Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues
A vida te ensina constantemente que ninguém deve passar por cima das tuas necessidades existenciais, seja por qual motivo for. E enquanto isto não for aprendido, outras lições virão até que seja internalizado o aprendizado primordial, pressuposto da autossobrevivência: aprender a se respeitar!
Você não é um derrotado, a não ser que você consinta; você não é um fracassado, a não ser que assim o sinta.
Quando não conseguimos gerir o nosso mundo interno, precisamos deter o mundo externo e na pior das hipóteses, tiranicamente.
Vou ser avó de menina...
A vida é uma caixinha de surpresas. Frase bem clichê, mas também muito verdadeira.
Hoje saí para trabalhar preocupada com minha nora. Ela está grávida e ontem, durante a consulta, não conseguiram ouvir o coração do bebê. Tensão.
Após a espera pelo resultado veio a notícia. O bebê está bem. E mais, através de um áudio gravado por meu neto, descobri que serei avó de uma MENINA.
Impossível conter a emoção. As lembranças. A expectativa vivida durante minhas duas gravidezes – sempre esperei o bebê nascer para saber o sexo. Recusava-me a saber antes, talvez uma forma de alimentar a esperança que viesse uma menina.
Sempre quis ser mãe de menina e, apesar de agradecer os filhos que Deus me enviou, as sobrinhas que pude ajudar a educar, havia aquele desapontamento, aquela espera que nunca se concretizava em encontro.
Hoje veio a notícia. Minha menina está a caminho. Já é amada desde a primeira espera. Avós são mães que não precisam engravidar e amamentar, bastam amar. Amar muito. Contar histórias, fazer tranças (sabiam que "trançar os cabelos prende as dores e as impedem de se espalharem pelo corpo")? Não sou eu a autora dessa informação, mas acredito nela.
Comprar roupinhas rosas e coloridas, usar laços, dar muitos abraços.
Minha amada e esperada menina, eu você e Michelll vamos brincar muito. Vamos descobrir muitas coisas juntas. Formaremos um belo trio. Vovó já está contando os dias...
Uma das queixas mais recorrentes de quem procura um trabalho psicoterapêutico é o vazio existencial. Neste “contrato social” da cultura do Fast-food e da descartabilidade, o próprio ser humano tornou-se produto no imaginário popular de uso e consumo.
A vida apresenta caminhos, experiências e aprendizados, trazendo-nos provas de fogo, mas sempre poderemos renascer das cinzas.
Chegou o momento de organizar a “casa interna”, de não permanecer no limbo das próprias prisões. As regras da vida são muito simples, somos nós que as complicamos.
Dizem que você é solteirão, que é solteirona. Meu amigo, minha amiga, você não é um rejeitado(a), você é um sortudo(a), podem amar a quem quiser. São livres! Aproveitem!!!
Não precisamos de uma data específica para questionarmos e erradicarmos a violência contra as mulheres, mas sobretudo a violência no mundo.
Eu pensava que com a pandemia, as pessoas investiriam em uma reforma íntima, que se tornariam pessoas melhores. Mas uma voz uníssona denuncia que o ser humano não quis mudar, que não melhorou; alias, que só piorou em todos os aspectos.
Quando o desânimo proveniente de uma perda bate à porta, todas as nossas ilusões parecem perdidas; a fé se esconde em algum lugar em meio às ruínas à nossa volta; verificamos um certo desamparo e angústia onde tudo parece perdido.
Nesta espiralidade da vida, tudo está em constante movimento e transformação, portanto permitamos desapegar-nos ao que se foi, ao que feneceu, ao que já não oferece abrigo, aos sentimentos endereçados a pessoa amada e que não ressoam, que já não encontram eco ou reciprocidade.
