Versos de Amizade
Que Deus abençoe o nosso dia, a família e amigos, e o lar de cada um. Desejo um lindo fim de semana a Todos!
Quem são os nossos inimigos? Quem são os nossos amigos? Essa é uma pergunta importantíssima para a revolução.
Hoje, mágoas e decepções já não me ferem tanto como outrora... Aprendi a ver nos amigos, seres humanos, como eu. Quando alguém nos oferece espinhos é porque desconhece a beleza da flor!
Se os seus amigos conhecem todos os signos mas não conhecem Carl Sagan ou Neil deGrasse, está na hora de repensar seriamente suas amizades
Pode não parecer, mas dar mais atenção aos novos amigos e diminuir a dos velhos, não apenas magoa mas também pode cegar os belos momentos que tiveram e que os velhos amigos se recordam.
Não tenho amigos, tenho irmãos, pois a partir do momento em que você confia em alguém que não é do seu sangue, passa a ser irmão de coração por livre escolha.
Conte a sua idade por amigos, não anos. Conte sua vida por sorrisos, não lágrimas.
Nota: Pensamento erroneamente atribuído a John Lennon. É, na verdade, o trecho de um poema impresso em um cartão de aniversário em 1927, com autoria desconhecida.
...MaisTenho esperança na humanidade. No café quente, tomado no seio da família. Na roda de amigos que se comunicam na presença do calor humano, entre olhares reais. Também acredito, graças a Deus, na bondade das pessoas, na riqueza de coração, na troca de afeto, na sinceridade das palavras. Tenho fé que o errado tenha conserto, que as boas ações sejam exemplos e que o amor arraste multidão. Sou do tipo que fotografa sorrisos, coleciona gentilezas e põe em versos as prosas sábias contadas pelos idosos. E por mais que as coisas se mostrem o contrário do que eu desejo, confio ainda num mundo cheio de vontades por se apoderar da paz, onde os arco-íris dominam os dias, fazendo as horas mais leves, os caminhos em festas e a vida encantada, docilmente melhor.
Quero meus amigos de verdade sempre perto. Minha família sempre ao lado. Gente boa me rondando. O resto eu não quero. Gente que suga, que só quer, que não sabe ouvir, que tem inveja, que não sabe rir de si mesma. Não quero isso na minha vida. Eu quero claridade, entende? Gente clara, transparente. Que pisa na bola, mas entende, volta atrás, se assume.
Dissimular, enganar, fingir, fechar os olhos aos defeitos dos amigos, ao ponto de apreciar e admirar grandes vícios como grandes virtudes, não será, acaso, avizinhar-se da loucura?
A fidelidade aos amigos era antes resultado do costume que da consistência dos afetos.
Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto...
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
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