Vida a Sério
Só quero viver a vida em paz,com alegria,amor...
Não leve a vida tão a sério,pois não sabemos qual será o último dia dela.
Viva a vida.
O ser humano tem um problema sério com o ato de reconhecer e um notável caso de amor com o hábito de invejar
O sucesso dos humoristas nos mostra que nem tudo na vida não é para se levar a sério. Brinque, sorria.
Não pense que o nosso amor é de brinquedo só porque não levo a vida a sério. Brincar com a vida significa ser feliz com você.
Não viva de qualquer forma, pois a graça de Deus é um assunto sério que custou a morte do seu Filho.
No dia em que você parar de levar as coisas tão a serio, de se importar tanto com uma coisa a ponto de abandonar quem sempre esteve do seu lado, você vai conhecer a leveza e a felicidade da vida.
O cheiro da vida
Não esperava por ti
Sabia que não “vinha”,
Mas veio
Tão belo, sorridente e sério.
Veio dar-me vida
Mas não uma vida qualquer
Uma vida com vontade de viver
De acordar e sentir o quanto és especial
Por isso ainda vivo, mas não uma vida qualquer
Uma vida com cheiro de viver.
Temos um problema sério na sociedade. Não podemos aumentar o padrão de vida de todo mundo sem gerar mais riqueza. E, ao mesmo tempo, nós odiamos quem gera a riqueza.
Assumi um compromisso sério pra vida toda: poder te beijar todos os dias, não lhe deixar faltar carinho, não lhe deixar sem atenção, dormir com você sempre de conchinha e pegar em sua mão.
“Gratidão é coisa que deve ser levada a sério: um tempero especial para a vida. “
(Gladston Mamede. Fragmentos de um Discurso Manducatório. Instituto Pandectas, 2022)
A vida é uma ilusão, mas uma ilusão que deve ser levada a sério.
A vida é uma ilusão, mas não se engane: é uma ilusão que merece ser vivida com seriedade. Esse paradoxo pode parecer contraditório à primeira vista, mas, ao refletirmos mais profundamente, vemos que ele revela uma verdade fundamental sobre a nossa existência. O que é uma ilusão, afinal? Algo que não é real, algo que não existe de fato? A resposta a essa questão depende de como definimos a realidade e como interpretamos as experiências que vivemos.
Em certo sentido, a vida é uma sucessão de momentos que parecem tão reais e palpáveis, mas que, se olharmos mais de perto, se desintegram em fragmentos de percepção e sensação, revelando-se um emaranhado de processos mentais, emocionais e físicos.
Porém, se considerarmos a vida como uma ilusão, não podemos deixar de notar que ela é também a única realidade que temos. As emoções que sentimos, os pensamentos que nos dominam, os momentos de prazer e de dor, tudo isso se manifesta de maneira tão vívida que não podemos simplesmente descartá-los como irreais ou insignificantes. Na verdade, a ilusão da vida é o que a torna tão intensa e profunda. Cada instante é uma experiência única, e é nesse fluxo de percepção e experiência que encontramos o que chamamos de “realidade”. Mas o que seria então esse ponto de equilíbrio entre o que chamamos de ilusão e o que reconhecemos como realidade?
Talvez a chave esteja em compreender que a vida, mesmo sendo uma ilusão, é o palco onde nossas escolhas, nossas ações e nossas reações se desenrolam. Embora a natureza da realidade seja mais complexa do que nossa mente possa conceber, somos forçados a viver com as certezas que nossas percepções nos oferecem. Cada segundo, cada respiração, cada encontro, tudo o que experimentamos nos convida a explorar o mistério da existência. E, paradoxalmente, é nesse reconhecimento de que nada é permanente, de que tudo está em constante mudança e evolução, que encontramos o real significado de viver.
Isso nos leva a uma reflexão profunda sobre a importância de vivermos o momento presente. A tentação de viver no passado ou de nos projetarmos no futuro é forte, mas é no agora que a verdadeira vida acontece. No presente, temos o poder de escolher, de contemplar, de apreciar a beleza do mundo e de encontrar sentido nas experiências cotidianas. No presente, podemos nos conectar com a nossa essência e com a essência do que nos cerca. E ao contemplarmos a vida como um fluxo incessante de momentos, percebemos que, mesmo que a realidade em si seja uma construção da mente, ela ainda contém uma beleza imensa e inexplicável. A beleza está nos pequenos detalhes: no sorriso de um estranho, no brilho do sol ao amanhecer, no som da chuva caindo, no abraço apertado de um amigo.
E, nesse processo de viver o presente com atenção e apreciação, começamos a compreender que a vida é, de fato, bela. Ela é bela não porque seja perfeita ou estável, mas justamente porque é transitória, cheia de surpresas e reviravoltas. Cada dia traz algo novo, cada desafio nos ensina algo valioso, e cada alegria é uma oportunidade de nos conectarmos com o divino que habita em todos nós. A vida, mesmo sendo uma ilusão, é o nosso maior presente, uma jornada que, quando vivida com seriedade, pode nos levar a uma compreensão mais profunda de nós mesmos e do mundo ao nosso redor.
Portanto, ao abraçarmos a ideia de que a vida é uma ilusão, não estamos sendo desrespeitosos com sua importância. Pelo contrário, estamos reconhecendo que, mesmo em sua transitoriedade, ela merece ser vivida com toda a intensidade e dedicação possíveis. Não devemos fugir da vida nem ignorar suas complexidades, mas, ao contrário, devemos nos entregar a ela com coragem e gratidão. Em cada momento, temos a chance de escolher o que queremos experienciar, de mergulhar no presente e de contemplar a beleza que ele nos oferece.
A vida é, de fato, bela — porque, apesar de ser uma ilusão, é ela que nos ensina a viver de forma plena e verdadeira.
Levar a vida a sério, não é ser um chato de galocha, mas ser chato e inconveniente, é não saber quando levar algo a sério!
