Versos curtos de Saudade
A saudade é companheira determinada a reencontrar o teu olhar, A poesia é alimento para que eu viva a sonhar, E jamais desista de te amar...
Velejando entre a saudade do que foi e a dor do que não poderá mais ser, cá está, partido, o meu coração.
A saudade é uma estrada longa que nos leva ao passado, mas a esperança é o caminho que nos guia ao futuro.
A saudade tem duas faces, uma boa e outra ruim. A boa é conseguir nos remeter a um passado que marcou. A ruim é não trazê-lo ao presente.
E tudo era novo, tão novo que nenhuma saudade morava em mim.
Hoje eu implorei ao vento que leve até você um pouco da minha saudade, que com seus braços infinitos e invisíveis abrace você por mim.
A saudade é uma estrada longa, que começa e não tem mais fim. Cada dia tem mais distância separando você de mim
Dentro de cada pessoa tem um cantinho escondido decorado de saudade. Um lugar pro coração pousar, um endereço que frequente sem morar. Ali na esquina do sonho com a razão, no centro do peito, no largo da ilusão...
Esta palavra saudade que nasceu já adulta por não ter idade. Esta palavra saudade que não tendo nascido, não pode falecer de verdade. Esta palavra saudade é como a Pteta, é como a eternidade.
Não é saudade, porque para mim a vida é dinâmica e nunca lamento o que se perdeu - mas é sem dúvida uma sensação muito clara de que a vida escorre talvez rápida demais e, a cada momento, tudo se perde. Nunca nos falamos, praticamente, nunca nos olhamos. Ficou só aquela vibração de silêncio, muito forte.
A vida parece gostar bastante de ser uma caixinha de surpresas, e eu por sinal odeio surpresas. Quando a gente acha que ta entendendo tudo, começa a se perder… E o legal é que quando se trata da vida, é que nela, nunca ninguém esta disposto a tentar te encontrar.
Para que ser normal se podemos ser loucos? A loucura engana, ilude e muitas vezes destrói, mas traz felicidade. Um homem muito sábio uma vez disse que o amor nos leva à loucura. Tive que discordar, afinal apenas os mais loucos são capazes de amar. Então, por favor, diga-me que vivemos em um mundo de loucos, onde a lucidez é indagável e a normalidade inaceitável.
[…] A gente não se completava, não se controlava, nem se suportava. A gente não servia para nada, muito menos para ficar juntos. Mas bem, tínhamos algo em comum, nós dois odiávamos seguir regras.
Ela era como o inverno e ele como o verão. Opostos, não tinham nada em comum, nada que os agradasse, nada que os juntasse, nada que os atraíssem… Mas que de alguma forma, muito estranha, se completavam.
