostra durante a nossa existência no plano físico que a justiça divina tarda mas não falha, o planeta passa por grandes transformações e aos poucos tudo vai se ajustando, toda a humanidade passou por várias turbulências, momentos de tormentas, conflitos armados, guerras mundial tudo em nome do poder e do dinheiro, onde os mais humildes dos seres foram saqueados, assassinados, tiveram perdas materiais e entes queridos, perseguições e crueldades, tudo isso nós vivemos em nome do mal, um caus total, vivemos isso desde a chegada do mestre Jesus que pregou o amor, a caridade, o perdão, humildade e igualdade para todos nós no planeta, ainda assim o desperta não chegou na vida de todos, não evoluíram preferindo viver na erraticidade ceifando vidas com crueldade, mas tudo é o tempo de cada ser, a justiça divina virá para todos, o planeta se transformando e nós devemos acompanhar essa evolução, disse o mestre Jesus "nenhuma ovelha se perderá" todos estão condenados a evolução, os retardatários voltarão em mundos inferiores repedindo aquilo que não aprenderam, os justos viverão a regeneração não desistam de o bem fazer...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

Seja onde for, eu estarei lá, no ínfimo da vida, ao apogeu da existência, eu estarei lá, no suspiro da Terra eu estarei lá, onde houver dia, eu estarei lá, onde houver noite, eu estarei lá, no princípio, eu estarei lá, no fim, eu estarei lá, na desgraça, eu estarei lá, na ventura, eu estarei lá, aonde se puder imaginar eu estarei lá e aonde a pobreza humana consegue chegar eu estarei.
Tudo por ti!
Por você eu faço tudo! Ô corredor girar. Um paraplégico andar. O amor odiar. O mau ajudar. A escuridão virar dia. O dia virar noite. Amarei o inamável. O universo acabar. Um urso voar. Anjos caírem. Homens voarem.
O possível e impossível!
Quando precisardes, serei, um baluarte, um homem, um padre, um santo, um ombro, uma luz, um carinho, o afeto, o vinho, a água. Tudo que precisardes eu serei!
Tudo serei! Por ti!
Sem você, sou um dia, sem Sol, a noite, sem Lua, o mar, sem água, o amor, sem afeto, o Xadrez, sem o rei, fogo, sem chama, o homem, sem Deus, serei apenas alguém, perdido no ócio.

ESTA VIDA


Esta Vida


Um sábio me dizia: esta existência, não vale a angústia de viver. A ciência, se fôssemos eternos, num transporte de desespero inventaria a morte. Uma célula orgânica aparece no infinito do tempo. E vibra e cresce e se desdobra e estala num segundo. Homem, eis o que somos neste mundo.


Assim falou-me o sábio e eu comecei a ver dentro da própria morte, o encanto de morrer


Um monge me dizia: ó mocidade, és relâmpago ao pé da eternidade! Pensa: o tempo anda sempre e não repousa; esta vida não vale grande coisa. Uma mulher que chora, um berço a um canto; o riso, às vezes, quase sempre, um pranto. Depois o mundo, a luta que intimida, quadro círios acesos: eis a vida


Isto me disse o monge e eu continuei a ver dentro da própria morte, o encanto de morrer.


Um pobre me dizia: para o pobre a vida, é o pão e o andrajo vil que o cobre. Deus, eu não creio nesta fantasia. Deus me deu fome e sede a cada dia mas nunca me deu pão, nem me deu água. Deu-me a vergonha, a infâmia, a mágoa de andar de porta em porta, esfarrapado. Deu-me esta vida: um pão envenenado.


Assim falou-me o pobre e eu continuei a ver, dentro da própría morte, o encanto de morrer


Uma mulher me disse: vem comigo! Fecha os olhos e sonha, meu amigo. Sonha um lar, uma doce companheira que queiras muito e que também te queira. No telhado, um penacho de fumaça Cortinas muito brancas na vidraça Um canário que canta na gaiola. Que linda a vida lá por dentro rola!

É necessário nesse dia de hoje, que examinemos sinceramente nossa existência... Como está nossa vida? Quais foram até agora nossas prioridades, projetos, alvos que queremos para o tempo de vida que nos resta? Somos um misto de sombras e luzes, de qualidades e defeitos; de tristeza e felicidades... Seria essa uma maneira de ser ideal, um fato inevitável? Se assim não for, o que fazer? Essa perguntas merecem ser feitas nesse dia de hoje, sobretudo, se sentimos que uma mudança é possível e desejável... É tempo de ser feliz, de crescer, de ganhar e amar... É tempo de você, ter vitórias!

No caos de uma vida sem sentido, vago pelos limites da existência em busca do seu real significado. Vago pelos mares da vida, formados por dor e ternura. Vago pelos sentimentos e prazeres momentâneos, tudo isso em busca de um significado para uma vida estranhamente difícil e incrível.
Velejo pelo espaço-tempo como um velho marinheiro em busca de um único tesouro, um tesouro perdido no tempo, perdido no futuro, perdido no universo. Em meio à noite mais quente, a vida me abraça com seus longos braços frios, trazendo memórias de uma vida passada, de amores e dores que foram me desgastando e se perdendo com o tempo.
Contudo, a vida me ensinou muito: como as pessoas são, como elas vêm e vão, mesmo quando não queremos que partam. Erros e acertos são os melhores ensinamentos para uma convivência mútua. Viver é como velejar por mares de lágrimas, formados pelas memórias, pelos ensinamentos e pela história de uma vida complexa e estranha.

"A vida passa rápido, mas as feridas de uma ofensa podem durar uma existência. Não deixe marcas de dor no caminho de ninguém; deixe saudade, deixe paz e, acima de tudo, deixe a certeza de que Deus habita em você."

A vida em si mesmo é bela e irradiante, mas, simultaneamente carrega consigo uma existência inextricável…
F. Meirinho

⁠Viver a vida com equilíbrio é como dançar na corda bamba da existência, encontrando a harmonia entre desafios e momentos de serenidade. É abraçar a complexidade da jornada, onde cada passo é uma escolha consciente entre trabalho e lazer, sonhos e realidade. Nessa dança, cultivamos relacionamentos significativos, nutrimos a mente e o corpo com cuidado, e apreciamos cada respiração como uma sinfonia preciosa. O equilíbrio é a arte de distribuir o tempo com sabedoria, de modo que as responsabilidades não subjuguem a alegria, e os momentos de calma sejam apreciados como pérolas raras. É uma busca constante, uma dança fluida que transforma a vida em uma obra-prima de plenitude.