Versos sobre Mim
MADRUGADA
A cada clique nesta tela, um toque de solidão em mim.
Tudo é nada e o tempo nem sempre é um bom aliado...
As vezes, tuuudo se acaaalma...
E depois é um turbilhão o coração acelera os pensamentos não param a tempestade é forte A velocidade que escrevo traduz a ansiedade a insônia e o medo. É! (Ufa!) o medo existe! Mas há vida. A vida é boa. Há esperança
INVISÍVEL DOR
Cadê você, invisível dor?! Te procuro dentro de mim, mas não te acho!.
Cadê você?! Covarde! Apareça!
Aqui é conversa franca!
Ali a porta!, Pegue seu rumo!, vá embora!. Aqui não é o seu lugar!.
Quando eu deixar esse corpo e, alguém pensar igual a mim, eu voltarei?
Faria eu, parte de algum sentimento? Ou ficarei indo e voltando em meus pensamentos?
Imaginei um lugar pequeno no espaço, onde só caberia a mim, estava tudo escuro; contudo, continuava escutando vozes e, pela voz eu tentava imaginar como seria essa pessoa. Não via suas expressões nem seu porte físico, apenas teria de confiar em suas palavras.
Tudo era escuro. Pessoas procurando pessoas. Todos flutuando num pedaço de terra no espaço.
O que você significa pra mim? o novo.
O que o novo significa pra mim? o desconhecido.
É sobre desconhecer o novo? não, é sobre desconhecer a mim mesmo.
A vida é um eterno aprender, tento dizer, as palavras fogem do meu ser, mas, dentro de mim há tanto a dizer.
Vejo o mundo além da janela, mas prefiro a solidão da cela.
Há algo em meu coração que me impulsiona a seguir, um desejo de descobrir o que há além deste existir, todavia sou um misto de alegria e tristeza. Escrevo o que sinto, o que não posso falar, e guardo comigo, para nunca mais revelar.
Os segredos mais íntimos do meu ser, são meus e de mais ninguém podem saber.
Mas, às vezes, eu sinto a solidão, e queria compartilhar essa emoção.
Com alguém que pudesse entender o que sinto, o que quero dizer.
Mas, no fim, sou eu e minhas palavras, que me acompanham até nas noites pouco calmas.
Mas talvez, em algum lugar distante eu possa encontrar a paz e o amor tanto a almejar.
Confesso que já senti o peso da dor, que já chorei ao me olhar no espelho, que já perdi a fé em mim e no amor, eque já pensei em jogar tudo pelo caminho.
Confesso que já bebi até cair e dormir, que já gritei palavras sem pensar, eque já magoei pessoas que amei.
Confesso que já senti a solidão, que já me senti um estranho no mundo, que já quis desaparecer sem deixar rastro, e que já senti que a vida era um fardo.
Mas hoje, confesso que vejo além, que aprendi com as quedas e levantei, que encontrei amor no meu coração, e que sou grato por tudo que aprendi com o que passei.
Confesso que hoje sou mais forte, que sou mais capaz de enfrentar a vida, que encontrei paz na minha própria sorte, eque a felicidade é uma escolha minha.
Sou a multiplicidade do eu
A incansável busca por mim mesmo
Sou a poesia que nunca acaba
A expressão da alma, que é infinita.
Prometeram dar de tudo pra mim,
Só preciso abrir mão de você.
Eu amo um drama, meu amor, mas enfim,
Acho que eu talvez prefira morrer,
Do que viver num mundo sem ti,
Só por um segundo não poder mais sentir... Sua presença.
Eu aceito o fim, só não aceito a sua ausência.
Minha alma borbulhante insiste em não caber em mim, gosta de derramar-se pelos cantos e encantos do caminho.
Sou um pássaro em pleno voo tentando aprender a arte de fazer ninho, desejo pousar minhas asas antes de seguir em busca de outro verão.
Tenho alma de fagulha, eterna centelha e aprecio as incompletudes dos silêncios e das palavras ditas e não ditas.
Tenho a alma leve e suave como a brisa se uma manhã de maio. Gosto da beleza do caminho, mas insisto em construir a minha estrada.
Não é fácil ter alma de borboleta, exige doação e desprendimento.
Busco por metamorfoses que me proporcionem crescer e evoluir, mesmo que as pedras do caminho pareçam maiores que a coragem que estou aprendendo a ter.
Minha alma poeta é que me deixa assim
A buscar o que nem sei se existe em mim
Sou esse ser de misturas, não gosto de lamentos
A todo instante eu mudo e a todo momento
E não quero a ilusão de viver ensaiando
Uma felicidade estranha que não passa de planos
Eu adoro as sensações que você consegue provocar em mim, todas!
E eu não me importo com definições de certo ou errado
Só consigo pensar no quanto isso é único
E do quanto esse contato m ajuda traduz partes de mim que geralmente são esquecidas
Não se engane com minha melancolia
Ela é uma parte de mim que me renova
E eu não quero evitá-la
Ou fingir que não existe.
O que fazer com essa parte de mim
Que teima em querer você?
O que fazer quando ela te chama?
Quando ela te vê, mesmo quando você não está?
Quando ela te ouve, mesmo quando você não fala?
Quando ela te sente, mesmo quando você não está aqui?
O que fazer com esse ser de ambivalências que habita mim?
Como não ser ambivalente?
Como faz?
Como acabar com essa sensação
De me perder a cada vez que me acho?
Como faz para ser uma só?
Todos são assim?
Será que meu problema
é que eu disfarço pouco?
Estou distante de mim agora
Nesse espaço que me subtrai
Sinto que parte de mim se vai
e outra teima em ficar
É um quase choro e um quase sofrer
Nos dias nublados de lembranças
Imersa num imenso vazio
Fico misturada às promessas feitas em vão
na tentativa de esquecer
e de não sentir o que sinto
É tão profundo, tão absoluto, tão sempre o mesmo
que agora começo a desistir
Fiquei perdida no tempo e nas lembranças
Nada disso passou, nada mudou
Sou eu e o meu amor ainda e sempre aqui
"o teu Amor fez nascer em mim,
a vontade de querer me expressar, por isso venho com essas palavras para voce me declarar"
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