Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração
Plantei no coração
Versos Intimistas
como quem planta
Taperebá para o amor
crescer e surpreender,
Quando menos imaginar,
estarei dentro de ti
florescendo e frutificando,
e estará prá valer amando.
Dezembro chegou, com luz e calor,
Abraços que aquecem, renasce o amor.
Fim e começo, promessa e magia,
Um laço de tempo que traz alegria.
Então, que venha com riso e ternura,
Com paz que acalma e amor que perdura.
Dezembro chegou, trazendo alegria,
Um presente embrulhado em pura magia!
Que cada manhã seja um convite para viver com intensidade e amor.
Assim como o sol que nunca falha em surgir no céu…
… temos dentro de nós a capacidade infinita de recomeçar!
Não tenha vergonha de expressar o amor!
Pois o mundo vive em guerra por falta dele...
(Saul Belezza - Patife)
Saul Freitas
23 de maio de 2014 às 15:01 ·
O que o amor é? Alem de uma droga que nos vicia,
que faz os sentidos não ter sentido, loucura pura,
e que nos faz mais perdido a cada encontro, só desculpas,
e não deixa dois seres ser um só, e nem arruma uma saída...
(Saul Belezza -Patife)
Que nunca nos falte:
O pão de cada dia.
A ceia do final de ano.
A sabedoria de um pai.
O amor de uma mãe.
O valor de uma amizade.
O calor de um abraço.
E o amanhecer de um novo dia...(Patife)
Piedade em:
• Hebraico (חֶסֶד - chesed): bondade, misericórdia e amor leal.
• Grego (εὐσέβεια - eusebeia): reverência e devoção a Deus.
• Latim (pietas): dever, lealdade e respeito à família, a Deus e à pátria.
• Português: compaixão, misericórdia e amor altruísta pelo próximo.
O amor liberta cada um de si mesmo, para ligá-lo ao outro, constitutivamente,
e possível respirar sozinho, comer à parte, dormir sem ninguém
mas não amar
é sempre em si e fora de si, o outro primeiro
O amor é esse enigma que inverte tudo
— O que é o Amor?
— Amor é: a minha mortalidade humana unificada à imortalidade do que sinto por ti.
Amor Sem Ordem Alfabética.
Gosto quando observas a minha invisibilidade.
Gosto quando me respiras debaixo de água.
Gosto quando fazes barulho com o teu silêncio.
Gosto quando iluminas o escuro do meu poema.
Gosto quando as nossas feridas escorrem Amor.
Sinto este apocalíptico amor
cerzido em carne viva
no tecido transparente do osso
submetido a formas anatómicas
irremediavelmente inviolável.
Fomos Todas as Partes do Amor.
A manhã fugiu da minha boca
para a tua boca.
A tarde pulou das minhas pupilas
para as tuas pupilas.
A noite voluptuou-se do meu corpo
para o teu corpo.
Nesta constante dupla infusão
fomos todas as partes do Amor.
E no peito das nossas almas
existe uma certeza: em todas as vidas.
