Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

CORPOS DESEJOSOS

Sem qualquer alarido
Repousei minhas mãos
No teu corpo trêmulo
Nu, palpitante, aquecido!

Olhaste-me com desejo
E tão profundamente
Que nem se quer precisei
Desabotoar-lhe o vestido!

Corpos tensos no cortejo
Dançando febrilmente
Arrepiados, impacientes
E aos pouquinhos no bailado...
Fomos perdendo os sentidos!

Inserida por genesiocavalcanti

Poesia marginal
é aquela feita em qualquer esquina
de qualquer lugar, por qualquer ser pensante.
Seja ela de criticas sobre a vida...
Ou o desabafo de um amante
que não segura as palavras
em seus pensamentos
e as transbordam em
tinta e papel, de
qualquer lugar
em qualquer
esquina.

Inserida por Juniorfrio

“Eu consigo com uma frase deslumbrar um dilema,
estando só o dilema se torna uma vivida eloquência.”

Inserida por santos-sp7

“24 horas acordado sonhando com você...
O que você desejaria, que eu fizesse há mais por ti?”

Inserida por santos-sp7

“Não sou louco por Ti!
Sou louco por tudo que contém em Ti.
Ah, este meu coração bobo acaba comigo...”

Inserida por santos-sp7

QUANTO TEMPO O TEMPO ESPERA?

Quanto tempo o tempo espera?
Um minuto, um segundo
Talvez espere dias, anos...
Depende do que se espera
Pra esperar nesse mundo!

De uma coisa tenha certeza
Vá devagar, preste atenção
Tudo tem sua hora certa.
Não atropele, nem desespere
Pois, aquela vexatória pressa
É inimiga da perfeição!

Inserida por genesiocavalcanti

ACRÓSTICO

Aquela luz que brilha
Mais intensa lá no céu
Olhar mais puro, sincero
Alma linda que irradia...
Mesmo se fosse centelha
Amar-te é um privilégio
Romântica sempre espero
Você que meu amor vicia
O mais lindo jeitinho de ser
Começo, meio e fim
És tudo para mim!

Inserida por genesiocavalcanti

LÁGRIMA QUE CAI

Se cada lágrima cai, da ilusão
vinda do coração
há uma fenda
por onde a emoção tenda

há de então fazer oclusão
com a razão
e na paciência de condutor
abrir as comportas do amor

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Dia a pós dia os tolos vão se tornando imperceptível aos meus sentidos.
De extrema pequenezsão invisíveis .

Inserida por AlineCairaG

O erudito fala porque tem algo a expor expressar, informar.
O enfatuado comumente tem algo a dizer.

Inserida por AlineCairaG

SER LIVRE PARA AMAR

E depois que decidi
Ser livre para amar
Tudo mudou de lugar!
Onde havia medo
Ressentimento, dor
Infelicidade, ódio, temor
Abriu-se de par em par
As portas do coração
Para um novo endereço
Repleto de alegria e amor!

Inserida por genesiocavalcanti

BEIJANDO TEUS LÁBIOS

Quando beijo teus lábios
Me perco na ilusão
E viajo por entre nuvens
Abraçando cada estrela
Como um viajante sábio
Em permanente sentinela
E solvo cada espaço
Existente dentro de você
Sua voz, seu ar, seu calor
E tudo mais para lhe conceber.

Inserida por genesiocavalcanti

VERSOS NÃO SÃO OBJETOS
(Para um leitor desinformado)

Não escrevo versos
Como se fossem objetos.
Objetos que se manipulam
Em feitos ou pedidos
Que a qualquer preço
Se cobram, estipulam...
Isso seria poesia?
Meus versos são escritos
Com a delicadeza d'alma
Que se enche de orgulho
Quando vê esborrar no papel
Sentimentos de amor e magia.

Inserida por genesiocavalcanti

DITO A MIM MESMO

Tenho dito a mim mesmo:
Nunca se deixe enganar
Por aplausos, elogios rasgados.
Quanto mais serenidade
Menor será a soberba da vaidade!

Inserida por genesiocavalcanti

DEPOIS DO CHORO ALIVIADO

Não choro mágoas
Deixo que escorram
Dentro d'alma
Para que se transformem
Em aprendizados
Em conflitos serenados.
Melhor que deixá-las
Escorrerem pelos olhos
E assim não me embromem
Depois do choro aliviado.

Inserida por genesiocavalcanti

AOS POUCOS

Aos poucos
Fui apagando de minha vida
Seu rosto, seu corpo
Seu andar, cada vontade...
Fui esquecendo cada momento
Vivido, consumido, distraído
Como se nunca tivesse acontecido.

Aos poucos
Fui esquecendo seu nome
Cada promessa feita, jurada
Quando na sede de amar
Sem sentir, medo, dor ou fome
Acalentávamos nossa história
Rompendo no céu a madrugada!

Inserida por genesiocavalcanti

O PÁSSARO E A FELICIDADE

Quando muitas vezes
Olhando a foto na parede
Percebo que a felicidade
É como pássaro desgarrado
Que pousa em nosso ombro
Feliz a cantar!
Aí, nós o alimentamos
Damos-lhe o de beber
Fazemos-lhe todas honrarias
E depois...
Depois, ele torna a voar!

Inserida por genesiocavalcanti

SEM PRESSA, SEM DEMORA

E vou tateando
Em teu corpo sedento
O prazer do teu querer
Que pede, implora
Sem pressa, sem demora
E sigo celebrando
Cada toque a vibração
Percorrendo desvairado
Como quem tatua gravando
O prazer da satisfação!

Inserida por genesiocavalcanti

TUA BOCA, TEU BEIJO

Da tua boca, do teu beijo
Reviro madrugadas
Na constante ansiedade
Que só faz aumentar
O desejo de querer te beijar!
E no silêncio incontido
De uma suposta felicidade
Beijo-te com tanta intensidade
Que tem horas que nem sei
Se me encontro sonhando
Ou se sonho miragens
Na ficção da minha vontade!

Inserida por genesiocavalcanti

MEUS RETALHOS

Meus retalhos
Guardo-os organizados
Dentro de minh'alma.
Ao invés de jogar os entulhos
Vou Juntando cada pedacinho
Como se fossem conselhos
Recebidos como ensinamentos
Para que no momento final
Sejam avaliados e quem sabe
Numa amostragem de releitura
Possivelmente, transformados
Em vestes alvejadas, limpas
Sem marcas, sem sujeiras
E sem quaisquer amarguras!

Inserida por genesiocavalcanti