Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

O amor é a única coisa que pode quebrar as correntes do passado e libertar o futuro.

A vida segue, e com ela, a oportunidade de reescrever a história com mais amor e respeito!

O amor verdadeiro é saber priorizar o que realmente importa, como o bem-estar dos filhos!

A separação é um novo capítulo, onde o amor pelos filhos é a página que não se fecha!

Quando o amor acaba, o respeito e a dedicação aos filhos continuam!

Um dia, o amor que hoje dói, vai se transformar em uma lembrança de como crescemos juntos, mesmo separados.

O maior risco do amor não é amar e ser trocado. É desmontar-se por amor e, ao ser trocado, descobrir que não se lembra mais do projeto original de si mesmo.

No silêncio dos instantes, o amor revela sua forma mais verdadeira — é na simplicidade que ele se torna infinito.

Na leveza do sentir, tudo encontra seu lugar — porque o amor verdadeiro vive no simples.

O que é verdadeiro não precisa de muito — só presença, na serenidade onde o amor floresce.

Entre o céu e o peito, existe um amor que basta — sereno, inteiro, sem esforço.

O amor mora nos detalhes que a pressa não vê — e é ali que o infinito se faz simples.

No simples do existir, o amor acontece — sereno, inteiro, como se o universo coubesse em dois corações.

O amor te faz desmoronar. O tanto que salva, pode te matar. Quebrar em mil pedaços, no inferno te fazer dançar.

"Quando o amor anterior é substituído, o actual pode ser amargo"

O Amor dos tolos,enriquece a importância;do pertencer a si mesmo.

A galera fala de amor como se fosse comercial de margarina, tudo limpinho, tudo certo. Mas a gente sabe que o amor real é o que acontece no meio do caos, naquela correria entre Marechal e a paz de Itaipuaçu. É o amor que sobrevive à distância, ao cansaço e a essa mania que a vida tem de tentar passar a perna na gente.

Na bolha do amor devemos injetar uma bolha de razão, para que o amor se movimente com equilíbrio. Porque o amor em sí, não calcula, apenas ama, e pode precipitar-se no labirinto da paixão. Francisco Meirinho

Não somos donos de ninguém, em sentimento não se manda,o amor é livre, não sufoca e não força ninguém a mudar, ao contrario ele sobrevive acima dos defeitos e das falhas... E digo mais não adianta viver de aparências pois um dia todas as mascaras caem...

O amor: atrapalhado como um albatroz — e elegante como um cisne.