Versos de Amor Autor Desconhecido

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Resta esse coração queimando como um círio numa catedral em ruínas...

O que vem antes e depois do finito, tende a ser infinito.

A palavra pode ser dura, mas a música que envolve a palavra, não precisa ser.

A paz não é um período de tempo, mas uma forma de vida.

Só peço a Deus que a trama das palavras desperte nossas falas e nos ajude a escrever poemas que despertem resposta em quem não sabe responder. Só peço a Deus que o drama dos altares rebrilhe nos olhares e venha em nós se eternizar e faça gerar sonhos naqueles que não sabem mais sonhar...

Uma mulher tem que se olhar no espelho antes de sair de casa, nem que seja somente para sorrir e acreditar que o dia será bom.

Ele é um ególatra. Obcecado pelo poder. E isso só significa uma coisa: se ele não estiver no comando, vai fazer o possível para estar. Ele não vai hesitar em matar, trair e semear o caos.

Tenho medo de respostas apressadas. Elas dizem sem dizer. É sábio experimentar o silêncio do ainda não dito antes de revesti-lo de palavras.

Estudar muita matemática desenvolve tremendamente a capacidade de raciocinar sobre o que não existe.

Deus será mais conhecido à medida que nós O representarmos.

Duas mãos,duas pernas,dois olhos,uma cabeça e um mundo pra consertar.

Eu tenho 4 sorrisos: um quando acho graça, um quando sou irônica, um quando fico sem graça e um quando te vejo.

Sabe aquele ditado que diz: Para toda panela existe uma tampa? Pois é, acabo de ter certeza que eu sou uma frigideira.

Futebol:esporte insano jogado por uns tipos semelhantes a escravos e gladiadores, apreciado por hordas de fanáticos ensandecidos e organizado por maltas de espertalhões.

Shakspeare, em sua obra "hamlet", perguntou se em primeira instância: ser ou não ser? Eis a questão! Diria então a Shakespeare, que prefiro não ser, prefiro apenas estar, e neste estado me fazer independe do sentido. Então estou, mas não sou, nem nunca serei.

O interno não aguenta tinta.

Machado de Assis
ASSIS, M., Dom Casmurro

Mas vale o usar o silêncio como espada, do que usar a mentira como escudo

O veneno do vazio nos mata pela indecisão ou nos ressuscita pela criatividade de solução.

Em 1948, quando começaram a demolir as casas térreas para construir os edifícios, nós, os pobres que residíamos nas habitações coletivas, fomos despejados e ficamos residindo debaixo das pontes. É por isso que eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos.

Cores que aquarelam. Flores que primaveram.