Versos de Amor te Amo
Por não poder esquecer
Do amor que me faz sofrer
Do amor que me fez crescer
Do amor que me fez pensar
Do amor que não pude viver.
Negue seu amor e seu carinho... este coração ainda é seu. Diga que meu choro e covarde. Apenas não esqueça do amor no qual sentia.
Negue que você me pertencia. Diga os seu rumores.
Não esqueça que meus versos ja foram para você.
Qual é o gosto do amor?
Talvez nem saibamos.
Andamos muito ocupados para tal negócio falido.
Todos entupidos de planos e tanto querer.
Amor não rende, por isso sempre queremos algo em troca por ele.
O medo de se machucar como desculpa absoluta,
exigências e mais exigências,
guerras de razões,
divisão de culpas,
ausência de perdões,
orgulho disfarçado de amor próprio,
a sede de cutucar, acusar, relembrar, machucar, jogar, ficar por cima,
Tudo ao contrário.
Que tal? Que tal? Que tal?
O medo de machucar alguém.
Exigir apenas pele.
Escolher saliva ao invés de razão.
Culpar apenas o tempo por ser cruel em sua velocidade.
Mais tempo em colchões, sofás, redes, bancos traseiros de carros.
Provocar sorrisos, relembrar uma noite passada, palpitar, ficar por cima, por baixo, de lado, de conchinha.
Que gosto tem o amor?
Patricia Volpe
SEU JEITO
Este seu jeito de ser,
Transgredindo normas,
inventando formas
para meu
amor merecer;
pena não perceber
a falta que faz agora,
todo carinho
que outrora,
fez parte
de nosso viver!
mel - ((*_*))
Amor... Amor... Amor...
Chamo-te sem dor... Nada a interpor
Com emoção... paciência... paixão
Transcendendo a razão
Que seja eleito...
Escolhido, repartido, perfeito
Maiúsculo na dimensão
na manifestação...
Minúsculo na contramão
Desejado, esperado, clamado
Onde sempre estarei...
De prontidão ou adormecido
ali ficarei padecido
no torpor de sua existência
anestesiado pela permanência
De coração desprotegido
garrido... Serei alvo perdido
Se ferido que não seja sofrido
apenas compreendido...
De opinião... Tom maior... Valor
Chamo-te... Amor... Amor... Amor
Luciano Spagnol
Rio, 24/2010, Agosto
5’06”
Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.
O amor é algo inexplicável, apenas sentimos.
HÁ MEL E FEL
Há dores com e sem dignidade
Há sentimentos já sem amor
Há nostalgias realizadas com a lua
Há memórias com negro luto
Há amores perdidos, esquecidos
Há desejos que são fogo em chamas
Há marcas dos teus lábios na minha pele
Há lágrimas que caiem levando sal
Há deceções difíceis de esquecer
Há experiências que correm sangue
Há cicatrizes difíceis de apagar na alma
Há uma forte loucura no viver de hoje
Há quem prefira a mentira à verdade
Há vidas presas no tempo da saudade
Há sentimentos que são mel ou fel
Há amor que não é correspondido
Há feridas que não se conseguem curar
Há vidas que sem amor é preferível a morte.
╭✿
"E lá se vai o tempo
com horas de sonhador
o tempo é todo o tempo
a quem tem tempo no amor,
e lá se vai o tempo"
(Luciano Spagnol
Poeta do cerrado)
Não acho que falte nada na Igreja; Nem Amor, nem fé, nem caridade... Nada !
Na verdade tudo isso falta nas pessoas que não tem caráter suficiente pra assumir seus erros e incapacidades e perceberem por elas mesmas que na verdade dessa maneira elas Nunca farão parte da Igreja de Cristo, a verdadeira e única, aquela que a Bíblia descreve...
Não falta NADA na Igreja, mas falta MUITO nas pessoas pra realmente poderem fazer parte dela de verdade !
"Já chega de futilidades...não ouse tentar amar alguém pela beleza externa,o amor é valioso demais para isso e não irá se prestar a tal papel.
Porque no fim a beleza física sempre acaba e só o que irá lhe restar mesmo é o amor, o carinho e o caráter da pessoa, isso se ela tiver..."
Quem sou Eu
Sou á agua que dá a vida
Sou a esperança sou amor
Sou seu porto mais seguro
Sou o alivio para a dor.
Eu sou a ave que voa
No infinito azul do céu
Sou a fria e densa neblina
Cobrindo a terra com um véu.
Eu sou o calor do sol
Que brilha aquece e queima
Sou a noite enluarada
Que reflete sobre a mata
A mão do senhor que reina.
Eu sou o perfume da flor
Que a abelha atrai
Sou criança mulher menina
Sou mãe sou filha sou pai.
Juce Helena.
Quero um amor
que me faça sair de mim
que me sinta, mesmo quando estiver distante.
Que me queira em cada outra que vir
que me ame como um homem,
mas, me trate como uma menino.
Que seja meu amor,
forte e seguro,
que saiba o que faz e o que quer
mas, com o coração e alegria de menina.
Que tenha cabelos pretos,
assim como os meus.
Mas, que ao olhar-se no espelho
se veja como eu:
jovem e radiante
com ar moleca,
como o menina que conheço,
que mora aqui,
na rua do meu coração.
Leva-me, amor, a este mar
de ondas mornas e discretas,
onde os sentimentos se mesclam
e oscilam entre o mais tranqüilo suspiro
e o mais tresloucado gemido.
Leva-me para além
do que eu possa ver e tocar,
onde a razão me faça vencida,
e a alma, desfalecida,
conheça a bênção dos ventos,
o cheiro das tempestades
e a fúria dos vendavais.
Leva-me
ao delta do insondável,
à confluência dos inverossímeis,
aos jardins negros de Netuno,
aos confins do intangível,
para que eu me guie
pela luz da certeza do impossível
e me faça tua cúmplice
neste destino mais que meritório,
no vale das mais sublimes ousadias,
onde o limite das minhas resistências
seja devorado
pela força das tuas convicções.
Leva-me, amor,
pouco antes que a noite desça
e as estrelas se tornem rivais
neste meu momento de torpor.
Leva-me, amor!
