Versos Vitoria
"Na solitude, descobrimos que o silêncio não é ausência de vozes, mas o palco onde a alma finalmente consegue recitar seus versos mais cruciais."
"Cada vida é única. Tem seus percalços e suas belezas... Por isso é impossível comparar a nossa jornada com a do outro. Ao invés disso, que a gente aprenda com as próprias dificuldades, mas sem esquecer de que a felicidade é simples, e ela acontece todos os dias, durante o caminho. Basta estarmos atentos."
A vida é um conluio de conflitos internos e externos… e a gente só entende o sentido dela quando percebe que o caos lá fora só faz sentido depois que silenciamos a tempestade cá dentro.
Tenho apreço inegociável pela honestidade — é ela que separa os dignos dos desprezíveis. Aos íntegros, ofereço minha amizade leal e sincera. Aos desonestos, que se alimentam da manipulação e do prejuízo alheio, reservo apenas o silêncio gélido da minha intolerância e o peso inflexível do meu desprezo.
Os sofrimentos não estão diretamente ligados às adversidades da vida mas na forma como interpretamos essas adversidades e como lidamos com elas,cada um de uma forma totalmente exclusiva e individual,pois embora os acontecimentos possam ser os mesmos cada pessoa tem sua própria visão e interpretação desses acontecimentos ,assim como a forma de encarar e lidar com eles.
Você é o protagonista das páginas do meu livro de poesias, onde cada palavra é um reflexo do nosso amor verdadeiro.
Nunca finja que as coisas não te incomodam pois elas tendem a se agra.var até se tornarem insuportáveis
Igualdade não é equidade, nem sempre os direitos precisam ser iguais, mas sim direitos de acordo com cada situação. Pare w pense antes de achar que todo mundo é igual em suas necessidades.
Busquei respostas para às coisas ocultas desse mundo, e aqui estou sendo cobrado por tentar entender o que não devia.
Levantou pela noite silenciosa e turva a desolada diva e andou desesperada num vai e vem pela casa vazia... Bebeu vinho, tomou Valium... vagarosamente devorou uma estranha erva que havia em um vaso de vidro. Reviveu na memória a dolorosa verdade de uma vida cheia de solidão e vazio. Divagou por devaneios vagos onde viu vaidades, vícios, virtudes e vituperios... Escreveu pelas paredes velhas versos vorazes e venenosos...Viu vultos,ouviu vozes... Entre luzes vibrantes de velas Dançou uma valsa na varanda... Enquanto ouvia violentos toques musicais que viajavam aos seus ouvidos divinos vindo de um invisível violino!... - Ali já não mais invejava os que envelheciam!... E num ávido impulso resolveu voar junto ao vento como se fora uma ave ventureira que rumava ao verdejante vale que leva ao eterno nirvana! Voa veloz desolada diva! Voa!...
