Versos de Carinho de Deus

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Pensou, conectou. Soltou, colapsou.

A música tem o poder de tocar o infinito.

Um segundo muda tudo, tudo muda.

Café. Vem cá fé.

Usa teu coração com pureza e farás germinar ourodele.

Dor

Quando esta bem
solta em mim farpas
Quando estas mal
me socas com força
As lagrimas que não te mostro
são mais gentis que você
e mesmo assim,
com tudo isso,
Te acho perfeita.

"Instruir-te-ei e te guiarei no caminho a seguir; os meus olhos estarão sobre ti para aconselhar-te."


(Sl 32, 8)

Dor da alma, quem pode entender?
Quem sente ou já sentiu, pode até mensurar, mas verdade é que dor da alma cada um tem. É sentimento particular, peculiaridade do indivíduo SER. Dor da alma transcende a razão, faz chorar o espírito, afasta o amor, traz sensações do esquisito, coisas fora da compreensão.
Dor da alma, quem pode decifrar, qual seja o remédio, para esta extirpar.
Diz o ser em seus ouvidos metafísico sensorial, que sor da alma precede de um grande mal, o EU doentio, cheio de um vazio existencial.
Sorte dos que a alma dói e conseguem reverter, ser liberto à dor da alma, ter alegria de viver.

Fui candidato a vereador, perdi a eleição, mas o meu candidato a prefeito ganhou!!!

Conclusão:
"Na politica derrota com vitoria é o mesmo que café sem açúcar...!"

nene policia

⁠Nós éramos tão felizes, tão unidos.
O que aconteceu para você mudar comigo?

A Mente em Foco na Floresta do Tempo


Na floresta densa da vida, onde o tempo se mistura como galhos velhos, a mente em foco brilha com originalidade. Ela ignora caminhos confusos e corta direto para o agora, transformando a saudade em força para o futuro. A originalidade nasce assim: não no passado triste, nem no futuro distante, mas no agora vivo.
Na floresta do tempo, a mente em foco usa a saudade como luz, guiando para um futuro novo e fresco. O agora é a porta; o futuro, o reflexo.
Assim, ela cria algo único, livre das sombras do tempo.

Tatuagem

Minhas tatuagens marcam o meu corpo, não a minha alma!

Até o casamento

Trocamos olhares e partir daí, nos conhecemos e fomos dando valor a cada dia juntos como se fosse o último de nossas vidas; a paixão sempre se manteve acesa em nossos corações, com o tempo veio um pacote de verdades, emoções, carinhos, respeito, responsabilidades, então; descobrimos que o amor convivia conosco todos os dias; se passaram anos e veio o nosso entendimento sobre a vida a dois, já era hora de nos apresentarmos para os nossos familiares, amigos e toda a sociedade. Esse dia maravilhoso chegou e nós dois tivemos o prazer de dizer, sim!!!

Ciclo de terror

Sofro, por me ver agora;
Choro, com o gosto amargo da derrota;
Minha mente oferece cenas repetitivas e impiedosas, sem pedir permissão;
Grito com meu coração, por ser tão teimoso;
Me debato na cama com a dor da saudade;
Abraço o cansaço, que neste momento é o único remédio que tenho para dormir por alguns minutos, evitando todo este ciclo.

⁠Resistência

A chuva cai lá fora,
Os ventos fortes continuam golpeando a janela,
O frio teimoso, invadiu a casa,
Mas a vela é rebelde e permanece acesa sem ter hora para apagar.

Céu de nuvens

⁠Muita beleza ao mesmo tempo,
A arte ganhando vida em movimentos únicos,
Entre desenhos formados a olho nu, uma imensidão de cenários pedem passagem,
É esplendoroso ver as nuvens correndo quando olhamos para o céu!

Destino incerto

⁠Uma casa perdida na floresta escondida pela sombra das grandes árvores,
a chaminé acesa dando a posição do nada no meio sereno da solidão,
entre as belezas e as dúvidas do silêncio o charme do barulho do pequeno rio e dos pássaros chamavam a atenção,

escurece lá fora, a lenha queima, o cheiro de chá forte é percebido e comentado pô os animais uivantes,
o frio da selva noturna chega acompanhado da saudade e pedem para se sentar,
mesmo sem plateia as lembranças de um passado próximo começam a dar um show,

olhar parado no tempo, lágrimas secadas pelos ventos, surra bem dada pelos sentimentos, a necessidade e a dor dançando juntas ao relento,
fogueira baixa, chaminé acesa, porta fechada, uma decisão é tomada,

ao amanhecer, mochila nas costas, muitas incertezas, porém muita coragem para caminhar na estrada sem destino.

XIII – Visita à prisão
Lembro-me da história do homem que, bravo porque os ratos roíam seus papéis, pedaços de pão, casca de queijo e sapatos velhos, trouxe gatos para que caçassem os ratos; vendo que os gatos comiam ratos e, além disso, um dia lhe tiravam a carne das panelas, outro dia tiravam a carne do espeto, que ora pegavam uma pomba ora uma perna de carneiro, matou os gatos e disse: “QUE VOLTEM OS RATOS.”
Apliquem essa anedota, pois com grandes gatos em lugar de limpar a república. Vocês caçam e comem os ladrões, pequenos ratos que roubam uma bolsa, pegam um lenço, surrupiam uma capa e correm atrás de um chapéu, mas juntos vocês engolem um reino, roubam os bens e assolam as famílias. Infames! Prefiro ratos e não gatos.

Valei-me Nossa Senhora
É assim no grito do vaqueiro
Na arena do rodeio
No coração do tropeiro
É por demais amor
E se alguém dela duvidar
Pegunte a nosso senhor!

" Não quero você apenas com um sorriso,
Com um projeto de vida ou uma esperança.
Não quero nem as circunstancias.
Que te levam a amar, senão na essência.

Não quero outra vez solidificar uma ilusão,
Nem lamentar o elo perdido que nos aproxima...
Pelo que pulsa algo maior.
...
Não quero você, senão inteira,
Sem pesadelos, sem lembranças
Disposta como o vento que atua sempre de gala.
Bravio, quando varre o palco
Ou manso, acariciando a platéia.

Que sejamos assim, areia e mar,
Sem a tempestade, que sempre acompanha,
Aqueles que são capazes de amar..."

Oscar.