Versos de Amor Autor Desconhecido
"Ficção não dá o direito a não ter razão.
Muito pelo contrário.
Cabe ao autor, a obrigação de
dálógica a sua obra, do começo ao fim..."
Cúmplice, personagem, autor (a) de um livro não é quem o escreve... Mas quem o inspira ser escrito. Ainda que jamais o toque ou saiba da existência material. O toque já foi dado em cada momento de devaneio, de inspiração, de paixão, de desejo, de raiva, de dúvida... e de certeza...
Eis a dedicatória!
Nem suficientemente louco, nem totalmente lúcido, e já me sinto culpado por isso!
Autor: Pablo Cavalcante Farias
Haikai de Alba Atróz: Obra e filme
(Constructo de Alba Atróz)
O autor contempla sua obra e um filme roda.
Mundo mágico
Autor: Rogério Dantas Nonato
Caicó -RN- 24/01/2023
Brincar, correr, Sorrir,
Pintar na vida uma esperança
Girafa verde cachorro falando
Mundo mágico de criança
cantarolando sem parar
Girando dando as mãos
Esconde esconde amarelinha
Médico Polícia e Ladrão
Dando show no Tiktok
Postando a dancinha
Fazendo fotos no park
Andando na bicicletinha
Ser criança é muito bom
Tem sabor de chocolate
Faz da vida uma brincadeira
Carrossel e bate bate...
*MÁXIMO RESPEITO COM AQUELE QUE É TIJUQUEIRO*
Autor: Pezão da Timba
Pode ser Unidos,
Império ou Salgueiro
Mas se é da Tijuca
Tem de ser Tijuqueiro
Não...
Não vou negar minha raiz
Bato no peito e sou feliz
Com muito orgulho
Sou cria da comunidade
É de arrepiar
Amor verdadeiro
Máximo respeito
Com aquele que é Tijuqueiro
Somos uma família feliz
A nobre irmandade do samba
De amados amigos e irmãos
Ancestralidade de bambas
Canto com amor e emoção
Sou Tijuqueiro de alma e coração
Quando ouvir de longe o meu cantar
SIM...
Vão entender quando eu falar
Máximo respeito
Amor verdadeiro
A força, a garra
E a honra que é ser Tijuqueiro
Eu sou o meu próprio autor:
Nos momentos certos
e incertos
Eu terei a certeza de mim mesma.
Até porque se Eu não existi-se
não existia o autor no meu Eu próprio.
POESIA COMPLETA
TÍTULO: OUTRO TEMPO
AUTOR: SAMUEL THORN
Não tenho um lugar para ir!
Quase tudo deixou de existir.
Apenas ficaram as vozes
Desta escuridão
Olho para todos os lados,
Só vejo um grande vazio.
Parece que estou no meio
Desse mundo carecido
O Sol já não existe.
Só vejo o vulto da lua.
Não existe nada ao meu redor.
Apenas a noite soturna
Desejo muito a solução,
Mas até ela foi embora.
Vou seguir sem direção
No meio dessa escuridão
Brasil- Autor Almeida Jefferson
Como tempo passa,a vida aqui é tão curta como o vento que nos abraça.Quisera eu poder viver nos tempos dos bravos índios que sem medo ou sem temor,lutava com amor,
Brasil terra tão nobre,foi contaminada pelo desamor,desamor de pessoas más que o "eu" é o que satisfaz.
Democracia? Parece soar bonito,quando simplesmente é algo incompreendido. Voltamos aos tempos anteriores onde o rico com o seu reino,pisava com força em seus negreiros.
Em pensar que hoje em dia se repete a mesma história,do Brasil cheio,cheio de mentiras não mais contadas em cartas,mas por jornais que as retratas.
Brasil tão rico,tão intenso,será que perderás o sentido? Terra adorada,será que continua amada? Será o teu filho não foge de lutar ate a morte? Ah palavras jogadas ao vento! Mas te peço uma coisa Brasil,perdoa essas pessoas que te maltrata.
Notas sobre o autor
O complexo da utilidade, é a necessidade de se sentir útil a todo momento. Tal complexo tem alimentado egos e destruído essências. Costuma-se querer ter utilidade pra tudo o que está a frente, mas nem sempre isso é possível. Encarar que não se pode ser útil todo tempo é um terror, mas deve se fazer compreensível que é assim que as coisas funcionam: há tempos para ser útil, e a tempo para não ser, e quando não for, não venha se preocupar com tal, pois ninguém pode ser útil pra sempre. Uma hora a ficha de quem age assim cai, e entende-se que ninguém pode ser necessário todo tempo.
"CONTRADIÇÕES!
Intextualização - Desconheço o Autor.
[Chega de delimitações]
Morre lentamente quem não chora quando jaz infeliz, na pena,
Morre lentamente quem evita às próprias contradições,
Morre lentamente quem não troca de julgamentos,
Morre lentamente quem vira servo da rotina.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Morre lentamente quem não dá perdão,
Morre lentamente quem não adverte,
...até quem não suplica uma graça.
Morre... Quem não sabe sorrir,
... Quem não sabe cantar,
Quem só sabe execrar,
Quem não sabe ser,
Quem me odeia...
Ei! Vai manso,
Pois, Eu...
- Vivo!
Eu...
Vagarosamente, esquadrinho as tuas e as minhas obstinações.
E, por não ser preso a qualquer tipo de preconceito... Certeza:
Não morrerei lentamente em saber que tu existes... E és Feliz!
Idem: Não me irei a passo se não és feliz. É o juízo; Que pena.
A vida é o único livro que o autor não pode reescrever,apagar ou começar do zero;
Pode iniciar um novo capítulo, com novas histórias, novas amizades, nosso emprego, novas paixões, entre muitas coisas novas.
Mas a sombra do capítulo passado estará ali, então cabe a nós discernir como o tratar,
Podemos viver a sombra desse capítulo ou escrever um novo dia após dia, até chegarmos no final do nosso livro.
É preciso muita perspicácia para escrever esse livro, pois esse livro nem sempre aceita corretivo e muito menos uma borracha ou para os mais avançados não tem delete ou Backspace.
E por fim a história desse livro não acaba na livrarias, não tem leitores, e acima de tudo só tem uma edição.
Cabe a cada indivíduo na sua singularidade escrever cada capítulo de seu livro, lembrando que esse livro é pessoal e intransferível, as vezes as histórias se cruzam, porém o livro continua sendo individual. - Flávio Soares
“O que mais vale nessa vida é procurar dar um pouco de felicidade a vida dos outros”.
Autor: Prof. Daniel Victor Poleza
Se Deus o autor da vida acredita em você,mesmo sabendo que somos falhos,quem somos nós de não acreditar em nosso potencial...
Em Deus eu tudo posso,em Deus sou mais do que vencedor!
