Versos de Amor com Pedido de Desculpa

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Se ao escalar uma montanha na direção de uma estrela, o viajante se deixa absorver demasiado pelos problemas da escalada, arrisca-se a esquecer qual é a estrela que o guia.

A natureza é sábia e justa. O vento sacode as árvores, move os galhos, para que todas as folhas tenham o seu momento de ver o sol.

Pra trás, nem pra pegar impulso!

É um prazer dobrado enganar aquele que engana.

Jean de La Fontaine
O Gato e a Raposa

Que coisa misteriosa o sono!... Só aproxima a gente da morte para nos estabelecer melhor dentro da vida...

Mário de Andrade
ANDRADE, M., Amar, Verbo Intransitivo, 1927

Em todas as lágrimas há uma esperança.

Você é o espectador de si mesmo.

Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre.

Revolução sem dança não vale a pena!

A saudade pura não encontra distância no espaço, nem no tempo, criando de tal sorte um vínculo que, mesmo as almas estando separadas, se sentem unidas pela força do amor.

O Brasil é feito por nós. Está na hora de desatar esses nós.

A vida vale a pena quando você torce para ela não acabar.

E falta sempre uma coisa, um copo, uma brisa, uma frase,e a vida dói quanto mais se goza e quanto mais se inventa.

Porque a vida é assim: quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.

Amar não é prender nem ter domínio sobre alguém, mas consiste em fazer livre a quem se ama e se quer bem, o amor que não promove a liberdade, não convém.

Seja forte, siga em frente, respire fundo, e perceba a importância de se ter braços vazios, pra que se possa ter espaço em si para abraçar o mundo

Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

Ninguém me fere duas vezes e nunca terei duas cicatrizes de um mesmo traidor.

Eu sou incapaz de conceber o infinito, e ainda assim eu não aceito a finitude. Eu quero que esta aventura que é o contexto da minha vida continue sem fim.

Simone de Beauvoir
BEAUVOIR, S. A velhice. 3ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990

Anarquia sem ordem, é desordem!