Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
Quando se segue um caminho, rumo a uma mudança na nossa vida, não vale a pena parar para cheirar as rosas, digam os famosos livros de autoajuda o que disserem. As rosas têm espinhos, e cheirá-las pode ter muito maus resultados.
As mentiras têm vida. Elas vivem. Depois de as contarmos, temos de cuidar delas, de as alimentar, acarinhar, de lhes dar atenção, fazer companhia… dar amor e afeto, talvez, como qualquer outro ser vivos pelo qual somos responsáveis.
Não acredito que o homem seja feito para a quantidade, mas para a qualidade. As experiências, se alguém vive para colecioná-las, nos abalam, nos oferecem horizontes utópicos, nos embebedam e confundem.
Para escrever, como para viver ou amar, não devemos apertar, mas soltar, não segurar, mas desprender.
Você começa a viver quando para de sonhar consigo mesmo, quando para de construir castelos no ar, quando se familiariza com a realidade, seja ela qual for.
Quando cada um espera que o outro viva no seu mundo e sempre esteja lá para participar de suas atividades favoritas, uma batalha do egos inevitavelmente se desenvolve.
As coisas que percebemos como belas podem ser diferentes, mas as características verdadeiras que atribuímos aos objetos belos são semelhantes. Pense nisso. Quando alguma coisa nos parece bela, tem mais presença, nitidez de forma e vividez de cor, não? Salta aos olhos. Brilha. Parece quase iridescente em comparação com o tom mortiço de outro objeto menos atraente.
Tudo que sabemos é que nos sentimos fracos, e quando controlamos outros nos sentimos melhor. O que não compreendemos é que o preço dessa sensação de se sentir melhor é a outra pessoa. E a energia que roubamos dela. A maioria das pessoas passa a vida numa caça constante à energia de outra.
A viagem é muito mais recompensadora quando deixa de ter que ver com a nossa chegada a um destino e se torna indistinguível de vivermos a nossa vida.
