Versos Romanticos Amor de Boa Noite
Vem , sem medo ..sem pressa ...
Sem desculpa ...vem e me faz tua ...
Vem no silêncio da noite e me domina ..me faz tua ..Vem e aquieta meu corpo ... sossega meu desejo , minha vontade..sacia -me ..odeio passar vontade..Vem e apaga meu fogo .. faz amor comigo denovo .. percorre meu corpo do jeito que só vc sabe ... eu sou a tua música favorita .. dessas que vc decora a letra ..e canta toda hora .. eu sou um vício safado , bandido , pareço droga ..veneno, ou sei lá talvez antídoto... morra de amor ou me mate dele ... essa noite faça valer a pena ...
Gosto da noite, as palavras são mais altas do que no dia.
Meu coração é meio tímido, e fala baixo...
Pensando nas proezas da noite passada;
Em um suspiro profundo, fico a imaginar;
Como tudo na vida, tem consequências;
A minha eu vou esperar;🙈🙄
Essa noite eu acordei
Estava sonhando com você
Nesse sonho você estava apaixonada
Dizendo que me amava
E não ia me perder
ღ SENHOR
Abençoa-nos e guarda
O nosso sono desta noite
Tu vieste e tocaste-me
Ensinaste-me a amar-te
Bendito sejas meu senhor
Por seres meu amigo
E ontem a noite,me peguei pensando em você,não tinha muito o que fazer,apenas tentar esquecer,mas eu sabia que não conseguiria,então só fiz o que podia fazer...
eu dormi.
meu eu é testemunha das noite de crise gladiando contra esse sentimento
Na dúvida entre ser o seu melhor amigo ou seu eterno namorado
MIRANDO A LUA
Eu em cima da laje
Numa noite tão linda
Me pus a compor
Mirando a lua.
Periferia agitada
Meu coração calmaria
No vai e vem da quebrada
Faço minhas poesias
Conheço os becos e vielas
A garotada que passa
Os botecos de esquina
Giroflex sem graça.
Aqui de cima da laje
Observo a lua tão linda
E mirando a quebrada
Faço minha Poesia.
...o ego de um político é como as chamas de uma fogueira em noite fria – necessita ser alimentado sempre, senão cessa de emitir luz e calor.
(Contos de uma Terra Prometida, p. 29).
Espera
Oh estrela solitária
Na noite de solidão
Porque o silêncio fala
Se, silente o coração
Tudo cala, taciturnidade
Na vazia inspiração
Não brada nada!
Na poesia na emoção
Vou deitar a saudade
No colo da deserção
Sem nenhum alarde
Sem noção e razão
Espreitarei oportunidade
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
12/07/2015 - Cerrado goiano
Cabeça cheia
Coração vazio
Me sinto frio
E nessa noite escura
Sem ternura
Acendo um cigarro
Trago idéias
Assopro arrependimentos
A brasa ardente...
Como um coração apaixonado
Queimando sentimentos
Me deixando arruinado
Frustrado...
Por minhas expectativas
Vejo que também sou ingrato
E nessa vida de incertezas
Procuro migalhas sob a mesa
Faminto...
Por luxúria e vaidades
Embriagado...
Com minhas próprias verdades...
Não enxergo um palmo a minha frente. Com tudo, ouço tudo ao meu redor.
O silêncio da noite é barulhento!?
Estou só. Mas ouço pegas, que não parecem minhas.
O vento sussurra em meus ouvidos.
Os pelos se eriçam.
Tenho a cessação de esta sendo seguido.
Estou cercado.
Tudo é escuridão.
Não temo falta de luz. E sim da incerteza.
O que me espera na próxima esquina?
Um tragédia; ou uma dádiva.
Que seja.
Tudo é breu.
Não posso vê nada que esteja ha frente.
Só que não ha alternativa, se não seguir!
—Sim; é inevitável.
Mesmo com essas pedras no sapato.
—Se ao menos, chama-me Carlos.
Aquele tal de Andrade.
Teria eu bons versos. A serem escritos
Mas não
Sou eu, apenas eu.
Ha caminha por esse chão, que as vezes me falta
Ou acho eu faltar
Simplesmente, por não vê-lo.
Não tem sentido.
— E porque deveria?
Não importa.
Mesmo sem destino.
Ainda prefiro seguir( a vida)
Por detrás dos gritos ensanguentados
da noite escura
vagueiam sonhos cheios de verdade
e de silêncio ...
As horas fraudulentas, inquietas,
os murmurios das cigarras indiscretas,
tudo passa num vai-e-vem sem precisão!
Estrelas cintilando numa cupula de trevas,
folhas ao vento, pálidas, secas, sem vida
incapazes de voltar aos dias aureos ...
E Eu?! Que faço Eu a meio d'um cenário
tão sinistro?!
RELATOS DE UMA SEXTA-FEIRA EM QUARENTENA...
Mais uma noite com o abajur iluminando o quarto, o ar condicionado no menor número, o celular no carregador e eu tentando tirar toda essa dor do peito.
Essa dor que rasga, que sangra e maltrata.
O zumbido no meu ouvido as vezes me diz pra parar, que essa é a melhor opção pra tudo isso passar, mas do outro lado o zumbido contradiz dizendo que dias melhores ainda virão, que eu ainda preciso ver o sol brilhar, a lua iluminar a noite e fazer pedidos as estrelas cadentes. Diz que meu nariz ainda precisa do aroma das rosas e da calmaria de uma chuva tranquila às 5h da manhã.
Meu coração não sabe se chora ou se para de tanta agonia. Mas meu inconsciente insiste em tentar, sem parar. Mesmo quando todos os caminhos me levam a um só: a perdição!
A noite chega
Me aninho nos teus braços
Mão nos teus cabelos
Mão nas tuas mãos
Sinto tua respiração
O calor do teu corpo em mim
Teu corpo úmido, quente e macio
Teu cheiro, único.
Acordo.
Viro pro lado.
Sem culpa, apenas tristeza, decepção.
A realidade.
Fecho os olhos
Outra vez ali
E outra... e outra....
E nao quero mais fechar os olhos
Não consigo te perder de novo.
Meus sonhos tão bons,
A realidade me maltrata.
❤ ... caminhar,
mesmo entre pedras, frio ou noite, quando a solidão apertar... quando a lágrima descer ou até mesmo quando nada mais me restar... nada temas, Ele olha por ti.
LuAndrade*
Abstração
Era uma noite escura e velas resistiam aos ventos intensos violentos da memória. Nas gavetas as sensações da imaginação criavam um passado que sucumbiu na tempestade da perturbação intempestiva e inoportuna.
O que haveria do outro lado do absoluto esquecimento de cenas, agora vazias de vida, vítima de versos talvez revoltos, escrotos ou singelos, quem sabe, esculpidos e tingidos de paz, pureza, leveza?
Cenas criadas, concebidas, fantasiadas remeteram a uma multiplicidade de sentidos, imagens, talvez geradas e abortadas de um juízo errôneo, irrefletido.
Qual deus, qual nada, qual tudo lhe suprimiu, subtraiu a memória como um larápio poderoso que sublimou, apropriou-se daquele passado na gaveta vazia.
E a lágrima perdeu-se no curso natural, devastada pela letargia do tempo olvido, pela tempestade profunda e prolongada da memória enlutada do esquecimento. Lágrima a deriva, nem verso, nem rima, nem nada.
(Bia Pardini)
Grito na voz -
A noite chega de longe
e traz um grito na voz ...
Um lamento de onde?
Vem do Rio até à Foz!
E eu que vivo tão só
procuro um amor profundo
e oiço esse grito na voz
por entre as paredes do Mundo!
É um lamento constante
que me parece estar só
na noite, fria, distante ...
E quanto dói o coração,
quanto dói a nossa voz
quando se veste a solidão ...
Você que batalha há 5, 10, 15, 20 anos ou mais pelo que acredita.
O seu "da noite para o dia"
vai chegar.
Apenas continue enquanto fizer sentido e você acreditar.
