Verso de Declaração de Amor

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⁠Nunca houve um roteiro
E muito menos horário marcado
Você apareceu sem que eu pedisse

É disso que se trata a estrela cadente
Ela não dá o que desejamos
Ela dá o inesperado

Te gostar foi inesperado
Mas te amar é um fato
Seu olhar no meu
Colisão de duas estrelas

Inserida por LauryLorena

⁠“É necessário que as almas se digladiem, antes que os corpos se unam”.
É do confronto que nasce a exposição. A batalha gera a dor e quando dói ferir o outro, então você percebe o amor. E odiamos ferir o coração de quem amamos, pois estamos ferindo a casa que nos abriga.

Inserida por williamfrezze

⁠Errei em prometer tudo
pois
meu erro não foi falar isso
É dizer que ter tudo basta......

-Mbuvane

Inserida por Sergiombuvane

⁠A felicidade é dos maus
Dos invejosos que a roubam dos outros
Dos crentes que julgam
De Deus

Inserida por maria_bomfim

⁠Equidistante

Por ora chamo eu esse momento estagnação.
Pois outrora bons momentos entraram em desconstrução.

O concerto de Bocelli era um sonho a se realizar.
E os cordéis de Bráulio Bessa nós ajudava a sonhar.

O amanhecer já nós pertencia
horas de conversas toda noite se fazia
As orações se fez presente mas não foi o suficiente pra manter o amor da gente

Um dilema se instaurou entre a paz e o amor
Contudo para a minha dor a paz foi o vencedor

Uma inércia se fez presente
As águas não são mais correntes
E devido ao contexto você se fez ausente
Desistindo da gente como se não houvesse amor

O que antes era ponte de encontro a Deus agora segue equidistante
E como se não fosse o bastante se esqueceu do meu amor.

Reilane P. Santos

Inserida por reilane_delfino

⁠LEVA

Cevando se me vai de traço em traço
O fado, que a mor emoção vai sendo
O sentimento em ensaio despendo
Té que a sorte me dê bem remanso

Amando, quando posso, eu romanço
Sempre na busca, assim, pretendo
Tê-lo, enfim, um fomento tremendo
Onde os abraços tenham descanso

Vendo-me, pois, portanto, carente
Metido nas agruras desses enleios
Eremítico.... me entrego à ventura

Ah! quando a dita me faz contente
De novo o coração em bons meios
Se dispõe: .... com leva de ternura!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03/10/2020, 21’57” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Não compreendo inconstâncias.
É ou não é... Assim deve ser.
Por vezes despertas em mim o melhor, faz-me ver além e imaginar inúmeros possíveis futuros, mas por vezes despedaças cada pensamento meu, levando-me a crer que tudo não passou de um momento de delírio, uma ilusão criada por minha mente inquieta...
Me torturas por puro capricho ou nem tu se compreendes?

Inserida por In_finitys

⁠Pandemia
Silenciosa e sorrateira,
Vindo da china, não vejo tua face
Parece uma brincadeira de menina
Não desejo que por aqui passe
Não sei se estás a longos passos
Não quero ver amigos e entes queridos
Engolidos pelo teu abraço
Abatidos e correndo perigo
Nova doença de 2020 é epidemia
Que apavora e enlouquece
Quando se devasta é pandemia
Que para tudo, e adoece
Surto que vai nos afetar
Transmitida de pessoa a pessoa
Com a intenção de nos matar
Quer a nossa vida parar
O Coronavírus quer te pegar
Gatos, morcegos, gado e camelos
Por eles fora disseminar
É de arrepiar todos os pelos
Também não vão escapar
O comércio vai fechar
Empresas vão quebrar
O mundo pode parar
Meus sonhos, meus medos
Na pandemia devastados
Não sei se é a morte ou o desemprego
Angustiado e calado
Meus sentimentos às famílias
Clamamos pela vacina
Que nossas vidas voltem ao normal
E que termine nossa sina.
ALAM MAHMUD HAMDAN – POLO ESTEIO

Inserida por alammahmudhamdan

⁠SONETO DESBOTADO

De tiranas nostalgias, sobrevivido
o fado, vou suspirando, e vazado
vou passando ao ocaso passado
dos dias onde o jeito é nascido

O agrado em rasgas dividido
corre da satisfação apressado
pro vazio, palpita compassado
na solidão, em pesar convertido

E, murmurando tão cruelmente
o trovar alvorece no desalento
e um aperto no peito então sente

Oh! má sorte, no amor sedento
Que vive a lastimar no poente
desbotando está o sentimento!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
04/10/2020 – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Sou loucamente delicado e agressivo
Sou rio e sou vulcão
Sou selva de pedra e maré aberta
Sou estável e mutável
Sou contrários e contraditórios
Sou amor manso e desejo enfurecido.

Inserida por paulo_seixas

⁠Tenho medo da rapidez que leio sua mensagens, mais medo aínda da rapidez que as respondo...

Tenho medo de viver, e me apaixonar por

você... Tenho medo de te perder, mais ainda de que

você escolha ir...

Tenho medo por gostar de você...

Tenho medo, pois é minha única forma de defesa... Enquanto você, nem posso dizer...

Inserida por Meribee

⁠Eu, tu e mar
Tu, eu e cidade
Eu, tu e paz
Tu, eu e guerra
Eu, tu e fé
Tu, eu e separação
Eu, tu e amor
Tu, eu e desencontro
Eu e tu
Tu, eu

Inserida por Ulfo

Soneto da distância
⁠Quando dois corpos querendo se tocar
E a distancia o fazem separados
Esperam o ansiosos o tempo passar
E acalmar os corações atribulados
A esperança o fazem acreditar
Que ao fechar os olhos serão confortados
Isso os farão relembrar
Que quando ama não esta isolado
Assim, quando a noite chegar
E a solidão não te fazer bem
E no céu só restar o luar
Sei q vai olhar pro céu
E estarei olhando pra lá também
E estaremos unidos por um mesmo véu

Inserida por DiegoAzevedo

⁠SONETO SEM VOLTA

Vai-se mais um talvez pra outra parada
Vai-se um, outro, enfim decaídas cenas
Que dói no peito, na solidão, e apenas
A teimosia para essa pesada derrocada

Cá na quimera, quando a dura nortada
Bafeja, os devaneios em alças plenas
Ruflam a alma em emoções pequenas
No ocaso do horizonte atiçando cilada

Também dos silêncios onde abotoam
Os suspiros, um a um, não perdoam
E choram, lágrimas pelos olhos vais

Na perfídia imatura, ilusões escoltam
Os sonhos, que sempre ao amor voltam
Mas que ao poético não voltam mais...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Outubro de 2020, 20’20’ – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

Quem gosta de buquês não ama as flores. Ama somente a sua beleza.
Me pergunto: como não sentir tristeza em saber que um buquê não passa de um conjunto de flores condenadas a morte?

Inserida por cristianecristine

⁠RÚSTICA HORA

A paixão sentida no revés sentimento
arremessa na alma desditosa e solitária
a infelicidade, sensação desnecessária
além, do amar, este, a mim sem alento

O pranto, a correr, e a sorte ao relento
vem do acaso, da solidão, do itinerário
que parece trazer consigo um rosário
sem rumo, que na ventura vai ao vento

Tenta, e tenta, lamenta. Olha em torno
sedento. E o silêncio suspirando lá fora
à meia penumbra, num choro morno...

Do reclamo, o luar alvacento da aurora
com seu reflexo pálido de um adorno
sofrente, murmura essa rústica hora!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06 outubro de 2020 – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

A demora no atendimento, mata⁠!
Mas o socorro rápido faz viver.

Inserida por Pr_Elcio_Meneses

Lembre-se:
Não importa se a semente é boa ou ruim,
se você cultivar ela
vai crescer.

Inserida por mundomav

⁠O passarinho se despede do ninho,
Em busca do seu caminho,
Abre as asas para voar.
Se encontra com um mundo repleto de vaidade,
Meio a tanta maldade,
Nao pode ficar em um só lugar,
Migra no desconhecido,
Entre caçadas e perigo,
Ate a alimentação encontrar.
Fugindo de armadilhas, quase se entregou a isca,
Livre do aprisionar,
Mesmo sabendo da história da gaiolas, sem predador e comida na hora,
só para assobiar.
Já cansado de tanto perigo,
Quem sabe essa gaiola faz sentido, e lá vou poder descansar,
Armadilha acionada, comida na caixa.
E só um buraco para respirar.
Novidades para a vida, aprendeu uma língua e começar falar.
Hoje sem liberdade vendo o horizonte da grade.
Nao posso escolher a música a assobiar.
Ainda não é o problema, tem o dilema depois de anos fecham as janelas, abrem a gaiola e com as asas cortadas querem me forçar a dentro de casa voar.

Robson Gomes
@Gomes. rbs

Inserida por BATIKIS

⁠Dos gostos da vida
os mais repentinos
são os que suscitam
a predisposição a amar.

Apreciar a brevidade,
sem deixar de fitar o evo
é inferir que o ego cego
nada pode contra a physis.

E quando o medo circunda,
atravancando a vastidão
(e o apelo é para o não)
transpasso meu coração
ao desejo mais límpido,
que deveras traduz
a arte do meu íntimo.

Pressupondo que é vário
enxergo sem embargos
que a vida é imprevisível.

Inserida por andrezavenus