Versos de Amor Autor Desconhecido

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Palavras simples, muitas vezes nos enganam pela facilidade.

Extraviou-se por desfiladeiros de neblina, por tempos reservados ao esquecimento, por labirintos de desilusão.

Provavelmente a cerveja contém hormônios femininos, pois após algumas cervejas se começa a dizer muita besteira, brigar por qualquer bobagem e a dirigir mal.

Ainda tem muita vida pela frente, viva-a. Você merece o melhor.

Estamos tão acostumados a nos disfarçar para os outros, que, no fim, ficamos disfarçados para nós mesmos.

Trata de ser feliz.

Se você odeia o domingo porque amanhã é segunda e "começa tudo de novo", sinal que o que faz durante a semana não é realmente o que gosta!

Triste mundo, que veste quem está vestido e despe quem está nu.

Ame o próximo como se fosse a sexta-feira.

Felizes os que encontram no fim da vida alguém que lhes diga: Você não serve para nada, mas eu não sei viver sem você!

Se você fez um ou mais favores a algum brasileiro, nunca mais lhe negue nenhum, caso o contrário ele passará a odiá-lo na proporção direta do que lhe deve.

A mocidade é uma sublime impaciência. Diante dela, a vida se dilata e parece-lhe que não tem para vivê-la mais do que um instante.

A sofisticação opõe-se à inteligência como a frescura se opõe à simplicidade.

A vida é como um jogo de xadrez, as vezes é necessário sacrificar algumas peças para vencer o jogo, na vida também temos que fazer escolhas difíceis para ser feliz depois!

Quisera que toda vida humana fosse pura e transparente liberdade.

Simone de Beauvoir
BEAUVOIR, S. O Sangue dos Outros, Dom Quixote, 1986

Não é preciso uma verdade nova, uma aventura, para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno.

Que todos os caminhos me encaminham pra você

Vinicius de Moraes
Livro das letras

Nota: Trecho da música "Eu não existo sem você"

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O Brasil é Império, será República e depois será Império novamente.

[É preciso] desinventar os objetos. O pente, por exemplo. É preciso dar ao pente funções de não pentear. Até que ele fique à disposição de ser uma begônia. Ou uma gravanha. Usar algumas palavras que ainda não tenham idioma.

Manoel de Barros
BARROS, M. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000.

Se não pudermos ser bons o tempo todo, sejamos ao menos bem intencionados…