Versos de Estrelas

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– Sim – respondi-lhe –, quer seja a casa, as estrelas ou o deserto, o que os torna belos é o invisível.

Os que creem que a culpa de nossos males está em nossas estrelas e não em nós mesmos ficam perdidos quando as nuvens encobrem o céu.

Vou te procurar entre as estrelas e os satélites distraídos, que confusos me ditaram caminhos errados e esparsos. Eu irei caminhar por trajetos errados em diferentes passos. Em destinos errantes nas mais estranhas pegadas na areia. E vou te encontrar em um planeta abandonado no curto espaço entre nós dois. Em nossos abraços, em seus sorrisos largos.

As mais belas jóias o mais puro ouro as mais belas flores as estrelas e todo seu resplendor simplesmente perto de ti perdem o seu valor.

A primavera tem as cerejeiras da noite. O verão tem as estrelas do céu, que iluminam os olhos. O outono tem a lua cheia refletida na água. O inverno tem a neve, que flui na relva. Bastam essas coisas simples para que o saquê seja delicioso. Se, mesmo assim, o gosto do saquê não for bom então quer dizer que há algo de errado dentro de você.

Todas as estrelas acabam caindo. Mas uma estrela é apenas uma pequenina centelha do grande facho de luz que há no céu.

Na vida, quem perde o telhado, em troca recebe as estrelas.

Eu gosto de estrelas. Creio que é a ilusão de permanência. Sei que vivem explodindo, esmorecendo e se apagando. Mas daqui posso fazer de conta… Posso fazer de conta que as coisas duram. Que vidas são além de momentos. Deuses vêm e vão. Mortais lampejam, brilham e desvanecem. Mundos não duram; estrelas e galáxias são transitórias, coisas passageiras que cintilam como vagalumes e se desfazem em frio e pó. Mas posso fazer de conta.

E gosto, à noite, de escutar as estrelas. É como ouvir quinhentos milhões de guizos... Mas eis que acontece uma coisa extraordinária.

⁠As estrelas não morrem, apenas se transformam em luz que atravessa o tempo, sussurrando ao infinito que um dia brilharam.

E por mais que meus olhos alcance as estrelas, jamais alcançaram o brilho intenso dos teus olhos, e por mais que o calor dos meus braços alcance o calor de um belo pôr do sol, jamais alcançaram o calor de seus braços acolhedores, e por mais que meus beijos alcancem a doçura do mais puro mel, jamais alcançará o doce néctar de seus beijos doces, e por mais que o amor que exista em meu coração alcance a raiz da minha alma, jamais alcançará o amor eterno que um dia existirá em seu coração...

Aprendi que se pode conversar com estrelas, se confessar com a Lua... Que se pode viajar além do infinito!

Às vezes não buscamos as estrelas, às vezes ficamos satisfeitos com o que as pessoas dizem ser o suficiente, e eu não estou atrás disso.

Não é porque o céu está nublado que as estrelas morreram.

“Ele determina o número de estrelas e chama cada uma pelo nome.”

Nem as estrelas do céu, nem as do mar, nem o raiar do dia, nem o entardecer da noite, nada é capaz de me satisfazer como o seu sorriso.

“No Teatro da Vida As Mulheres são as Estrelas Principais... Por que além de Amarem... Perdoarem... Sentirem e Chorarem como Ninguém... Além da Beleza que lhes São Peculiar... Elas é que Trazem à Vida Todos os Personagens...” (Rick Jones Anderson)

Me leve para a lua, e me deixe brincar através das estrelas.

Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão. Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos como um deus e amanheço mortal.

Fui ali no céu brincar com as estrelas, domar cometas e saltar buracos negros. Um dia me encontro, um dia te encontro. Um dia além dos céus, além de nós.