Versos sobre Alianca de Noivado

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Não façam o quê eu faço,
só façam o quê eu mando
A minha vontade
é a Constituição,
E abafem quem
fez a minha indicação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Outro final de tarde,
o baile da fumaça
da chaminé através
da janela quadrada
e o receio de não
lidar com os meus
próprios fantasmas,...

Onde o mundo todo
corre sem parar
para tentar salvar
vidas por minuto onde
a cena marcha incerta,

O talvez o êxito de
pôr o pé e a cabeça
nos lugares certos
e na nossa História,
que antes corriam
por pressa e glória:

Para quem sabe
talvez possam se salvar:
obedientes repousam
e nos prados imaginários
todos os dias galopam,...

E assim por cada canto
tendo que desafiar
o meu próprio tumulto,
buscando as trevas
da noite interior
dissipar com a luz do luar.

Para jamais desistir
de esperar
até passar tempestade,
e o sol da liberdade
em berço esplêndido raiar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Antes de tudo isso
acontecer ao nosso redor,
percebi o teu entusiasmo
eflorescer enamorado,
a cada passo de amor
heroicamente bailado
nesta total imensidão
para tentar alcançá-lo.

O teu inefável candor
me fez te desejar
como meu caminho
sem volta através
da doçura do teu olhar
nas minhas noites
longas de Lua solitária.

Minha deidade elegida
que leva estrelas
nos ombros e uma
história tão linda,
em silêncio te espero
para orbitar na tua vida.

No amor constelação
adentro em noites
de tremenda paixão,
e entregues aos beijos:
que nós dois merecemos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Quem dera dominar
a arte da música,
para me salvar
de um mundo
que só se sabe gritar.

Sei, a poesia salva
mesmo silenciosa,
mas não é a todos
que de fato ela toca.

Ah, se eu soubesse
tocar no meio desta
humana tempestade,
onde uns depreciam
a própria liberdade.

Sei, a poesia me leva
para onde talvez
nunca vou estar:
lá nos raios de luar.

As minhas veias
são as ondas do mar,
e estão as sereias
que fazem você
o tempo todo pelo
meu nome clamar.

Ah, nesta onda ruim
não vou mergulhar!
O tempo vai melhorar
e o céu se abrirá
ao nosso amor que virá.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A noite outonal pairou
na mente transformada
em um aldeamento
repleto de demônios,
e os loucos fantasmas
dançando ao som
do conjunto de cigarras,

Quem tem a ventura
de ver na vida in natura
a graça da beleza,
no abismo não pula
num mundo em transe
viciado em agressão
por mera repetição,...

A noite outonal inspira
para no céu da tua
mente ser a Lua fixa
mesmo com a minha
num estado de turbilhão,
da loucura do mundo
sou a eterna foragida,

Porque das loucuras
existentes prefiro viver
eternamente refugiada
na minha própria,
como quem vive
numa cidadela perdida
no meio do nada
e por antigos espíritos
há muito tempo ocupada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

No ritmo universal
do nosso íntimo
refúgio silencioso,
nos possuímos
em nossa galáxia,
nós que temos
a certeza do infinito

Nos identificamos
e não importamos
quando chamam
a gente de lunáticos

Na crença sideral
que cultivamos,
somos os exilados
de um mundo triste
que não liga
mais para o futuro

Nos encontramos
e nós dois confiamos
no que há de etéreo
sublime e mais eterno

No espírito igual
ao da Lua alinhada
com a querência
de morar na delícia
da tua quentura
não me permitirei
outra coisa na vida fazer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pastoreando as estrelas
só com o olhar
em tua companhia
e de mãos dadas com você:
Nós dois sendo um
pelo Mar Imbrium
após ter chegado
e rompido as nanoteslas.

Por nós dedico os poemas
das fases e das marés
regidas pela querida Lua,
És meu astro-rei e eu sou tua:

Sentindo a oportunidade
de juntos sermos felizes
com a tranquilidade
diante do Mar Serenatis,
Navegadores pelo regolito
vendo de longe o quão
o mundo ainda é bonito
mesmo triste e esquisito.

Todo o dia transpiro poemas
e tudo aquilo que me
faz tua para que de
mim não te esqueças:

No Mar Crisium quase
perdemos o rumo
procurando entender tudo
o quê se passa no mundo,
Vibrou no Mar Smythii
o solo sob os nossos pés,
e entendemos ali
os ciclos de outras marés.

No Mar Orientale ainda
não encerrou o giro,
a Lua tem mais de um ciclo,
e mesmo quando estavas
longe nunca deixei de caminhar:
para do amor não me distrair
e quando for necessário
do início sempre recomeçar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não sei se ando
de cabeça
anda cheia,
ou o céu
estava nublado,

Só sei que ontem
perdi a cena
de Vênus
coroada de plêiades
fazendo
inveja para a Lua;

Não sei se ando
meio fora do ar,
ou o coração
é que anda
um pouco pesado,

Só sei que de ti
não quero deixar
de me sintonizar,
ou me distrair
sequer nem
por um segundo;

Nem mesmo por
um barulho do céu
ou ardil do destino
no meio deste
mundo em fogaréu,
ninguém desviará
o nosso caminho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tem caído a noite
na América Latina,
o meu coração
o cosmos ilumina.

Buscando derrubar
totens mesmo
parada no mesmo
lugar para não
naufragar sigo
com as duas
mãos estendidas.

Tudo por aqui
parece que tem
tornado o tempo
pesado e lento.

Pressentindo que
posso ser a tua
Lua em sentido
explícito até quando
posso me distrair
com as estrelas,
e assim me tranquilizo.

Tem caído a noite
e nunca a vontade
de nos teus braços
o meu querer de verdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como uma vereda
que vai seguindo
o seu próprio curso,
vou escrevendo
em prosa e poesia
até a próxima
estação do destino
que será o encontro,
a convergência
e a alegre festa
de ir até a janela,
e ver o Universo
inteiro aceso
quando cair a noite,...

Mesmo sem ter
sequer uma sacada,
para apreciar
as tempestades
e as noites
sem teus abraços;

Tenho a gentileza
da minha janela
e a doçura do quintal
que me ajudam
a superar a dureza
da vida e das nuvens
que encobrem
dias ensolarados,
céus estrelados
e as noites de Superlua
que delas não escapam,...

Cheia de utopia
em preparação
para vencer a si própria,
derrubar egos e totens
e libertar povos deste século
dos campos de concentração:
abri para você o meu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A janela do quarto
com ares de poesia
e arte do espaço:
noite de Superlua
nublada, hipertensa
gelada e impulsiva,
Diz muito mais
do que infinitas
páginas de jornais.

É a tal insônia que
surgiu para pensar
no curso da vida,
E escrever com
o orvalho da manhã
um poema que fale
como oceanografia
e não falhe contra
a desgraça que por
anomia foi espargida.

O amparo poético de
não parar de acreditar
que no final da história
tudo haverá de voltar
ao seu devido lugar
tem sido como uma ilha,
Onde nós dois somos
os ilustres refugiados
deste humano barco
que pelos poderosos
foi naufragado de propósito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você bateu os olhos
em mim naquela
tarde subindo
a ladeira da tua rua,
Reconheceu que
sou adrenalina pura;
Talvez o jogo mais
perigoso da tua vida:
presença que alucina.

Ainda sou presença
que te fascina,
Mesmo que a distância
não permita,
Sinto que ainda
com fogo me anseia.

Até hoje você não
consegue me tirar
da tua cabeça
E a tua memória
ainda sente o meu
perfume de Lua,
Tudo por causa
daquela tal tarde
na ladeira da tua rua.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Orbito nos horóscopos
secretos das galáxias,
Ninguém me captura
nem por medo,

Como borboleta nômade
não tenho e não terei
nenhum governo;

Não há autoritarismo
que me dobre ou prenda,
A minha liberdade interior
é a indestrutível crença.

Tentar insistir é loucura,
trago os signos
e as fases da Lua,

Como borboleta nômade
vivo pronta a escapar,
Ninguém nunca
há de me dominar;

Tenho vela, bússola
e orientação interior:
ignoro o quê tumultua,

Estou por onde você
menos imaginar
todos os dias
sempre a surpreender
onde menos esperar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Brasil, meu amor atemporal

⁠A nossa Independência
foi acrisolada por revoltas,
conjurações, sentimentos,
gigantescas emoções,
e sonhos de liberdade:

(na beira do Rio Ipiranga
sou o anseio histórico
Bicentenário por igualdade).

Brasil, meu amor atemporal,
não há ninguém que diminua
o meu apego a cada memória
gala do meu sentimento nacional.

De tudo aquilo que fomos,
somos e ainda seremos,
tudo confirma que não é
preciso que o pior aconteça
ou mesmo vir a estar longe
para amar o nosso Brasil:

(a hora de amar o Brasil é agora).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Por ser quem eu sou,

de ti só pedi segurança;

Para não ficar como estou.


Por amor eu te esperei,

e também fui atrás,

Nunca nos desperdicei.


Por amor quis te proteger

da maldade do mundo,

Mas você não quis entender.


Por amor eu me distanciei,

e corri para nos salvar,

Mas você não quis explicar.









Por ser esse o meu dom,

se eu tiver de elevar tom

de voz sempre será poético.


Por ser feita de amor,

se eu tiver de ser bravura,


Não vou perder a doçura.




Por ter alma e pele,

só preciso despir-me,


O desejo ainda verte.






Na vida não te esqueças:

que a poesia não precisa

de voz para elevar o tom,

(Ela conta com as letras).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Quando se ama verdadeiramente,
O amor não pede tempo,

E nem perde tempo;

Todo o tempo é tempo de amor,

O amor constrói o seu templo.



Não quero e não permito

O meu coração ser ferido,

Por ti dei o melhor de mim,

E você não se fez esclarecido.



Não quero, não devo e não posso

De novo contigo me enganar,

Já passou tempo o suficiente,

E comigo você não quis falar.



Quando se ama verdadeiramente,

O amor não fere o sentimento,

E nem busca reafirmação;

Toda a cortesia é anseio,

Que o amor busca como meio.



Não quero o amor que me ame

porque precisa de mim,

O meu coração quer o amor

De alguém que precise

De mim porque me ame.



Não tenho outro meio

De internamente me curar,

Se comigo não quer falar,

A minha poesia só faz te julgar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não é falsa adoração,

e sim pura poética,

Por dores engolidas,

e sete fortes badaladas

Por ter visto o amor

em franca liquidação.



Não foi instintivo,

e permanece sensitivo,

Por entrega derramada

dos cinco sentidos;

Nos teus jogos lascivos,

por ter entregue o coração.



Não é preciso provar,

e sim deixar nas mãos de Deus,

Por crer na força do tempo,

e na certeza de que cumpri

A minha parte com amor,

e devotei de fato o coração.


Não há nada de oculto,

e não há tempo para o amor,

Por crer que o tempo

e o relógio não o definem,

O tempo de amor é de amar

em tempo e sempre é tempo!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Cada um oferece somente
aquilo que tem para dar,

Creio que me fere

- duramente -

porque não tens coragem

De me escutar.



Não há quem permaneça

sem chance de dialogar,

Creio que me evita

- friamente -

porque não tens audácia

De me resgatar.



Mas a vida é assim:

desmistificando nas ausências

as tuas inconsequências;

Creio que me mostra

porque não há outra maneira;

De entender a tuas dolências.



Cada um seleciona o quê quer

aquilo que quer falar e escutar,

Creio que me provoca

porque não tem firmeza

De deixar no coração o amor entrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Venha, e fale comigo:
- Se só o amor tem sentido!

Porque quem deseja algo

- concreto -

Faz do diálogo um jeito

De fazer o tempo aberto

Para nadar em mar calmo.



Venha, e fale comigo:

- Se só o amor tem razão!

Porque quem deseja amor

- verdadeiro -

É sobretudo, objetivo!



Não dá para adivinhar,

Se você não falar comigo.

Não dá para varrer

- os teus receios -

Se não abrir o caminho.



Você não está comigo,

Daí o desespero!

Porque amar é muito,

Ser amada é importante,

Para me fortalecer,

E me fazer invencível:

Quero tê-lo embevecido!

Inserida por anna_flavia_schmitt

A nossa língua é a língua do amor,

A língua que traduz os significados

- mais [complexos],

Ela que nos uniu e nos embala...

Sussurrada até a madrugada,

E bem encaixada à espera da alvorada;

Doce vate é o nome!...

A tua alegria de homem torna-me

Tua e ainda mais encantada...



Porque dos teus beijos,

Eu exijo os mais melosos...

E faço versos adocicados para estar,

Contigo embalada nas paisagens

Mais bucólicas e integrada nos teus

- cenários [urbanos]...

Entrei na sua vida para fazê-lo feliz,

- e sem [enganos]...

Você despertou os desejos mais deliciosos.



Ao sabor do vento do destino,

Vejo que voltaste a ser menino,

Nunca li nada tão [lindo],

Um verso escrito num bilhete

Apoiado sobre a minha escrivaninha:

"À essa menina, moça, mulher

Que nos encanta, uma lembrança."

É assim que faz a poesia da vida:

Ela vai sendo desenhada por nossas carícias...

Inserida por anna_flavia_schmitt