Versos de Amor para quem Mora longe
"Para o olhar de muitos
Isto é erro
Mas quem é que manda no coração
Tolo e irracional que vive de emoção
Vamos esquecer este mundo
Apenas por um momento
Feche os olhos abra sua mente...
Venha aqui do meu lado
Nesse inverno gelado
Não há lugar melhor que debaixo do nosso edredom
Nada de filme, aperte o play e curta o som
Vem e me lambuza com teu beijo molhado
Minha mão acariciando teu corpo delicado
O clima esquenta já estamos nas preliminares
Nossos corpos entrelaçados
Vem e me ama, bota pra fora todo este prazer
Após esse intenso amor
Deite-se sobre meu peito que te faço um cafuné
Pegue no sono tranquilamente
Estarei aqui pra te proteger mulher..."
A cada uma das lágrimas vertidas
De chegadas, partidas e ou feridas
A cada olhar nas saudades perdidas
Deixo um pedaço de mim...
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
Amar-te é o anseio dos meus dias
E o anseio da minha vida para sempre há de ser
Amar a luz que ilumina o meu viver
O sol da minha esperança que tão perfeito irradia
E o feitiço que encontro no teu olhar
À livrar-me do desamor da escuridão
É mais belo que o brilho do luar
O meu amor nunca farei chorar
Nem lhe darei o amargo sabor da ilusão.
Mentiras que iludem
Vem de quem se estima
Em suas vontades se rompem
A verdade subestima
Mentiras que iludem
Enganando-se estará
Ainda que sempre tentem
A verdade surgirá
Um vazio crescente
Luzes não se acendem
Assim se sentirá
Plantado uma semente
E ainda que tentem
O amor não o confortará
Bela Morena, tão linda
De bela exuberante
Tão única e inigualável
Teu perfume supera os
Maravilhosos cheiros das rosas no jardim celestial.
Teu sorriso erradica toda tristeza.
Morena Bela, tão pura de alma, tão cheia de Deus.
SONETO INDIGNADO
Estes do profundo da indignação
Escritos com o verso suado
Saem dos gemidos do coração
Em tosco lamento articulado
A quem, senão a ti, oh emoção
Objeto do sentido privado
Pode escorrer pela devoção
Dum amor para ti devotado
E se notares são tão rebuscado
Aqui perfilado num certo cuidado
Do afeto que foi centro dos pesares
Saiba que neste indgnado soneto
A ânsia, a lágrima aqui no cerrado
Jamais será reza em teus altares
Luciano Spagnol
Julho de 2016
Cerrado goiano
E se notares são tão rebuscado
Aqui perfilado num certo cuidado
Do afeto que foi centro dos pesares
Saiba que neste indgnado soneto
A ânsia, a lágrima aqui no cerrado
Jamais será reza em teus altares
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
Tento escrever e só tem rima inocente
num papalvo poetar, sem a tal magia
e no complexo o inopinado ausente
Vendo que da mesmice ele não sairia
fico no comum e do belo pendente
e assim me conformo com sua amorfia
SONETO EM FRUSTRAÇÃO
Eu queria compor um soneto diferente
daqueles com harmonia na melodia
que nenhum outro já o tenha na poesia
onde ele possa ser o pódio da gente
Assim quero a inspiração com energia
e que no tempo possa ser ingente
tão e tanto que seja bem inteligente
e a todos reconhecido como ousadia
Tento escrever e só tem rima inocente
num papalvo poetar, sem a tal magia
e no complexo o inopinado ausente
Vendo que da mesmice ele não sairia
fico no comum e do belo pendente
e assim me conformo com sua amorfia
Luciano Spagnol
Julho, 2016, final
Sinto me entorpecida pela sua presença,
Cada vez que nossos olhos se conectam, eu posso sentir tudo dentro de mim se acalmar
Cada vez que nos tocamos posso sentir, meu corpo relaxando depois de um longo arrepio
Cada vez que te beijo posso sentir
Meu coração se expandindo em alta velocidade distribuindo cor por todo meu corpo
Mas agora, tudo está parado, frio, sem cor
E eu não consigo entender o porque e então eu vejo, você saindo porta a fora, indo embora e exclamando nunca mais voltar.
Sem motivos estava para viver
E assim permaneceria se não fosse vc chegar
Devolvendo a alegria para o meu ser
Para sempre em minha vida hei de te amar
Para sempre em minha vida hei de dizer
O quão importante foi você chegar.
O segredo.
O segredo da felicidade
tá num balaio de ternura
num caçuá de fidelidade
no ciúme sem frescura
pra que tenha eternidade
e preciso muita amizade
e muito mel de rapadura.
EXILADO
Quem jogou na minh'alma essa solidão
Que brada angústia com gosto amargo
E à ardente boa ventura causa embargo
Encarcerando está ânsia no meu coração
Quem com mãos frementes teve encargo
De incinerar com silêncio toda a emoção
Se o amor no viver necessita de sedução
E o fado no ter sorte quer este desencargo
Assim, como então sair duma maldição
Oh! Doce e pura felicidade, de olhar argo
Observe, e neste exílio me traga solução
Ah! Desventurado e vil desígnio letargo
Que me vê nesta temerosa e fria prisão
E me algema sem qualquer desembargo
Luciano Spagnol
Julho de 2016
Cerrado goiano
Tem uma hora que você cansa sabe... que as montanhas desmoronam, os castelos se desmancham, e você se pergunta... eu estava mesmo no caminho certo? Se era certo porque está acontecendo dessa forma? Onde eu errei? Promessas desfeitas, sentimentos invertidos, valores que não existem mais. Simples assim!
Aceitamos ou enlouquecemos na esperança de que tudo vai mudar? Já não sei mais em que acreditar mas sei que dentro de mim ainda existe um coração que um dia transbordou de tanta paixão mas que agora adormecido se guarda naquele peito esquecido esperando alguém novamente o tocar!
(ÉRICA MELLO)
NOSTALGIA
Guardo em meu coração
Lembranças de mil amores,
Cada um, uma emoção,
Todas elas com sabores!
Tempos idos... Fantasia...
Bons dias de liberdade,
Onde tudo era alegria
E não havia maldade.
Coração adolescente
Era sempre sonhador,
Pulsava todo contente
Num peito cheio de amor!
Lembrando do meu passado
Sinto tanta nostalgia...
Por ter sido muito amado,
Era feliz... Não sabia!
Que vá [...]
Que o fado me conduza no saber
e assim, então me faça entender
que o bem não está em todos
e também, nem todo abraço
no amor é laço...
Ela gostava da noite
Na noite ela se libertava de cansaço e dores
Na noite ela conhecia amores
Na noite ela bebia e se divertia
Na noite se soltava e todo mundo a conhecia.
A noite, era sua companhia
Era ela, só ela, só dela e nada mais.
