De que serve amar os livros, se o amor não te move à leitura? De que serve ler, se da leitura não extraíres o sumo da ideia? E de que serve abstrair, se não fores capaz de decantar a essência silenciosa que a mensagem, velada, te oferece?
É contraditório o discurso em favor de mais amor e quando há oportunidade (e necessidade), a prática é ao contrário: intriga, fofoca, incompreensão, falta de perdão.
Em cada esquina do mundo, encontramos figuras de força e amor incondicional, mas nenhuma se compara à mãe guerreira. Ela, que transforma cada desafio em um degrau, cada lágrima em um aprendizado. Sua capacidade de cuidar e amar transcende o tempo e o espaço, criando laços invisíveis que sustentam o coração de quem se encontra sob suas asas.