Versos Românticos Amor Virtual
Amar cria raiz, você tem que saber regar para o Amor florescer.
Amar precisa de coragem, requer renúncia.
Amar é sobre colocar o outro em primeiro lugar.
Amar é também amizade, é ser unidos, é ser parceiros.
Amar não é simples, você tem que regar todo dia o Amor, senão ele acaba.
Por isso amar precisa de coragem, o Amor é para os fortes, é para aqueles que suportam os espinhos, pois ama a beleza da rosa.
Amar é isso, é simples pra quem ama.
Eu levaria um tiro por você só para provar o meu amor
Apenas para descobrir que é você que está segurando a arma
Só estou tentando ficar focada, ter um tempo pra mim
As pessoas começaram a perceber
Todas as porcarias que você não conseguiu ver
AMOR IMENSO AMOR
No teu corpo, meu corpo verbaliza, passeia
Recitando versos, desejos ternos confessos
Na doçura do toque que minha pele anseia
Na beleza do amor _luz de todo universo!
E ainda que se cale no cume do monte a brisa
E os frutos da figueira sequem ao anoitecer
Ainda serás da minha poesia a razão consiza
Com a qual translado a dor do viver. ..
Pois quando vens enches meu tempo de gozo
Na gargalhada límpida _águas do ribeirinho
Nos braços, todo o remanso e repouso.
Portanto, toma meus delírios _sonho fecundo
Beija me a boca, sente o gosto doce do mel
Pois o amo agora e até o findar do mundo!
Elisa Salles
Direitos autorais reservados
AMOR IMENSO, ATREVIDO
Por mais que eu cante, pleno, o amor
Que encontre o vocábulo mais perfeito
Jamais o declararei com tamanho ardor
Este sentir que por ti trago no peito...
Direi que é imenso e fundo quanto o mar
Que é mistério sublime tal qual o vento
Todo o versejar é pouco para tanto amar
Para tal sentir não chega meu pensamento!
Sou uma poetisa imperfeita ante tal enlevo
Não há métrica ou lirismo para este poema
Amo-o tanto, querido. Nem sei se devo...
Mas ainda que a minha poesia seja finda
escreverei todos os versos. E mais ainda
Pois amar-te é o que sei. Então me atrevo!
Elisa Salles
Direitos autorais reservados
SONETO DO MEU POETAR
Basta-me apenas um verso
Onde seu gesto fale de amor
E comigo venhas sem dor
E nele eu me torne imerso
Pra sempre, sem nenhum pudor
Sem palavras caídas do universo
Do dissabor, e que seja inverso
A trovas desbotadas e sem cor
É só ter um deslize no disperso
Pra que ele fale o que é perverso
Em linhas omissas e sem frescor
E nem por isto deixo de ser diverso
Num poetar que gosta de ter odor
Aos olhos do doce amoroso leitor
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Junho de 2016
Cerrado goiano
Amor é um sentimento
que temos que gastar diariamente!
Não devemos economizá-lo...
Quem economiza amor
morre pobre de felicidade!
AMOR QUASE SIDO (soneto)
Amores vem, vividos, amores vão
Na poesia voam e, na alma fundido
No tempo, o que é, e foi permitido
Nas palavras, dissertando o coração
Ama eu, ama tu, ele, ela, repartido
Lágrima, sorrido, a dura decepção
E num sempre porque, indagação
Nuns ficamos, outros nos é partido
Mas sempre desejado, imaginação
Onde? Quando? E é sempre sabido
Que dele quer, dele se tem emoção
E nesta tal torcida o amor é provido
O amor é sentido, sentido é a paixão
Sem porque nem como, os quase sido!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Novembro, 2016
Cerrado goiano
Por mais claridade em tempos de escolha, por mais generosidade em tempos escassos de amor. Por mais carinho, atenção.
Que a semana nos regue a alma com alegrias e que mil sorrisos verdadeiros cheguem fazendo festa no coração!
-------Lanna Borges.
Que a nossa alma seja tranquila...
Que o nosso coração fique em paz...
Que o amor seja recíproco...
Que nosso caminho seja abençoado...
Que Deus sempre esteja conosco...
E que não falte amizades jamais.
Amor com pimenta
Tantos poemas
Chorados
Tantos versos
Acabrunhados
Feitos nos proveitos
Da imaginação
Agora aqui estou
Imergido
Em pleno voo
De letras servido
Esperando
Uma nova emoção
Chega de vazio
Vazio leito
Peito vazio
Solidão como sujeito
Eu só queria
Poder compor
Afeto na caligrafia
Sem os rabiscos de dor
E nem porfia na teoria
E assim, uma canção
Que fale
Que ouça
Não cale
Respire
Suspire e esbouça
As videiras do coração
Compassivamente
Servindo-me de poesia
Verdadeiramente...
Sedenta!
De amor com pimenta.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
23/04/2016, 09'09"
Cerrado goiano
AMO-TE (soneto)
Amo-te no meu maior, largo e profundo
sentimento da alma, é amor, mais nada
Te uivo no peito em graça entressonhada
onde paz, calma, faz-se em cada segundo
Amo-te no ringir da noite por ti poetada
que verseja a paixão de que me inundo
deste afeto que é o maior do meu mundo
num regozijo duma felicidade estacada
E é tão puro e é tão feliz e é tão fecundo
que as lágrimas são preces transfigurada
de fé ingênua e fausta, neste amor rotundo
Amo-te na pequenez de minha morada
tão simples, mas cheia de zelo jucundo
Pois tu és rogo da vontade tão desejada
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Março de 2017
Cerrado goiano
O amor pode te matar
E ate te deixar sem ar
Não consigo nem pensar
Do amor ir embora e me deixar
Ele pode ate matar
Mas nunca vou deixar ele pra lá
Posso ate tentar, mas eu sei eu sei que não vai adiantar.
Nossos laços se romperam
E não posso dizer
Eu ainda me importo
Mas afirmo que
O amor se foi para sempre
E não consigo falar
Que te quero muito
Apenas digo
Tive que falar o que sinto
Obs.: Agora leia de baixo para cima.
Ah, o amor
Me disseram que o amor é dor
Que é a morte em forma de ilusão
Me disseram que ele p'ra quem foi machucado
É sofrimento, não salvação
Ah, o amor
Porque vem de forma tão avassaladora
Queria poder lhe defender
Mas, esses corações machucados
Perdoe-me, preciso compreender
Ah, amor
Você realmente é inevitável
É impossível lhe previnir
Mas, por Obséquio...
Nesses corações machucados
Entre, costure retalhos
Porque, p'ra quem tanto sofreu
O amor é pura ilusão
INCONTENTADO (soneto)
Saudade sem dor, amor sem fantasia,
Que aperta o suspiro dentro do peito,
Que no sim perpetuado, assim queria,
Que nada mais se sente tão satisfeito.
Emoção, que o doce sossego repudia,
Na palavra rude dita sem o respeito,
E, tirando dos sorrisos toda a alegria,
Fica ferido, e sem qualquer proveito.
Que viva sempre a sede e a tua fome,
Paixão sem queixa, e sem lamento,
E que ebule o amor em suas rimas.
Sempre tenha, o nome que consome,
Que eu tenha sempre, contentamento,
No incontentado amar e suas pinimas.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, setembro
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
