Versos Curtos de Amor Ciumes
Eu nunca pensei que dormir essa noite seria tão difícil
Estou vendo uma lágrima caindo do céu, não é?
A felicidade vai me deixar assim que a noite acabar
Eu sei disso, porque a felicidade tem medo da escuridão
Ó só pra constar.
Te desejo tudo de bom e nada de ruim.
Falo em alto e bom som, sem alterar o tom.
Vai ser feliz assim, bem longe de mim...
Quando à vi sozinha naquele jardim,
logo me encantei por ti.
Corri na sua direção para não perde-la de vista
Eu a queria só pra mim
Estava ansioso sim, para conhecer a fragrância do seu perfume, que nem percebi o quanto que me feri.
Naquela tarde descobri não só a delicadeza da sua beleza, mas também a estupidez dos seus espinhos, e acabei por sangrar sozinho.
Na complexidade da minha mente, me perco e não me acho. Inadaptabilidade!
Tento encontrar neste mundo um lugar onde me encaixo. É aí que fracasso.
Mas, resisto ao irresistível
Aquieto a minha inquietude
Incomodo a minha comodidade.
Solícito a solitude.
E na lucidez da minha mente,
Me convenço e me convido a ser feliz.
O que começamos juntos ontem, hoje já não existe mais.
O que vivemos um dia à dois,
Pra mim tanto fez, pra você tanto faz.
Vida que segue, cada um que busque a sua paz.
De tanto me doar, me esvaziei.
De tanto me entregar que a escravo cheguei.
Foi de tanto pensar em ti, que de mim esqueci.
Tanto que acreditei, quanto que me enganei
Todo bem que te fiz, todo bem que te quiz.
Pra ti tanto fez, pra ti tanto faz.
Pensamento voa como o vento,
Alguns eu corto as asas e seguro
Esses me fazem bem!
Outros, quero mais é que voem pra bem longe e além.
Um dia amei, do meu jeito amei
De qualquer jeito amei
E por ser inconsequente e negligente.
Perdi tudo que conquistei
Um dia sem flores, arco-íris sem cores
O que me restam são só dores
Sua voz que martela em minha mente
Da nossa história de fracassos nós dois somos os autores.
O pão da minha fome.
A saudade que me consome
Tanto quero pão, quanto quero o vinho
Tua atenção, teu carinho
Que diante dos meus olhos somem.
A espreita está o meus adversários.
O inimigo de minha alma
E o Mundo querendo me tragar
Juntos em um complô
Tramam me aniquilar
Pequeno sou contra todos
Mas dentro do meu ser reside um que é Maior e vai por mim lutar.
Busco insistentemente desvendar os mistérios da minha mente
E toda a sua complexidade
Enfrentar o que está oculto
Tentando encontrar a verdade
Que me define
Que me faz um ser tão insignificante e ao mesmo tempo tão interessante.
É absolutamente absurdo, ficar se fazendo de surdo.
Com tantas verdades sendo ditas
E por falta de pensar o corpo padece.
O indivíduo diminue, não cresce
Caminhando em ruas tortuosas, perece.
Não constrói degraus,e a vida segue cega.
Cavando a sua própria cova, ao precipício ele desce.
Quando a minha mãe morreu
Quando o meu pai não me reconheceu
Quando o meu estômago de fome doeu
Quando a rua me abraçou
Quando as grades me cercaram
Quando a droga me conquistou
Quando o meu amor me deixou.
Só me restou, lápis e papel
O rap e Deus!
Deus é meu escudo e minha luz
Meu anjo da guarda sempre me conduz
Sempre com Deus nunca temo o sombrio.
Creio, oro e confio
Os filósofos da sabedoria, de palavras a sílabas, caminharam a despedida, escrita na lápide da razão. E em prantos sem esperança, ao escreverem com coração, se esqueceram da filosofia dos sábios. Agora só lamentam. Cegos e com sede de tempo.
Mas não há mais tempo. Pois enquanto se indagavam sobre a vida, a vida passou.
Enquanto discutiam sobre a morte, a morte chegou.
Que se dane o quanto em dinheiro eu gastei.
Não me interressa se o filme não foi dos melhores.
O que realmente importa é cada momento que desfrutei ao lado deles. E isso não tem preço, é único.
Filhos eu tenho e meus filhos tem pai !
Sou comum como muitos uns.
Tenho de tudo um pouco, e por pouco não tenho nada
Mas esse tudo que tenho, é o nada de quem tudo tem
Pois quem por pouco não tem, somente o muito de tudo convém
E nada do pouco se vale, pois já de tudo se tem.
Pensei que meus sentimentos fossem feito de aço.
Mas a cada palavra sua eles como vidro se estilhaçam.
