Versos de Amor Autor Desconhecido
Sem hesitar você
disse que me ama,
Sem resistências
retribuí a tua chama,
Sem explicação
é o amor que nos
uniu de coração,
O mar que existe
entre nós é apenas
só um detalhe,
A voz de um traz
ao outro serenidade;
Trazes no teu ritmo
a poética inspiração
inefável para sonhar,
e um melhor despertar.
Amor lindo amor,
não basta dizer
que sou especial,
É preciso mostrar
que tens o quê
nenhuma fortuna
na vida pode comprar:
educação emocional.
O amor quando vem
pleno e do coração
de alguém escolhe
ser o endereço
sempre se ocupa
da bondade, do zelo
do tato e do compromisso.
Melhor do que sorvete
em pleno verão ardente,
Amor refrescante amor
que ninguém derrete
e o tempo só fortalece.
Foi o céu que trouxe
o beijo algodão-doce
e o nosso divino amor,
Um sempre irá
para onde o outro for.
O nosso amor quando
nasceu ofereceu muito
mais do que chocolate,
O amor nos converteu
no mais doce vício
e refúgio paradisíaco.
Não é preciso de purpurina
e de nenhum enfeite
para o amor da gente;
que é maior do que tesouros
do Ocidente e do Oriente.
Demoramos muito
para nos encontrar,
O amor chegou
para ficar com
nossos carinhos
feitos de pompom,
O amor grudou
em nós e mostrou
que é prá lá de bom!
Quando conhecemos
juntos o amor,
Foi no abraço mútuo
que rompemos
a casca do ovo
e passamos a viver
um mundo novo.
O amor chegou
alegre e tão leve
como uma pluminha,
que sem perceber
a tua vida passou
a ser também a minha.
Atraídos pelo imã
potente do amor sincero,
perfumado como cedro
e mais forte do que ferro:
selamos o pacto perpétuo.
O amor foi moldado
por nós tal como o barro
nas mãos do Criador,
O amor conquistado
por nós é mais forte
do que titânio e mais suave
do que pétalas de papoula
florescendo a cada ano
trazendo paz e esplendor.
O brilho fantasioso
do latão da vida
nós dois trocamos
pelo amor precioso,
eterno e verdadeiro,
Juntos elegemos ser
um coração inteiro;
E mais emaranhados
do que lã muito além
do que imaginamos.
O meu amor se encontra
na Proa do Monte Roraima
onde as estrelas podem
ser facilmente contempladas,
As oito estrelas beijam
poeticamente o Esequibo
que inteiro as pertence
e o Sol nasce sempre
onde convergem os dois
quadrantes e o destino
do Hemisfério Celestial Sul
escritos pelo Teu desígnio.
O amor nos cobriu
de mel e açúcar,
O teu perfume sexy
ao meu se uniu,
A gente se seduziu
e de ter amor na vida
nunca mais desistiu.
Só com amor
é possível respirar,
E as diferenças
nas mais sutis
fronteiras superar,
Não me canso
de ser grata
à Venezuela
por tudo e tanto;
Ela foi capaz mesmo
com tudo o quê
vem passando
tornou o caminho
latino-americano possível
para o meu povo viver,
(deste oxigênio para nós
jamais vou me esquecer).
Não vou mentir que
ainda quero saber:
da tropa, do Capitão-de-Navio
e do General que preso
injustamente não deve permanecer,
(perdão por não conseguir me conter).
A falta de amor entre um casal não é culpa de um telefone celular. Culpar o telefone é eufemizar o desequilíbrio afetivo que existe
e os olhos não permitem enxergar. O telefone é apenas um instrumento de fuga real e subjetivo para não admitir que o ponto que chegou a relação.
Arroio Trinta
Pedra fundamental
por mãos caboclas,
É Riacho pequeno
beijo de amor infinito
no Vale do Rio do Peixe.
A imigração italiana
plantou lavouras
de ternura e fez
do destino uma cidade.
Arroio Trinta, adorada,
tu bem sabes que te amo
muito mais do que trinta vezes,
além das das horas, dias, horas
meses e por todas as auroras.
A minha oração nas grutas
e no mirante é por ti
e por toda a sua gente,
que ama, luta e segue em frente.
O nosso amor
sempre será
amor por onde for,
seja nas matas
verdes turmalinas
ou nos oceanos
verdes turmalinas,
O quê nos importa
é fazer da vida uma
festa todos os dias.
Atalanta Poética
Minha Atalanta poética,
na tua Serra do Pitoco
dou graças ao teu amor
bonito o tempo todo,
e no Rio Dona Luzia
nado lado a lado
com toda a poesia.
Minha Atalanta poética,
ali na Cascata Córrego
do Rio Caçador
dou graças por todo
o teu infinito amor,
e deslizo nas águas
do perfeito verso.
Minha Atalanta Poética,
ali na tua Cachoeira
Perau do Gropp
em plena correnteza
mergulho na sutileza,
e nela me encontro
escrevendo este poema.
O amor semeado
nas nossas vidas
chegou para ser
regado e cuidado
como uma roseira
perfumada e bela,
E com todo o zelo
para retirarmos sem
medo e com carinho
os espinhos que
aparecerem nela.
