Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
O mundo dá voltas,
eu sei que ele dá,
Uma volta para regressar
a Floripa contigo,
Duas voltas para te encontrar
sempre para ser meu par,
Vamos os dois ao redor
da Figueira da Praça XV
de mãos dadas voltinhas dar,
Três voltas para comigo
você se casar,
E outras sete voltas para realizar contigo todos os desejos
para o amor da gente nunca acabar.
Pedir emprestado não é pecado,
uma boa comunicação sempre
faz o seu lado ser agilizado,
A expressão mágica "Me empresta!"
acompanhada de "Por favor"
ajuda muito a você conseguir
que o próximo te faça um favor.
Vamos passear no Caverá,
não nasci para ser Ponaim:
amar é simples para mim.
Amor que é amor não pede
que você seja como Camaco,
apenas pede que seja franco.
Um romance não sobrevive
a base de mistérios e joguinhos,
e sim de paixão e muitos carinhos.
A Flor-de-Maio pendurada
na sua varanda é o signo
que não te deixa esquecer
que você me quer no teu
o tempo todo no seu caminho,
De maneira inefável
você está abrindo rotas para
que o amor permaneça inabalável,
porque o quê já existe é incrível.
No Dia dos Namorados
receber poemas ou Petúnias,
Manifestar ternuras públicas
em tempos que demonstrar
afetos é algo revolucionário,
Entrego mais de mil inspirações
aos apaixonados para que
sigam acordados no amor
e desfrutando de silêncios
apaziguados que sejam
com vocês dois enlaçados.
Quem usa a língua
em prol da destruição alheia
Vive como Bruxa pensando
que nasceu Sereia,
É um tipo de pessoa muito
pior do que o Minhocão,
Com pessoa assim não tenho
paciência para fazer média não.
Bravia capturei a essência
da poesia das Musas
para colocar aos teus pés.
O teu amor tem me feito viva.
Você me corteja por dentro
e com os olhos fechados
põe o meu coração batendo.
Serei a sua magna conquista.
Algo me diz que é a primeira
vez que estamos namorando
de verdade mesmo sem ver.
Assim tens me trazido todo o dia.
Rodeio no Dia de Santo Antônio
Chove e faz frio por aqui
no Médio Vale do Itajaí,
e um ama o outro em silêncio.
Tens deixado todo o dia claro
que por mim está apaixonado,
e eu finjo que não vejo.
No Dia de Santo Antônio
vivo aqui em Rodeio
o nosso romance com o tempo.
O vento sul balança
as flores da Manduirana,
O meu coração jamais
na vida me engana:
Ele me diz que você me ama.
No tempo do florescimento
das Paineiras Rosas,
Irá florescer o seu sentimento
de doce paragem amorosa,
no teu peito terei acolhimento,
nos aceitarei com fé absoluta
e sem nenhum questionamento.
A brisa gelada sopra
e balança a Grandiúva,
A seda do nevoeiro
a envolve com doçura
e te envio este poema
para quem sabe conseguir
que você me queira só tua.
A Corticeira-do-Banhado
é testemunha de que
o amor está predestinado,
E sob a proteção dela
nos tornaremos o poema
e o casal mais apaixonado;
A intuição sobre nós dois
tem todos os dias antecipado.
Dança a Corticeira-da-Serra
e se enfeita pouco a pouco
para embelezar a nossa terra,
Falar sobre o tempo, o amor,
escrever todos os dias ao poema
mantém vivo o meu interior;
Estar sozinha não faz com
que eu me sinta diminuída,
Sozinha ou acompanhada o quê importa é estar de bem com a vida.
Se eu pudesse comparar
os teus olhos compararia
com as Cerejas do Rio Grande,
Você me olha com delícia,
e me faz querer ser poesia.
O Angoéra anda
lado a lado comigo,
o tempo todo me alegra,
sempre me rege, protege,
e jamais permite
que o desânimo domine
e a tristeza permaneça
guiando o meu caminho.
Os teus olhos observando
os meus passos lembram
o voo do Sabiá-Laranjeira
ao redor do Chal-Chal,
E fazem sentir como se eu
fosse um poema sem igual.
Grápias poéticas
enfeitam o meu olhar,
Em você todos os dias
não paro de pensar
e de toda a minha poesia
você não vai escapar:
O amor encontrou o lugar.
Duvidar da sabedoria
dos antigos pode vir
a ser um contrato de risco,
Nadar na Lagoa Vermelha
pode te oferecer perigo
e pode ser que você
não volte mais deste desafio.
No caminho enchi a cesta
de Sete-Capotes para você,
E encontrei Pata-de-Vaca
para te fazer um chazinho,
Com o meu amor vou
tirar todo este friozinho
e ler um poema com carinho.
