Versos de Declarações de Amor
Voce me motiva e dos meus sorrisos é o motivo.
Motivo que eu motivo.
Motivo que me mantém vivo.
É voce, meu Sol, meu lírio...
Te vejo ao longe e de longe te enxergo.
O vento, de mim, leva a saudade e te sinto tão perto.
Não nego, te quero, me renego e ti mais uma vez, não nego.
Não nego que, você é tudo que preciso.
Não nego que, em seus olhos, encontrei o paraíso.
Não nego que, em seu toque, por vezes, perdi o meu juízo.
Também não nego essa cacimba de amor em que vivo.
No horizonte, vejo o Sol, ocultar seu brilho e mais uma noite, a solidão, vem a ter comigo...
É sobre esse sentimento puro
Leve e harmonioso
É nesse embalo novo...
Na minha vida
Um presente divino, um tesouro
Eu... posso confessar
Que jamais senti algo tão profundo
Sentir a ausência dela
É... abençoar a saudade
Dizendo sim! Que eu amo
Estou te amando!
Não force ninguém a nada e não sofra com o que não depende de você , desapegue. O universo só funciona com boa vibração ,então vibre serenidade! Seja mais amigo de si mesmo e afaste da sua vida tudo aquilo que atrasa o seu encontro com a felicidade!
A vida é muito boa para se viver e, na companhia da pessoa certa a engrenagem movimenta-se, para o pulsar do coração que indicara com delicadeza a direção a seguir.
Seja feliz ao lado de quem você escolheu para viver neste mundo.
Há duas forças na terra que não devemos jamais enfrentar ,uma é a natureza e a outra o amor!
O lenço
Quando for sair leve dois lenços.
O do bolso da calça é para você.
O do paletó é para ela.
Se estiver frio e chovendo
e o carro estiver longe
ponha o seu paletó nela .
Honre ela e seja eterno enquanto durar.
Sabia de você...
O tempo todo sabia.
Apenas isso... Apenas.
Não te tocava, não te via...
Somente sentia, apenas sentia.
No sonho tão fugaz,
às vezes aparecias,
somente assim... Aparecias.
Ao olhar em volta,
as vezes te via... Só as vezes.
No sorriso, no olhar, no falar...
Apenas percebia, as vezes sentia...
Não, não com o olhar... Ainda assim te via....
Ficava quieta e te sentia...
Sintia assim, parecia que te via...
As vezes pensava, será que existia...?
Em outras achava...
Mas é claro, é claro! Sabia...
No luar por vezes te via, sem perceber, mas via.
Assim como nas estrelas, nos raios de sol...
Na chuva que eu adoro e que caia...
Sim, até aí te via...
Do alvorecer ao anoitecer por toda minha vida...
A cada respiro, em cada segundo...
No sopro da vida existias.
E todo o meu ser te sentia.
Em minha existência, toda ela eu sabia...
Existes!
Para a tristeza procure um pouco de leveza
Para o solidão busque amizade
Para a saudade nada melhor que ocupação
Para a injustiça, Deus em atitude e fé
Mas para o ódio, somente o amor.
Se você ficar perto de mim,
tudo ao redor pode desabar
porque me alimento
da sensação maravilhosa
que é te amar.
Ah esse mundo...
Tão repleto de gente, mas carente de seres humanos.
Tão saturado de pessoas e tão precisado de irmãos.
...É que falta o amor que tudo constrói.
Que põe ordem no caos.
É o amor que pode fazer da Criação a exata resposta.
Em teu abraço se aninham meus sonhos. E todos possuem asas e voam em direção a
tudo que há de mais concreto. E se existem, sei que você é a razão.
De tanto cair, aprendemos a levantar.
De tanto tentar, um dia dá certo.
De tanto procurar, achamos o que convém.
De tanto amar, atraímos amor.
Gostoso é você do meu lado me fazendo feliz, me encantando com seu jeito doce. Me dizendo coisas que eu gosto de ouvir. Obrigada por me fazer sorrir quando eu quero chorar.
O frio não existe... Nada mais é do que a ausência do calor.
O mesmo posso afirmar que o ódio não existe, nada mais é do que a ausência do amor de Deus nos corações dos homens.
Sentir é o poema que nos envolve,
O sabor que nos embriaga e envolve,
Aroma que nos sussurra e resolve,
Toque que nos acende e dissolve.
Pele que é tela em que me perco,
Perfume que nos inebria e adormece,
Prazer que nos guia, sem berço,
Contorno que em sonhos me aquece.
Beijo que é promessa e desvario,
Mel que me afoga em seu alento,
Loucuras a dois, em nosso rio,
Cabelos que enredam nosso momento.
Olhar que é labirinto e abrigo,
Voz que sussurra segredos sem pudor,
Enlouquecer é o nosso castigo,
Perfume do desejo, nosso amor.
No doce bailado do sentir,
Em cada sabor, em cada aroma,
Nas pontas dos dedos, no toque a fluir,
Na pele macia, sedosa, com a minha soma.
No perfume que emana, tão singular,
No prazer que nos guia, sem fim,
Seguir o contorno, sem hesitar,
Beijar a boca, em desatino e assim.
Afogar-me no mel que é seu,
Loucuras partilhadas, a dois,
Emaranhar cabelos, num doce breu,
Perder-me no olhar, em meus anseios.
Enlouquecer com a voz que sussurra,
O desejo no ar, palpável e quente,
Numa dança de almas, em loucura,
Sentir o amor, intensamente.
Assim te vejo...
Te sinto...
Permito-me lembrar daquele dia
Daqueles dias...
Suspiro fundo, porque sei que em seguida
virá teu sorriso...
Teu toque...
Teu cheiro...
Tua voz...
Teu olhar...
São coisas tão marcantes e vivas
E por um momento até esqueço
Que são apenas lembranças!
LILIUM
De longe a observo...
Tão quieta...
Parece distante...
Quero dizer-te:
Tu és meu fascínio
Deleito-me por ti
Oh! Menina colírio!
Vou roubar tu, meu lírio
Para um antídoto
E de ti, fazer uso contínuo
Oh! Menina delírio!
Aproxime-se...
Deste lado também nasce o sol
E corre o rio
Há noite, há plantio
Surgem vaga-lumes, cantam os passarinhos
Venha, minha flor!
Não deixarei te faltar suspiro
Pule a cerca, desvie-se dos espinhos
Só depende de tu teu caminho
Oh! Lindo lilium!
Custa-me sonhar?
Um dia atracarei
Mas... Daqui até lá
Vivo a te esperar
É o que me resta...
Pois não posso te obrigar a me amar
Oh! Pequena flor!
Deixe-me sentir teu calor?
“Baixem as velas!”
Berraria o capitão ao ver teu navio prestes a afundar
Do contrário, com os dedos cruzados
Pobre marinheiro...
Naufragou em auto-mar
Pois do amor, não soube desfrutar
Deixando-te morrer por uma flor
Que não sabes desabrochar.
