Versos de Porquê

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“A vítima não defende o agressor porque a dor é pequena, mas porque o medo muitas vezes reorganiza a percepção da realidade.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há violências que confundem a consciência porque chegam primeiro como promessa, acolhimento e aparente proteção.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O cuidador também precisa ser cuidado, porque ninguém sustenta sozinho a dor de ver alguém amado se perder aos poucos.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O autismo não cabe em uma única definição, porque cada pessoa dentro do espectro carrega uma forma própria de perceber, sentir e existir.”
Do livro Autismo e Síndrome de Rett — Compreensão Clínica, Histórica e Humana da Neurodiversidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A Síndrome de Rett não pode ser confundida com o autismo, porque cada diagnóstico carrega uma história clínica, genética e humana própria.”
Do livro Autismo e Síndrome de Rett — Compreensão Clínica, Histórica e Humana da Neurodiversidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A infância não fica para trás apenas porque o corpo cresceu; muitas vezes ela permanece esperando escuta dentro do adulto.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mensagem de Jesus atravessa os séculos porque não fala apenas à religião, mas ao coração ferido que ainda busca sentido.”
Do livro Jesus à Luz das Estrelas, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“À luz das estrelas, compreendemos que Cristo não cabe apenas no templo, porque sua presença atravessa o céu, a alma e a história.”
Do livro Jesus à Luz das Estrelas, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há sonhos que não fracassam por incapacidade, mas porque uma parte ferida da mente aprendeu que avançar era perigoso.”
Do livro Apagão Mental — Quando a Mente Apaga: A Amnésia que Bloqueia Sonhos e Como Superá-la, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A loucura foi muitas vezes tratada como ameaça porque a sociedade preferiu conter a dor antes de aprender a ouvi-la.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O inconsciente não fala para confundir; fala por símbolos porque certas verdades ainda não cabem na linguagem comum.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O ego teme o inconsciente porque sabe que, diante da alma inteira, nenhuma máscara permanece soberana.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Receber também é uma prática espiritual, porque muitas almas sabem pedir, mas ainda não aprenderam a permitir.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há bênçãos que não permanecem porque a alma ainda as trata como ameaça.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O símbolo fala onde a explicação não alcança, porque a alma também compreende por imagens.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

BOM DIA




não se atreva em desistir porque alguém te desmotivou. lembre-se que quem gosta realmente de você nunca faria isso. acredite em Deus e vá a luta

O homem foge de si porque estar consigo exige decisão.
Decide-se quem se é quando não há aplauso,
quando ninguém vê,
quando ganhar custa a própria verdade.
A angústia não é inimiga —
é o sinal de que a alma ainda está viva.
Pior que sofrer é existir sem nunca se escolher.
— Sariel Oliveira

Ela me chamou de idiota.
E eu ri.

Porque não foi ofensa.
Foi daquele jeito que só quem gosta fala.
Idiota leve.
Idiota que não pesa o clima.

Eu sou esse cara.
O que faz graça sem maldade,
o que quebra o gelo quando tudo fica sério demais,
o que entra no jogo só pra fugir um pouco do mundo.

E ela riu comigo.
Isso ficou.

Se eu erro, ela ri.
Se ela ri, eu fico bem.
É simples assim.

Ser idiota assim não dói.
É cuidado disfarçado de brincadeira.
É amizade que acolhe.

Então se eu sou idiota,
que seja desse jeito —
o tipo que arranca risada
e guarda carinho no meio da zoeira.

Nada me abala.
Eu apareço quando sou necessário e entrego excelência.
Dou liberdade porque confio — e observo porque lidero.
Se funcionar, seguimos juntos.
Se não, cada um toma o seu caminho, sem ruído.
O diálogo sempre estará aberto para quem vem com verdade.
Confiança é como casamento:
traição não destrói — ela apenas revela que nunca existiu.

Uma criança de 4 anos ainda é um bebê.
Às vezes esquecemos disso porque eles já falam como gente grande.
Mas 4 anos ainda é muito pequeno.

Aos 4 anos,
eles fazem mil perguntas, inventam histórias
e transformam qualquer coisa em brincadeira.

Mas também é a fase das emoções intensas.
Eles choram forte, se frustram rápido
e ainda estão aprendendo a lidar com o que sentem.

Quatro anos é a fase das gargalhadas sem motivo,
das perguntas inesperadas,
e dos abraços que chegam de surpresa.

Um dia eles não vão mais pedir abraço antes de dormir.
Um dia eles vão parar de subir no seu colo.

E você vai olhar para trás desejando
só mais um dia do seu filho de 4 anos.