Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

⁠Falamos que aquilo é amor, mas em nosso coração sabemos que não passa da mais louca obsessão, somos obcecados.
Muitas vezes ficamos presos à vontade do outro não à nossa,
E isso nunca será amor.

⁠Amor e Safadeza.
É como fogo e gasolina, onde um toca o outro incendeia.

Dizer eu te amo é fácil, difícil mesmo é nomear aquilo que mal sabemos sentir, difícil é dizer o que nem todas as palavras do mundo poderiam expressar sozinhas. Por mais que se fale sobre o amor os signos não o alcançam por si.

Inserida por gouveper

O amor-próprio contribui mais para nos enganar do que o artifício dos outros.

Esta coisa absurda e magnífica, entre o muito mau e o bem supremo, que se chama com ligeireza amor.

Os tiranos do amor foram sempre reverenciados.

O amor nos outros é para nós quase sempre incompreensível.

Irmãos, a um mesmo tempo, Amor e Morte, / criarei a sorte. / Coisas assim tão belas / no resto do mundo não há, não há nem nas estrelas.

As mulheres escreveram o poema do amor; os homens comentaram-no, mas não o compreenderam.

O amor é a paixão das grandes almas e faz-lhes merecer a glória quando não dá volta ao juízo.

O mais belo momento de uma mulher (...) é aquele em que, seguros do seu amor, ainda o não estamos dos seus favores.

O nosso amor-próprio suporta com mais impaciência a condenação dos nossos gostos que a das nossas opiniões.

O amor, como a vida inteira, está cheio de lugares-comuns.

Impõe-se ter mais espírito para inspirar amor do que para comandar um exército.

A castidade é a sombra do amor.

A espécie compromete-se com um casal a que haja amor entre os dois. Mas logo que se apanha servida, vira-lhes as costas e eles que se arranjem.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992

Amor, fascinante amor, o campo é o teu templo.

O lisonjeiro conta sempre com a abonação do nosso amor-próprio.

O amor é um desejo de beleza.

Mas de vez em quando ergues-te ainda frenético, como esse velho de que se conta que fazia amor uma vez por ano....

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992