Versos Românticos sobre Paixão
♔ 👑
Tem muita gente por aí que só mostra as unhas depois que se casa, pra não correr o risco de levar um chute na bunda; mas tenho pra mim, que a Megham estava apenas esperando o filho real nascer pra mostrar suas garras ferinas de vez. 😣
Dica pra quem tem "dedo torto", e não quer um "mão de vaca" do seu lado:
Se logo no início do relacionamento o pretendente te chamar pra ir na casa dele, em vez de te convidar para jantar fora, das duas, uma: ou ele é um pão-duro, ou é um duro. Das duas, a primeira ninguém merece. Aff!
"Adorei as aguas do céu, naquela tarde fria, de quinta feira.
Você, um tanto azarada, parece-me, não contava com a chuva e esquecera o guarda-chuva, em casa.
Eu também, azarado, não contava com a súbita torrente, que nos abraçava.
Sorte a minha, agradeço, novamente, pelas aguas.
Lembro de ti, enxarcada.
O cheiro do cabelo, exalava.
Cada cacho, se realçava.
Sua tez, pelo vento frio, arrepiada.
Tão próxima de mim, mas tão distante, pareceu-me um conto de fadas.
O castanho escuro dos olhos, me lembravam uma fera; outras vezes, uma criança, amedrontada.
E eu nem sei o nome da desgraçada.
Mas me recordo dos cachos, do cheiro e da gratidão, às do céu, as aguas..."
"Se eu pudesse criar uma religião, eu o faria.
O silêncio seria o meu Deus, e eu o veneraria.
A voz humana é maldita.
É ela, dona das juras infundadas e promessas vazias.
Palavras de ódio, desgosto, lascívia.
Sempre que falamos, adoramos à mentira.
É a voz, que compursca o som da natureza, que nos permeia e corrompe a calma de toda a criação divina.
Fruto da iniquidade; a voz feminina.
Fonte do meu sofrimento; a ausência da voz, daquela menina.
Acordo, perdido na madrugada, a vela que acendi à minha religião, ainda crepita.
Em meio a lençóis vazios, sem você, aquela cama tornou-se a minha cripta.
Ela ou a noite? Não sei qual a mais fria.
Os sussuros, em meus ouvidos, são a minha sina.
Se eu pudesse tê-la de volta, decerto, eu abdicaria.
Criaria a minha religião, com meus olhares pregaria as boas novas da não voz, e em absoluto silêncio, te adoraria..."
"Ah, amor, a eternidade de quem não ama é tão curta.
As promessas de amor tão vazias, que se apagam com a mais fraca chuva.
A dor e a saudade de quem fica, levam quem realmente amou à loucura.
A lembrança de cada beijo, cada toque, como ferro em brasa, marcam a alma e machuca.
Cada dia, cada hora, a todo instante, tentar esquecer-te é minha eterna labuta.
Hoje, a maior ferida em meu peito, foi causada por quem um dia jurou-me ser dos meus males, a cura.
Sou um sem-teto do seu amor, largado na rua.
Tentando encontrar abrigo em qualquer pele nua.
Tinha a certeza de que me amava, passei a duvidar das suas juras.
Se um dia tu me odiaste, hoje já não me restam dúvidas.
Nunca fui um motorista muito prudente na direção da minha vida, e no seu sorriso, eu capotei na curva.
O tempo passa e nada muda.
E com o passar do tempo, eu percebo, meu amor: a eternidade de quem não ama é tão curta..."
"Fez frio essa noite, e a fantasia de ter você me aquecendo o corpo, me inflamando a alma, roubou-me o sono.
Eu quero o seu aconchego, clamo por seu amor, mas me pergunto: O seu coração tem dono?
Caso tiver; o que farei com o meu? Que já depus sobre os seus pés: Terei seu abandono?
Mal entrei no seu ringue de desilusão, um olhar foi nocaute, já estou na lona e ainda nem soou o gongo.
Tentar esquecer-lhe é tolice, pra que o whisky, se é o seu beijo, que me deixa tonto.
O perfume me inebria a mente e fico zonzo.
Fazer que não é paixão, é finjir-me de sonso.
És princesa, da beleza rainha, fazei de meu coração, vosso trono.
Acordo na madruga fria, ao léu, atônito.
Tento dormir novamente e não consigo, pois a fantasia de ter você me aquecendo o corpo, me inflamando a alma, roubou-me o sono..."
"O que não me mata, me faz mais forte.
O seu amor, me destruiu, saí mais fraco, era melhor ter encontrado a morte.
Achei em ti minha joia rara, uma paixão de novela, mas pergunto: pr'onde foi minha a sorte?
Azar no jogo, azar no amor, azar na vida, azar na sorte.
Azar na morte.
Azar meu, ter lhe beijado, ter entregado meu peito, à lâmina de sua faca, ainda hoje, sangra-me o corte.
Quem secará a lágrima que em meu olho escorre?
Amanhã eu paro, mas hoje, eu vou te esquecer, vê pra mim, só mais uma dose.
Me faz fraco, o que me fazia forte.
Que meu pranto, se misture com as águas da chuva e ninguém me note.
Sua ausência não me matou, é verdade, mas estou fraco como nunca, longe de estar forte..."
"Se meu coração falasse, ele gritaria aos quatro cantos do mundo, o seu nome.
Por você, amada minha, eu abriria mão de tudo, fama, renome.
Daria a minha vida e de qualquer outro homem.
Existe uma eterna batalha entre seu olhar e sua ausência, disputam entre eles, qual mais me consome.
Não tenho desejo de ti: tenho dos seus beijos, sede; do teu corpo, fome.
Já não consigo lidar com nossas lembranças, me prostro de joelhos, rogo, imploro: Réquiem, Domine!
Tentei saciar a minha sede; acabei por afogar-me em sua fonte.
Quando perguntarem por nós, por favor, não nos lembre, não nos conte.
Quando lhe narrarem-me, quando disserem que me viram, não pergunte como estou, não queria saber com quem, tampouco onde.
Quando ao longe, ouvirdes chamarem teu nome, não se espavente, não é a morte; é só o meu morto coração, em seu último suspiro, gritando aos quatro cantos do mundo, o seu maldito nome..."
"Hoje, ela apareceu do nada.
Veio me pedir perdão, com palavras ensaiadas.
De olhos lacrimejados e voz embargada.
Frases mal ditas, coisas não ditas, ideias entrecortadas.
Do que me dissera, não pude crer em nada.
Só acreditei no beijo repentino, na nudez e na pele suada.
Acreditei em cada suspiro e após cada gemido, ela dizendo que me amava.
Acreditei quando sobre meu peito, caiu uma lágrima.
Da boca dela, não acreditei no perdão em palavra.
Acreditei no desespero em cada beijo, parecia, que em meus lábios, se afogava.
Fui capaz de crer, quando despida, à luz da Lua, sua pele brilhava.
Refleti só, enquanto ela adormecia, por toda a madrugada.
Eu até queria, mas não poderei perdoá-la.
Não posso correr o risco e perdê-la de vista, espero que amanhã, ela apareça aqui, do nada..."
"Digo-lhe que sonho
Sonho em ser o Sol que aquece sua tez
Sonhe em ser a água que molha teus lábios
Sonho em ser os olhos que se perdem em seus olhos
Sonho em ser os seus motivos
Sonho em ser aquele que vislumbra teu sorriso
Digo-lhe que sonho...Em ser seu sonho..."
Procurei no vento o seu cheiro
Procurei em ti acalmar meus medos
Procurei em meus lençóis vazios o seu aconchego
Procurei no meu travesseiro o macio dos seus cabelos
Procurei na minha sensatez a sua tez...me perdi de vez
Procurei no abismo profundo dos teus olhos não me perder
Procurei em tudo de você não me perder
Procurei em tudo não te perder
Procurando em tudo... Eu perdi você...
O tempo é meu martírio, meu inimigo, não aliado.
Conto as horas, conto os minutos, conto os segundos pra te ter ao meu lado.
Toda hora no meu relógio é tempo de tristeza e solidão.
Não sou senhor do tempo e muito menos senhor do meu coração.
Coração esse que sofre calado contando as horas querendo te ver.
Coração que já perdeu muitas horas, tentando em vão, te esquecer.
Tempo de tristeza, marca meu relógio, na hora da despedida.
Nem mesmo o tempo, inexorável, pode curar certas feridas.
Me acostumo com o tempo, relógio correndo e com as mazelas da vida.
Espero aqui fora, de qualquer forma, a nossa hora chegar.
Então percebo com o tempo que é mais fácil o tempo parar, do que, eu com o tempo, desperdiçando tempo, algum dia deixar de te amar...
Desde a primeira vez que te vi, eu te amei.
É de coração, é de alma, isso que trago no peito.
Belas palavras não expressam direito.
O tempo todo é você que eu vejo.
Razão do meu viver, alegria do meu ser.
Amo você da noite ao amanhecer.
Hoje mais do que ontem pensei em você...
E os olhos da perdição também foram os olhos da esperança.
Esperança que até hoje carrego comigo, trago seu nome e doces lembranças.
Nas lembranças te lembro e no vento te sinto, ó doce fragrância.
Fragrância, desejo, cheiro do medo, desespero desanda, ouço meu peito, coração sem jeito, seu nome chama.
Chama de clamor, chama de calor, chama de paixão, chama que enaltece, chama que ilumina.
Os olhos da perdição, tem aquela menina...
Tutto per ella
Tudo pra ela
Vivo por ela
Só penso nela
Doces palavras? É pouco pra ela
Alma, corpo é para ela
Nos meus sonhos é ela
Meus planos são com ela
Sofro por ela
Morro por ela
E o coração, como sempre, bate por ela...
Eu não sei o que me aconteceu ou o que me acontece.
Quando olho em seu olhar o meu corpo padece.
Carece da sua calma e do macio da tez, perece quando em ti encosto e me perco outra vez.
Tua presença me engrandece, a ausência me entristece.
Sem você me sinto frio, perdido no branco da neve.
Me perder, quero sim, no negro desse olhar, olhar que enriquece, enaltece o sentido do meu amar...
Voce me motiva e dos meus sorrisos é o motivo.
Motivo que eu motivo.
Motivo que me mantém vivo.
É voce, meu Sol, meu lírio...
Te vejo ao longe e de longe te enxergo.
O vento, de mim, leva a saudade e te sinto tão perto.
Não nego, te quero, me renego e ti mais uma vez, não nego.
Não nego que, você é tudo que preciso.
Não nego que, em seus olhos, encontrei o paraíso.
Não nego que, em seu toque, por vezes, perdi o meu juízo.
Também não nego essa cacimba de amor em que vivo.
No horizonte, vejo o Sol, ocultar seu brilho e mais uma noite, a solidão, vem a ter comigo...
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