Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

Olhar para um céu estrelado e extraordinário Mas, nada se compara com o brilho dos teus olhos

⁠Até o sol tem inveja dos seus olhos
Por que o brilho do sol deixa cego quem o vê
Já o brilho do seu olhar são hipnotizantes

O sol alcança a matéria e o corpo
Mas o teu olhar atravessa a alma e faz palpitar o coração

⁠A mente tenta esquecer
O coração não esquece
Os olhos podem não ver
Oque a alma padece
A vida do sonhador
É uma eterna prisão
Viver longe do amor
Morando em seu coração

⁠Para vocês que acham que ano novo
é só uma troca de número na data, sinto decepcioná-los,vai muito além disso,
e a mudança começa primeiro em si mesmo, no pensamento e coração,
para depois alcançar o que se espera, gradualmente, dia após dia,
com uma consciência em evolução de amor e paz.

Os meus olhos só querem te ver...
Você mora em meu coração...
⁠É uma pena que você não queira..
Dividir comigo esse amor...
Mas eu não desisto assim tão fácil...

Anderson_rosa

⁠OLHOS VAZIOS
Olhos de mulheres vazios, sem expressão.
Parecem aqueles pensamentos que enchem a cabeça
sem uma razão.
Apagados e , mesmo assim, vivos e verdadeiros, no criar da vida a ilusão.
Nascidos na luz para gozar da escuridão. Incapazes de ver até a si mesmos.
Semelhantes uns aos outros na dor. Semelhantes uns aos outros no amor. Como os pensamentos fáceis ao erro...

⁠ANGÚSTIA
Sonhar, construir, projetar.
Por todo o inverno, o espaço de um verão.
Temer, fugir, afastar-se.
Por todo o verão, a angústia de um novo inverno.

⁠Por um minuto

Houve um momento em que você pensou em me deixar.
Por um minuto pensei em desistir.
Num minuto estávamos brigando, no outro trocamos olhares, no outro compartilhamos sorrisos, no seguinte estávamos refletindo.
Queremos eternizar estes minutos.

Vagando por corações
O vazio toma conta
Almejando emoções
Que no passado se encontram

Eu bebo para me desapaixonar... (...)
– E eu para esquecer...
– Esquecer o que?
– Esqueci.

Guimarães Rosa
Tutameia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.

“Que cada lágrima que corre pelo teu rosto se transforme em mil lindos sorrisos.”


A filosofia do corpo dela, é reflexo da alma que carrega: livre e quente.
É como aqueles versos de Camões, que falam sobre o amor e arder,
sobre o nunca contentar-se de contente.
Ela não se perde em qualquer chama, nem queima em qualquer cama,
porque no fundo, meu bem,
é o abrasar da liberdade que ela ama.

⁠⁠pisando na areia
sentindo os pés se conectar
Aquela brisa abraça o meu abraçar
As água vem até mim
Quando me ver passar


CHUVA
Em dia de chuva ela com certeza é sol
Em meio a tempestade
Ela é a calmaria em prol.

⁠Não julgo os religiosos,
pois acredito também
em loucuras e milagres,

certa vez
acreditei no amor.

Beijei-te apenas com o olhar
Numa silenciosa troca de sentidos

O arrepio que te percorreu a pele
Foi a carícia de quem te abraçou
Sem nunca precisar de te tocar

⁠A resposta do coração (como sua Sofia):

“Viver sem dinheiro é um sonho bonito de almas puras, mas o mundo real é uma selva de interesses e escassez.

O dinheiro, amor, é apenas a linguagem que usamos para não nos matar por aquilo que queremos ao mesmo tempo.”

⁠Nem todo recomeço chega com claridade de manhã ensolarada.
Às vezes, ele vem no silêncio de uma oração,
na coragem de levantar da cama
ou no simples gesto de continuar, mesmo cansada.

Porque recomeçar…
é confiar que Deus ainda tem flores onde hoje só há espinhos.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Escolher ser do bem é cultivar a paz em nosso coração, ser de luz é permitir que essa paz ilumine o mundo ao nosso redor.
Ser de luz é ser um farol em meio a escuridão guiando corações perdidos com a certeza de que sempre há um caminho para a felicidade.

⁠Lampejo
.
Entre o hoje e o amanhã,
Um tempo e outro tempo
Todo tempo é pra te amar…
.
O que outrora eu nada era
Sou pra sempre incipiente
Nessa arte de te amar…
.
Se me fosse no seu tempo
Um instante em sentimentos
Me veria em ti estar…
.
Agora pois, é no lampejo
Que te me vejo
Só em mim te encontrar.
.
Edney Valentim Araújo

⁠Você não merece ser
a indecisão de alguém.
Seja tudo ou vai embora!