Poemas curtos sobre a Vida

⁠Pra tudo na minha vida, seja o que Deus quiser.

⁠A vida que levamos vale muito o sacrifício.

Quando repentinamente na madrugada acordamos, é porque a alma escapuliu do sono...As vezes ela quer apenas conversar com os pensamentos confusos e abstratos, e aí se espreguiça e desperta por alguns instantes de nossos sonhos...

Priorize em tua vida, pessoas que sempre estão ao teu lado nas derrotas e conquistas, te estendem a mão ante uma queda e também de mãos dadas contigo te ergue para o céu e contigo esbraveja o teu grito de vitória!

Retrato da vida é quando tua alma se debruça na janela do tempo e em silêncio suspira a cada balançar do vento...

Quando o sorriso se abre a alma se liberta e a vida nos sorri!

Caindo e levantando a vida segue seu baile...

Desperte para a vida, seja livre e voe...

⁠Nada será como antes... Então, viva intensamente como se fosse acabar num instante...

Concilia corpo e alma para que ambos possam se acoplar em sintonia, e faça de tua vida uma dança leve e sincronizada como os pés da bailarina.

Porque a vida também é feita de momentos bobos.

O tempo é uma roda gigante com uma pausa entre o céu e a Terra e faça noite ou dia seguimos em círculos com nossa sina.

Elas se desprendem e lançam voo e quando se percebe continuam e sempre continuarão ali... e é impressionante como o cordão umbilical torna-se tão elástico que vem e volta e as vezes se perde dentro dessa alma gestacional fértil chamada mãe que apenas agora as observa nesse ninho vazio chamado vida.

Já estivemos lá e já estivemos aqui e nesse turbilhão de emoções e sentimentos confusos e abstratos não sabemos se estamos no começo ou no fim do caminho. A vida é um labirinto...

Os poemas são as teclas do piano que toca a melodia da vida. É preciso prestar atenção à essa canção.

exaltar e exultar a solidão e o individualismo é de tal cretinice que até para fazê-lo, você precisa de alguém para ouvi-lo (lê-lo).

⁠Enquanto você viver, continue aprendendo a viver.

Sêneca
Cartas de um estoico, volume II. São Paulo: Montecristo, 2017.

Nota: Trecho da carta 76 (LXXVI), Aprendendo sabedoria na idade avançada.

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Permita que a alegria contagie a sua vida. Mande embora as nuvens escuras e deixa o sol entrar para aquecer o seu coração... A felicidade é um tesouro que não se pode calcular...

A vida é uma busca. Felizes são aqueles que buscam a paz e a encontram... Que buscam a Deus e o sentem consigo.

⁠ O céu, a brisa, as árvores e as coisas boas da vida. É isso que interessa, e o resto? Bem... as vezes é melhor deixar que seja só o resto!