Viajante
Conhecer o mundo inteiro não melhora ninguém se o viajante mau cabe em si com tanto egoismo, pouca essência e torpe ética banalidade.
" Sou um viajante sem um destino e cruzei muitas fronteiras, entre elas encontrei-me com a liberdade de ser feliz."
Alma viajante
Coração caseiro
Mente criativa
Ouvido musical
Andar distraído
Mãos estabanadas
Olhos observadores
Boca calada
Paladar aguçado
Fígado resistente
(Minha Anatomia)
Viajante
Nas profundezas de meus pensamentos eu encontro uma idéia, bem além do horizonte eu vejo ele ou ela.
Quando ando pelas ruas eu presencio as desgraças acontecerem e todo meu caos vejo desde do amanhecer, você é inevitável assim posso dizer, porque, quando durmo eu só penso em você, isso é ruim, pois, me apeguei a você, não gosto de você...Mentira...pura enganação, não consigo conter toda essa afeição, você logo se despede e vai embora com já desconfiava, muito atrelado a mudança nunca que ficaria, não se preocupe gostei muito de você mesmo você sendo um mero viajante...
Um escritor é como um viajante que se vê
diante de dois caminhos.
Um deles trilha assuntos como medo,
desesperança e angústia, e é um atalho,
pois rapidamente se chega a muitos leitores.
O outro caminho conduz a temas que
encorajam e instruem as pessoas,
mas leva mais tempo
para chegar aos leitores.
Eu só sei percorrer o segundo caminho.
(Livro "A Janela do Castelo")
O menino viajante
O menino viajante, adorava viajar,
De unicleta pelo Oaquele passear.
Passava por Alcabaça para o musteiro visitar
Passava por Nazaréu para dois carapedras comprar.
Por Bombarril passou
E aí ia vindimar
Nas Caldas do Rei ficou
para nas águas se banhar
Tinha um objetivo:
Em Lismá terminar
Mas, na zona de Leichore
O sem boio foi apanhar.
A viajante segue pela estradada vida, moribunda e desprovida de energia no final da jornada, refletindo como sua vida passou tão rapidamente como uma nuvem. O ser nasce, cresce e morre, tendo feito muito ou pouco, mas a natureza que o cerca é implacável, não cessa, não desanima, continua seu ciclo todos os dias, exibindo suas lindas paisagens. Pela manhã o sol renasce prateado, emanando seus raios num prisma indescritível e se declina no horizonte a tardinha, mesclando escarlata com dourado junto a um feixe de cores sem igual. Mas para que serve cor da vida pra quem não pode enxergar? Do que vale o perfume, o aroma das flores, o sabor do mel se não tem paladar? Canta-se um novo som, a passarada resolve mostrar talento e também fazem coro com as mais lindas melodias da terra, vozes doces e suaves encantam a muitos, mas não servem para quem não as ouve. Belos discursos empolgam, mas não se aplicam em quem não os entende. Exemplos arrastam, quando se tem disposição para observá-los e seguir, mas como ter ânimo pra seguir alguma coisa se o corpo já não responde? Pra que seguir viajem em busca do grande amor, se não há mais tato, nem amor, nem desejo.
Segue a viajante na janela do trem da vida, que resiste as pedras da estrada e chacoalha em meio aos detritos. De repente o trepidar a desperta. Já não é mais uma pobre moribunda. Ali está a displicente viajante, que acorda de um angustiante pesadelo que a fez refletir sobre o valor da vida, como um aviso do subconsciente.
Ainda bem que aquela melancolia era só pesadelo. A vida passa, tudo passa, mas não agora, ainda. Melhor seguir em frente. Tem muita estrada até a chegada. Com suas lindas paisagens para admirar. Tem flores no caminho, o perfume, o aroma, o saborear de uma boa comida, o apreciar uma boa bebida, um belo som para ouvir e cantar, formando coro com a passarada. Até o final da estrada, tem muito bom papo pra rolar, bons conselhos para ouvir e muitos exemplos a seguir. Quando chegar ao destino, no final da estação, lúcida sobre o valor da vida e consciente de que tudo passa, prepare o coração para a grande emoção. A recompensa virá ao teu encontro de braços abertos com afeto, ternura e carinho, receba num abraço que te envolva, o grande amor que para sempre permanecerá.
Dia após dia, estou eu aqui, vagando pelo meu universo paradoxal. Viajante da madrugada, refém da própria existência, navegando em meio ao mar agitado de meu interior. Sempre eu, acompanhado de mim mesmo, dentro do meu infinito particular.
Como um viajante anseia pelo mar, assim seja eu a caminho de casa. Que esse amor acenda sua alma, e o brilho em seu olhar nunca se apague. Até a eternidade
Viver Viajante
No meio dos afazeres, ele encontrou tempo e liberdade para inovar.
Pelas experiências, ele decidiu caminhar. Porém, nesse caminho foi mesmo viajar.
Escalando as alturas da imaginação, leva sua sinceridade de coração.
Os pés sujou com muito barro, do jardim da vida ele quer ser apenas vaso.
Meio tonto e um pouco louco, aprendeu que precisava parar um pouco.
Faz morada aqui ou acolá, nunca tendo parada fixa, pois ele gosta de andar.
Caminha não sem rumo, sem destino ou sem opção.
Ele decide seguir seu caminho. Seguir a vontade do seu coração.
Para alguns é correto, outros o acham errado.
Aprendeu que o melhor da vida, é viver desamarrado.
Nunca escondeu sua bagagem, aprendeu fazer seu mapa de viagem.
Conduz seus próprios passos, interessantes mesmos são suas viagens.
É preciso se acercar da alegria...
Viver além da própria vida...
Ser viajante dos sonhos...
Ser feliz!...
VIAJANTE DAS PALAVRAS
(14.09.2018)
Eu sou um viajante das palavras,
Das melodias dos quais a minha
Alma se coloca em estado de
Total concentração na busca
Pela emanação das boas práticas
E vibrações, dos quais consome
Meu ser em sua inteireza, e sim,
Na plenitude de um bem existir.
[...] Sentada em um canto qualquer... Me vi a imaginar...
Sou viajante no tempo...
Pouco, posso entender.
Não quero muita coisa. Só quero passar neste tempo e, retornar para casa...
Quero me refrescar nas melodias desse tempo e, me enxugar nas confissões dos tempos.
Deixa eu voltar para casa... Pois, o amor perdeu a razão.
Irei mergulhar em um profundo sonho agora.... Posso não acordar neste tempo. Mas, tudo bem... Já vivi as primaveras contadas para mim.
Oh... Meu anjo...
Simplesmente... Vou viajar em um sonho.
E a lua na alvorada
dá uma pequena parada
para que algum viajante
faça dela seu mirante...
mel - ((*_*))
Esmeridade
Prazer, eu sou um cronista, viajante, e caminhante.
Frequento tertúlias para esquecer de guardar os seus livros da estante,
pois todas as noites eu sonho que me perco em profundidades,
e a penumbra em meu peito não me permite esquecer todas as suas singularidades.
Eu escrevi um poemário completo de heteronímias com seus detalhes,
pra que você possa se identificar um dia naquelas linhas,
e essa minha inquietude me fez entender a definição do indizível,
porquê perto da sua fragilidade eu me sinto um pouquinho mais sensível, e amigo.
Estou aprendendo a conviver com as vicissitudes da vida,
e entender o inexorável motivo de não termos nem tentado um dia.
Viver, conviver, e improvisar é o que posso fazer no momento,
Estávamos cantando, brincando, e sorrindo no gerúndio, hoje estou morrendo.
Sobrevivo nessa metamorfose devido a minha resiliência,
e é complicado estar no outono vendo a sua florescência.
A saudade, a veneta, a revolta e o silêncio pode ser algo fútil,
inútil, mas o querer do escrever é completamente lúdico.
Me sinto como um navegante perdido nessas ondulações e sem porto seguro,
estar em terra firme sem ter um lar é um tanto quanto duro,
procuro, aturo, me torturo, fico em cima do muro,
murmuro, rasuro, e me juro ser menos imaturo.
Queria poder cantarolar e me inspirar na sua autenticidade,
afinal, nós somos antônimos e você é sinônimo de cumplicidade,
Mas eu me desafio, e aposto aguentar as diversidades,
ouvindo sempre a eloquência da sonoridade de suas verdades.
Todos já enxergaram o diáfano dos meus sentimentos
os detalhes, a duração inexpressável que calcula a medida do tempo,
O meu cuidado, o seu fulgor, as nossas dúvidas e particularidades
e toda a constelação cintilante que nos transforma e eterniza em forma de arte.
Poderia dizer que estar com você é algo desejável, catártico,
mas não tenho como escrever se a tinta da minha caneta congela no seu frio do ártico,
Só não espero que no amanhecer você vá embora e traga com sua ausência a dor,
Pois eu evitei ao máximo escrever o seu nome, e a palavra amor.
Sou um grande viajante
Sou um grande explorador
Por ora sou gigante
Por outra sou desbravador
Já conheci os 7 mares
Passei por muitos lares
Bebi em exóticos bares
Respirei muitos ares
O melhor é estar em dois lugares
Hoje estou no Rio e no Egito
Amanhã posso não estar
Outro local? Logo não hesito
Bom mesmo é ler, imaginar, sonhar.
Brincar com a mente é o meu passatempo
pois quando o faço
me sinto um viajante no espaço e no tempo não procuro palavras bonitas para embelesar as minhas publicações
mas sim fasso das simples palavras
lindas #canções
onde a rima não importa e sim as chamadas
de #Atenções
uns me chamam pensador
não porque me admiram e sim porque
conhecem a minha profunda #dor
sofro quando vejo alguém mal sem eu
poder #ajudar
aí abro a minha boca e começo a falar
as vezes sem parar
só mesmo para irritar
aquele que pode e não quer levantar
porque tem medo de Errar
e noutras,
pára nas palavras afundar
as dores de um fracassado
que só sabe falar
cantar e recitar
porque por ser pobre,
a vida financeira de alguém não consigo
mudar
então revoluciono a sua mente e te ensino a
lutar.
Não com os braços e sim com a mente que
faz algumas pessoas me achar de demente
e outras de docente
mas aquele que muito bem me analisar chama-me-a de inteligente.
Coisa que eu não sou e digo isso sem Temor porque dentro de mim só existe um pensador.
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