Versos de Amor Autor Desconhecido

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A leitura abre as janelas do entendimento e desperta do sono a sabedoria.

Você é o espectador de si mesmo.

Pra trás, nem pra pegar impulso!

Porque a vida é assim: quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.

A vida vale a pena quando você torce para ela não acabar.

A maioria dos sofrimentos decorre da forma incorreta por que a vida é encarada.

Quando se houverem acabado os soldados no mundo - quando reinar a paz absoluta - que fiquem pelo menos os fuzileiros como exemplo de tudo de belo e fascinante que eles foram!

Sempre que você olhar para o céu e ver que ele não tem fim, lembre-se que meu carinho por você também é assim.

O pequeno príncipe percebeu logo que a flor não era modesta. Mas ela era tão envolvente!

Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre.

"O que fizeram comigo, me criou. É um princípio básico do universo. Que toda ação cria uma reação igual e oposta."

Que coisa misteriosa o sono!... Só aproxima a gente da morte para nos estabelecer melhor dentro da vida...

Mário de Andrade
ANDRADE, M., Amar, Verbo Intransitivo, 1927

O Brasil é feito por nós. Está na hora de desatar esses nós.

Em todas as lágrimas há uma esperança.

A imaginação nos torna capazes de suportar a pungente realidade do mundo. Se pararmos em frente ao espelho, e chegando mais perto, olhar bem nos nossos próprios olhos, saberemos que “nós”, somos verdadeiros sonhadores.

Certamente, algo de fantasia emoldura a vida e dá-lhe estímulo. Entretanto, firmar-se nos alicerces frágeis da ilusão, buscando aí construir o futuro, é pretender trabalhar sobre areia movediça ou solo pantanoso coberto por água tranguila apenas na superfície.

Prazos largos são fáceis de se subscrever; a imaginação os faz infinitos.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Ninguém me fere duas vezes e nunca terei duas cicatrizes de um mesmo traidor.

‎Se escolhemos amar, é bem provável que nosso futuro será recheado de saudades boas. Mas se escolhemos negligenciar o amor que podemos oferecer ao outro, é certo que nos restará nas mãos um cesto de arrependimentos e remorsos.

Eu sou incapaz de conceber o infinito, e ainda assim eu não aceito a finitude. Eu quero que esta aventura que é o contexto da minha vida continue sem fim.

Simone de Beauvoir
BEAUVOIR, S. A velhice. 3ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990