Versos de Medo
Deus sabe que sentimos medo. É por isso que uma das frases mais repetidas na Bíblia é: “Não temas.” Não porque o perigo não exista, mas porque Ele está conosco. A fé não ignora o medo — ela olha para ele e decide confiar em algo (ou melhor, em Alguém) maior.
O salmista declara: “Em Deus ponho a minha confiança e nada temerei.” Essa confiança não nasce da força humana, mas do conhecimento de quem Deus é: refúgio, socorro, abrigo, Pai.
Eles te fazem ladrão antes de tu nascer, a arte tem um preço, o medo é a melhor forma de dominar a carne e o espírito! Tu sentes que eles apodreceram o teu futuro, se na verdade nunca existiu futuro — isso é tão lindo.
Roubamos e matamos sonhos dos outros e os nossos próprios sonhos. Tem vários caminhos para um só pé, continuas cego pelo machismo, racismo que te impede de alcançar a luz.
O fundo do poço é o único mundo real, a depressão se tornou meu Jesus e o meu demônio. Tantos anos a viver comigo mesmo, mas não me conheço. Só quem conhece a luz é aquele que tem os olhos da alma. Este mundo ilusório onde os anjos e demônios te vendem a destruição em troca da tua alma.
Até á próxima vida.
Em busca...
A grande ilusão do homem é o medo de sair do imaginário para aquela realidade que naturalmente poderia salvá-lo de si mesmo.
Se o tempo é tão precioso, então gaste ele com as pessoas certas e na porção apropriada de coragem,
O mundo é divertido para quem não espera numa careira sentado as coisas acontecerem,
Tudo ao redor de um relógio segue seu curso normal e se estamos dentro desse mesmo ciclo velocista, temos que está dispostos a fazer o melhor pelos nossos sorrisos,
Se estamos perdidos a noite no meio de um deserto ou entre grandes montanhas ou quem sabe em um vale sombrio, devemos nos apressar para enxergar a luz e quando enxerga-la é importante correr se aproximando ao máximo dela de um jeito que ela possa ficar tão grande e tão forte que fique a beira de nos cegar ao mesmo tempo que ela nos deixe completamente iluminados como uma chama fumegante.
Quando eu louvo
O medo se afasta
Tua voz me acalma
Eu não vou mais temer
Quando eu louvo
Eu sinto o Teu soprar
Trazendo vida em mim
Cadeias vão quebrar
LABIRINTO
Andei sem rota,
batendo na porta
que não se abria.
Meu medo sumiu.
Perdi a razão.
Neguei ao oráculo
meu sangue e perdão.
A musa Ariadne
se esqueceu de mim.
Não veio ao encontro
marcado no fim —
no fim da viagem,
da tola miragem
que venderam pra mim.
Eu sei que estou
perdido no caos,
no vácuo do mundo,
sem paz ou redenção.
Sou homem, sou tolo,
vestido de púrpura,
coroa de espinho,
ferida divina,
forjada do barro
que volta ao chão.
Covardia é deixar sonhos para trás simplesmente por medo de tentar.
Covardia é esconder o medo atrás de um sentimento bobo, que nada nos traz, chamado orgulho.
Covardia é disfarçar a tristeza com uma felicidade machucada por dentro.
Covardia é pensar que não vai conseguir antes mesmo de tentar.
O passado, na maioria das vezes, não pode ser esquecido, mas é possível olhar para frente, onde está o futuro, e dar as costas ao passado que já não serve.
Assim, podemos aprender e viver com as experiências propostas por aquela que é a escola eterna: a vida.
Por que o medo?
Se é tão clichê,
por que o medo de acabar em ruínas?
Porque o clichê sente.
E quando se ama inteiro,
até o final tem gosto de ferida.
O amor pode até parecer repetido,
mas o coração sabe,
nenhuma flor desabrocha igual,
nenhuma sombra é feita do mesmo sol,
nenhum mar reflete o mesmo céu,
nenhuma chama queima do mesmo jeito.
O medo não é do fim.
É de não deixar beleza
mesmo depois do adeus.
A vida me fez ser uma pessoa que não pode ter medo nem inseguranças, não posso perder tempo com distrações.
Aprendi que, num cotidiano marcado pela dor, hesitar pode significar retroceder. A cada passo, preciso demonstrar coragem mesmo quando as pernas tremem. Essa imposição de resistência constante cria um estado de alerta quase doentio, cada distração vira um risco de me fazer esquecer o quão frágil sou.
O cachorro come seus sapatos, porque ele tem medo de que você vá embora, assim como um cão ansioso agarra-se ao que tem para evitar abandono, percebo que minhas próprias angústias me fazem agarrar memórias dolorosas como forma de tentar controlar algo que nunca pude, entender esse
comportamento me ajuda a enxergar que a doença mental, às vezes, gera ações aparentemente irracionais motivadas pelo medo de ficar completamente só.
As pessoas são cruéis, elas têm medo de tudo que é diferente, porque a gente revela como elas são absurdamente iguais e entediantes, meu corpo marcado pelas sequelas e meu discurso melancólico mostram a quem me observa que a vida é dura, e isso assusta quem prefere ignorar qualquer desconforto.
Ao me ver diferenciado, projetam insegurança, ofendem-me até que eu me cale, e só depois percebem o quanto a uniformidade que tanto prezam aprisiona todos numa ilusão de normalidade.
Com o tempo troquei o choro pelo medo,
engulo as lágrimas pela garganta e
puxo a saudade para os pulmões,
o medo é combatido pelas noites pinceladas de
solitude ou de toque que de longe se assemelha ao teu.
Mas a noite arrasta-se, longa e silenciosa,
sem promessa de alívio. Mesmo com o tempo eu ainda me
perco nos ecos do que já foi, que se escondem entre
as paredes frias da memória,
elas vêm como fantasmas, pálidas, distantes, mas
ainda tão vivas, lembrando-me daquilo que outrora fomos.
Como uma sombra que nunca nos abandona.
Senhor, hoje eu declaro: não terei medo! Maior é o Senhor que está comigo do que qualquer coisa que se levante contra mim. Peço com fé: destrava tudo o que está travado na minha vida! Tira os bloqueios, as barreiras e as correntes invisíveis. Liberta minha mente, minhas emoções, meus caminhos. Ouça minha prece, Deus fiel, e venha com resposta, com direção e com livramento. Jeremias 33:3"Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes." Em nome de Jesus, Amém!
Bom Dia Paz E Graça.
eu achei que era o amor mais era medo de estar sozinha me enulei tentando ser tudo pra alguém que mal enxergava quem eu era chamei de amor o que era caréncia aceitei migalhas e chamei de cuidado hoje sei nâo era amor
Entre o Riso e o Silêncio
Dizem que sou feito de risos soltos,de palavras que dançam sem medo,de uma leveza que não se aprende, de uma luz ímpar.
"Você tem um brilho no olhar", repetem, sem notar, o quanto arde, às vezes, esse brilho.
Eu me identifico com o Chapeleiro maluco, louco aos olhos do mundo, mas lúcido demais por dentro.
Veem loucura no meu sorriso,mas não enxergam a tristeza nos meus olhos.
E talvez nem queiram ver.
Carrego o riso como escudo,a piada como armadura, o exagero como alívio.
Porque mostrar a dor assusta, e calar é mais fácil do que explicar esse nó que a alma não desata.
Dentro de mim mora um vendaval, mas por fora... só o vento suave.
Sou tempestade em corpo de primavera torta.
E mesmo assim sigo,entre gargalhadas e silêncios, dançando com minhas sombras, abraçando minhas fendas, sendo loucura e lucidez, tudo ao mesmo tempo.
Artista Obcecada, Sem Medo de Sentir Demais (2025)
Se a faísca incendiar
Se o incêndio se alastrar
Queimemos em reciprocidade
E aproveita...
Sou artista obcecada
Sem medo de sentir demais
Seja a minha musa inspiradora
Te pinto um milhão de quadros
Te declaro um milhão de músicas
Te escrevo um milhão de poesias
A intensidade pode até me matar
Mas uma mulher absurda como você
Nascida para inspirar
Não poderia senão ser musa
Tenho ânsia de te conhecer
Mas sem pressa, pra não te perder
Quero saborear cada parte de você
Me apaixonar por cada singelo detalhe
Me embriagar de você
Mulher,
Mesmo que me machuque
Serei labareda escrita em carne
Em cada verso da nossa história
E com a leveza do óbvio
Mas com o peso das palavras
Eu lhe digo com veemência...
Você é estonteante,
Visceral
Incendiária, como chama que dança
Entrelace teus braços em mim
E me queime no compasso do teu corpo.
Os silêncios da minha alma
São feitos de ecos que se arrastam,
Com o peso do medo e da dor,
Que se enterram fundo no peito
E a voz se apaga antes de sair.
São silêncios de batalhas invisíveis,
Onde o corpo sorri, mas a alma sangra,
Onde os gritos não são ouvidos
E as palavras se perdem nas sombras do medo.
Na multidão, a solidão grita, em meio ao riso, o vazio se esconde,
A mente, uma tormenta constante,
Que nunca se aquieta, que nunca se rende.
São silêncios que falam muito mais
Do que qualquer palavra poderia dizer,
Dúvidas e certezas que dançam
Em um ciclo que não termina, mas insiste.
São silêncios de uma luta silenciosa,
Onde o corpo resiste, mas a mente se curva. E, no fim, talvez o silêncio seja apenas ogrito que nunca se permite ser ouvido.
A última besta do Apocalipse será uma renovação do antigo Império Medo-Persa, com uma nova roupagem de “religião militar” nos tempos do fim?
Gênesis 16:11-12 | Daniel 2:32-33, 39 | 7:5, 8, 20-21 | 8:9-12, 23-25 | 11:2-5, 36-38 | Apocalipse 13:1-2 | 17:1-18
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