Versos de Família
Sem querer me imaginar em minha última lembrança, pego sua mão e somente quero caminhar ao lado teu e de mais ninguém.
Como a vida é injusta sempre quando damos a mão lhe roubam o pé, só passando pelos caminhos pra perceber, o quanto doamos demais, e em troca recebemos desprezo, no meio de tantas verdades dita só enxergo por parte hoje, a “falsidade”! Por isso cansei de tudo, agora eu quero o que me basta, e se o que me basta ainda for pouco, para mim bastará, quero apenas parar de sorrir pra quem só quer me ver chorar, cansei de ir em busca da infelicidade!
Amo segurar a sua mão, amo te abraçar, amo passar todas as noites vendo filmes com você. Simplificando te amo de todos os jeitos, te amo de todas as formas.
Hei garota, largue mão de ficar aí chorando, se queixando pelo o que aconteceu, tem tanta vida pela frente, tem tanta decepção por vir. Seja forte.
Às vezes, a solução é abrir mão. Só não sei o que é pior: não ter por inteiro ou deixar definitivamente de ter.
Muitas vezes é necessário abrirmos mão de alguns sonhos para continuar a caminhada da vida sem deixá-la se tornar melancólica.
A artista nos dá uma excelente visão do mundo das tormentas sem abrir mão do equilíbrio. Talvez por isso a dor e a angústia do ser fiquem tão terrívelmente agradáveis. E como é agradável portar-se diante das obras dessa artista que domina sua expressão a ponto de permitir-se uma estética cuja conseqüência é relaxar o observador e deixa-lo à vontade para perceber a obra em sua especificidade, tomando consciência das relações que com ela desenvolve. O domínio da artista sobre a matéria da obra responde, em grande parte, pelas sensações de agradabilidade e liberdade, permitidas ao observador, infreqüentemente na arte contemporânea.
Ainda com a xícara de café na mão, ele se dirigia ao sofá da sala. Ela já estava lá, sentada perto da lareira crepitante. Não conversaram. Não tinha nada o que dizer. Ambos sabiam o que aquele silêncio todo já dizia. Ele passava as mãos pelos cabelos desanimado. Ela, andava de um lado para o outro. Ele sabia o que tinha que dizer. Ela sabia o que tinha que falar. Mas nenhuma palavra era especulada. Ele olhou para ela como se pedisse uma válvula de escape, ela retribuía o olhar com o mesmo desejo. Enfim, ele colocara a xícara na mesa no centro da sala, e se levantara. Ele não disse nada, mas ela sabia o que o silêncio gritava. Era o fim. Eles iriam, para nunca mais voltar.
Quero que peguem a minha mão e fique caminhando e ao mesmo tempo me encarando, até sentir minhas bochechas arderem de tanta vergonha. Quero sorrisos matinais mesmo com o meu mau humor. Quero abraços espontâneos, e um amor mais espontâneo assim. Eu não quero um homem perfeito, um namorado idealizado, um suspiro forçado. Quero aquilo que possa me fazer sonha dia após dia, sem cobranças, freios, ou neuras. Eu só quero acordar e ter toda certeza do mundo que sou amada. Quero acordar e ter a certeza que alguém pensa em mim, e até mesmo consegue sorrir pensando no que sou.
Quero que ele pegue a minha mão. Quero que ele brigue comigo quando escrever textos que não seja a nossa história. Quero dormir com ele enrolando as pontas do meu cabelo. Quero acordar de mau humor depois de ter brigado com esse menino. Quero que ele se sinta culpado por não ter me dado bala de gelatina. Quero que ele me puxe quando eu estiver falando muita idiotice. Quero que ele me faça sentir tudo o que passei fugindo nesse tempo todo. Eu quero que ele nunca se esconda como meu pai, e sempre me proteja como a minha mãe. Quero que ele implique com o tamanho da minha roupa, ou que me abrace quando me sentir sozinha demais.
Queria ter segurado sua mão e chorado tudo que poderia chorar um dia, só para você se sentir culpado. Mas isso era antes, hoje, depois de tanto tempo, só creio que poderia ter chorado mais. Não deveria ter engolido o choro. Não deveria ter engolido tanta coisa, entre elas, zombarias. De tanto apanhar, um dia a gente aprende a bater e com força
O que me mata é essa vontade de pele com pele, olho no olho, olho no corpo, corpo na boca, mão na perna, perna fora do chão, corpo na boca, boca na mão, corpos no chão..
Nunca abra mão da sua felicidade pelos outros, sempre tem quem ache que nunca é bastante o suficiente
Sempre haverá momentos decisórios na sua vida em que você vai ter que abrir mão de alguma pessoa para confortar a si mesmo, principalmente se essa pessoa seja aquela que te ama de verdade.
E amanhã, quando já não tiver a tua mão junto da minha, vou apenas, lentamente, aprender a sobreviver sem aquilo que o mundo roubou de mim
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