Viajante

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Não estou perdido,
nem procuro o que o tempo levou.
Sou apenas um viajante de alma desperta,
passando por esta estação da vida
onde os trilhos guardam segredos antigos.
Vou ao encontro do meu amor.
Ela me espera — silenciosa, firme —
na plataforma chamada Solidão.
E quando meus passos tocarem o chão daquele lugar,
a ausência deixará de ser ausência,
o vazio deixará de ser vazio,
e o que antes era solidão
virará reencontro.
Porque dois corações que se procuram
sempre chegam na hora exata,
mesmo que o mundo inteiro
acredite que é tarde demais.

⁠“Bom dia, viajante dos versos! Que as palavras hoje grugulejem em sua mente e te envolvam como brisa que acaricia fonemas.”
©JoaoCarreiraPoeta.

Viajante de estante
Viajo em instante
Viajante distante
Vi a gente distante

Viajante do tempo...

Hoje viajei pelo tempo..
No sopro do vento forte qual melodias
soltando lamentos de solfejos penetrantes

Meu corpo relaxa num voo de serenidade
beijando a brisa e sentindo o perfume das cores
Limão ...cereja... morango...arco íris de paixões...
voejar… vagarosamente ao encontro
da vida...vivida contigo...

Do infinito
vejo o mar...o firmamento...o horizonte...onde
me chegam ...profundas lembranças de momentos e
Murmúrios de amor passeiam nos meus sonhos...

Em ascensão, sonhador, viajante num mundo de gente estática, transformador em um mundo conservador.Nada de diferente, igual a todos, porém me destaco pela beleza do sorriso e pelo dom de perdoar.Sem mérito, só cumpro minha obrigação, de ser gente e respeitar as pessoas.O que adianta voar se eu não tenho asas ? E correr atrás se posso ficar entre os primeiros ? Vida que segue, me carregue, até os confins da vida, um dia ela termina.Se posso ser e fazer feliz, porque me lamentar, e negar o que sou ? Está na hora, chegou a hora, não tem mas jeito, recrie - Se, renove-se e transforme-se, o dom de viver é dado a poucos, pois muitos não sabem o que é viver.
Atila Negri

"Se a mente é uma viajante sem rumo em terras alheias, quem realmente vive quando o corpo desperta?"

Ciente de que a vida é muito passageira e de que o tempo não costuma esperar, sou um viajante aventureiro, estou sempre em busca de uma viagem, de uma nova aventura e posso afirmar seguramente que uma das melhores partes é poder conhecer pessoas incríveis, que tornam certas experiências melhores, inevitavelmente, inesquecíveis,

A maioria delas muito provavelmente estará conosco apenas durante aqueles momentos e está tudo bem, teve a sua devida relevância, é evidente, porém, felizmente, algumas continuarão, mesmo que à distância e em encontros breves, sendo sempre marcantes, alegres, gratificantes, amizades surpreendentes, conquistadas com uma afinidade fascinante

Melhor presente ou lembrança que podemos trazer de uma viagem, que deixa o nosso coração mais leve, às vezes, até acelerado por bons sentimentos, intensos e valorosos e não quer dizer que sejam relações perfeitas e sim mais compatíveis que possam ser, demonstrando de verdade um jeito zeloso com afeto e respeito Graças a Deus e a sua Bondade.

Caminhos de Luz

Havia caminhos invisíveis,
onde um viajante espalhava sorrisos.
Cada gesto regava pequenas luzes,
e cada luz que surgia iluminava o mundo ao redor.

O vento levava essas luzes a outros caminhos,
e tudo que ele tocava guardava
os frutos do que espalhou:
bondade, alegria e amor.

Simone Cruvinel

O viajante chega a terra da poesia⁠; saindo alguém ao seu encontro, disse-lhe:
-- Sr. viajante, aqui é tudo diferente, as leis são os hábitos,
e as linguagens são as árvores,
há um liturgia do amanhecer, uma liberdade no sentar
e uma honraria ao morrer

Aqui, ninguém é esquecido, sem que outro possa lhe tocar
não há lugar escuro, toda luz que brilha no céu
ilumina esse lugar..

O Viajante iluminado, na terra da poesia.

Para todas as pessoas que acham que precisam ser consertadas:que a jornada do floreante viajante te mostre que não existe nada mais especial do que ser quem você já é.

O Caderno de Maldades do Scorpio 2
Lacerda, Maidy. O Caderno de Maldades do Scorpio 2. São Paulo: Planeta, 2025.

O medo é um Viajante do Tempo.

O Comboio do Coração

Há, dentro do peito, um viajante antigo,
um maquinista de névoas e memórias,
que percorre trilhos invisíveis
entre o que sentimos
e o que ousamos dizer.

Chamam-no coração.
Mas ele não é apenas carne e pulsação:
é um comboio de corda,
movido pelas mãos secretas do sonho,
avançando entre estações de ausência
e plataformas de esperança.

Por vezes, canta.
Por vezes, range como ferrugem esquecida.
Ainda assim, segue.

O poeta observa, da janela da alma,
e traduz o movimento dos vagões
em palavras que parecem verdade,
embora sejam apenas o reflexo
da verdade vestida de imaginação.

Porque sentir é uma chama indomável,
mas escrever é transformá-la em estrela.
E toda estrela, ao nascer no papel,
perde um pouco do fogo original
para ganhar a eternidade da luz.

Assim, o verso parte,
como uma locomotiva atravessando a noite,
levando passageiros feitos de lembranças,
saudades sem destino
e amores que nunca desembarcam.

O poeta sabe.
Sabe que a dor escrita
não é a mesma dor sentida.
É uma irmã mais elegante,
que aprende a dançar com as sombras
e sorri diante do abismo.

Sabe também que a alegria,
ao vestir-se de poema,
deixa de pertencer a um único coração
e passa a habitar milhares deles.

Por isso, escreve.
Não para explicar o mistério,
mas para torná-lo ainda mais belo.

E o coração, esse velho comboio de corda,
continua a sua viagem interminável,
cruzando pontes de silêncio,
atravessando túneis de pensamento,
colecionando paisagens que ninguém vê.

Até que, um dia,
na derradeira estação do tempo,
os trilhos desapareçam no horizonte.

Então, permanecerão apenas os versos:
essas pequenas locomotivas da eternidade,
que seguem viajando sem fim
pelos territórios da alma humana,
enquanto o poeta, já ausente,
continua chegando.




Rô Montano

Eu era um viajante interestelar perdido no vácuo, até que a gravidade do teu amor me capturou. Agora, meu infinito particular é orbitar você, mesmo que eu me queime no teu sol.


DeBrunoParaCarla

Eu ainda sou, o viajante solitário

Uma vez, um viajante estava na Amazônia, conversando com um garimpeiro bem velho. Esse garimpeiro disse ao viajante: "A humanidade é igual garimpo, é igualzinho um garimpo. Tem um monte de cascata, toco, pedra sem valor, lama... Mas no meio tem as pedras preciosas. Tá lá as pepitas e os ouros. Se você quiser encontrar essas pedras raras, tem que se sujar na lama, se arriscar a se machucar e reeducar o olho, porque as pedras preciosas vêm sujas de lama, é preciso reconhecê-las."

Uma árvore sem raízes profundas não oferece sombra ao viajante cansado. Alimente sua própria terra primeiro, ou você será apenas folha seca levada pelo vento na vida de alguém.

A Vida do Viajante

Minha vida é andar
Por esse país
Pra ver se um dia
Descanso feliz
Guardando as recordações
Das terras por onde passei
Andando pelos sertões
E dos amigos que lá deixei.

Chuva e sol
Poeira e carvão
Longe de casa
Sigo o roteiro
Mais uma estação
E alegria no coração.

Minha vida é andar...

Mar e terra
Inverno e verão
Mostra o sorriso
Mostra a alegria
Mas eu mesmo não
E a saudade no coração

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.Efeito borboleta o caos caótico da fisica de um sistema a possibilidade é simplicidade abandonado do real paradoxo alinha do futuro pode ser alterado com um corpo pode existir num estado inerte todavia da teia cronológica do ser sendo dois seres não podem existir no mesmo espaço. Porem no mundo quantico a verdade e o linear de cada ser pode ser possível, mais com variáveis da estabilidade gravidade sendo o paradoxo do eu infinito.

Somos seres viajante e sonhadores diante caos achamos uma beleza profunda e paradoxal para o qual desenvolvemos a evolução e o existencial a vida.