Poemas curtos sobre a Vida
Os Filósofos que me Formaram
Lamentos
De vida
Pouca
Tão pouca
E muito
Louca
De mais
Pretender
Saber
De mais
Pretender
Fazer
Intensamente
Viver
Viajar
Os sonhos
Dos filhos
As fantasias
Dos netos
O que
Enfim
Há de ser
Sobreposição
Não posso desejar nenhuma outra vida, e, não poderia, pois apenas conheço um pouco da minha.
Obtenção
O ser humano só cresce na tapeçaria da vida, onde o Honesto é também o artesão. Por simbiose, por estar perto, você obtém.
Apoiado Pé Direito
Amor
Essa coisa
Deliciosamente
Ridícula
Que faz
A vida
Valer
A pena
Desafio
À percepção
O amar
Entre dois
Tem complexidades
Semelhantes
À relação
Entre
Lado
E diagonal
Do quadrado
São incomensuráveis
Mas
Um
Não
Existe
Sem
O outro
Morro Pede Passagem
Ao mistério
Da vida
Que dele
Somos parte
Se dele
Entender
Não nós
É dado
Pelo menos
Senti-lo
Em toda
A intensidade
E grandiosidade
Longe dos Olhos Meus
É hoje
Dia de março
Dia dela
Água de março
Em minha vida
Primavera
De eterno verão
Amor de Amanhecer
Movendo
Vida
Permanente
Busca
No discreto
Charme
Lógico
Do
Analógico
Ressoar
Harmônico
Fluindo
indagações
Intuitivas
Instigantes
Vibrações
Buscando
Sabe-se lá
O quê
Melancolia
De banco
De jardim
Abrigando
Solidão
Que precisa
De amor
Amor
Que precisa
De solidão
REAL IDADE
Sua vida
Fantasia
Vivida
Sem quê
Nem
Por quê
Deixar
De ser
Na trilha
Em
Que trilha
Assentado
Na pedra
De assuntar
De real
O presente
De referência
O
Que se foi
O futuro?
Ora
O futuro!
Rebeldia
Na vida
Risco maior
Habituar-se
Com
O
Estabelecido
Rebeldia!
Provocar
O pensar
Não
O que
Pensar
Rebeldia!
Envelhecer
Tentando
Rejuvenescer
Rebeldia!
Ter sempre
Em mente
A vida
Rebeldia!
Mesmice
É
Idiotice
Rebeldia!
Na caverna
Retro tópica
De Platão
Rir
Das sombras
Rebeldia!
O Assinar Flautista
Aquele
Ponto
Da
Existência
Em que
Se apercebe
Da
Beleza
Da vida
Apolo
Nem tão
Apolíneo
Dionísio
Mas
Nem tanto
Mênades
Sátiros
Cantos
E
Danças
Flautas
E
Pandeiros...
Deuses
Do
Olímpo
Tão
Paradoxais
Quanto
Improváveis
Pecado Pascoal
Ao mistério
Da vida
Que dele
Somos parte
Se dele
Entender
Não nós
É dado
Pelo menos
Senti-lo
Em toda
A
Intensidade
E
Grandiosidade
Há vê Unidas
Ruas
Por onde
Passa
Ali
Novamente
Passando
Vivências
De vida
Vivida
Vividas
Boas vidas
Jamais
Esquecidas
Estradas & Entradas.
A vida
Em frente
Vivendo
De assim
Viver
Mirando
Bem lá
O horizonte
Bem onde
O céu
Encontra
O chão
De dia
Juntando
Nuvens
De noite
Dormindo
Estrelas
Sonhando
Sonho
Bem bão
O avesso das águas
Guardam o segredo da vida
Segundo
Darwin
O homem
Descende
Do macaco
Pelo visto
Humanos
São macacos
Que deram
Errado
Conjugação Cotidiana
A vida como
Um seio exausto
Assim tão reluzente
Sobre a noite e do mar,
Lhe veio a voz
E só então, foi totalmente a sós
Sentiu-se pobre
E triste como Jó
Da carne nos rasgos
Da febre mais quente
Que
Jamais queimasse
Mas nunca como antes
Nem paixão tão alta
Nem febre tão pura
Em noites de insônia
Que Ela Regresse
Andar
caminhar
Sair
Por aí
Sentir
O pulso
Da vida
ir
Ao Encontro
De
Um tempo
Em que
Culpa
Era
Desperdício
De emoções
