Versos e poesias
Perante ao vento eu encontrei amores
Diante a chuva chorei por eles
Em meio ao pôr do sol deixei doer
E quando ressurgir um novo amanhã
Meu próprio amor será meu,
sistema climático.
Minha pele Sofre faminta
pelo seu, carinho
Minha língua aos poucos vai perdendo o sabor do seu beijo (amora).
Meu, estômago e um cemitério
Vazio de borboletas.
A excitação e o frescor de sua chegada virou calafrio e lágrimas.
Meu coração leal feito um cão
Vive em agonia por não saber
Se vai te, reencontrar!
Conforme a faço chorar Acredito
lhe perder pouco a pouco
No momento em que perceber
O desamor próprio afasta-se
De mim.
Não se torture porém, procure constantemente resolver!
Pois, a insônia o fará Obrigatoriamente
O resolver-se.
Entre pernas molhadas
Relações frias
Te, abrigar da chuva
Não faz do meu, corpo
Tua casa!
Se depender
Da minha pele
Seu, amor morrerá
De hipotermia.
Desculpe-me por, torna-lo áspero
Feito Eu Pois, somente sentindo
cada lágrima derramar de meus, olhos percebi o quanto afiei os cacos:
Que atualmente cortam-me!
Deixe de alimentar a tristeza
E perceberá Ela, se esvair:
De sua (casa) feito um camundongo
Que jamais encontrará
Tuas, migalhas.
Eu gosto da presença
que não é por conveniência
Gosto da essência
Do abraço com cheiro de lar
Do elogio sincero repleto de afeto
Do coração que enxerga além
Eu gosto das palavras ditas
Quase despercebidas
Embevecidas nas entrelinhas
Gosto do toque na alma, do meu jeito de Flor
Gosto de todos os espinhos que trago comigo
Eu gosto da pegada exata
Do cheiro viril, do amor juvenil
Da maturidade, da resiliência
Da liberdade de ser quem eu sou!!!
julho 2022
Se eu, chorei Foi, pra compôr
Canções para explicar a dor
Se você, não entendeu! Foi, porquê
Nunca sofreu de amor como eu.
