Ver
“Parece estarmos a ver o rosto de dúvida, o gesto agressivo de muitos, que dirão que nossa afirmativa não tem fundamento. Pois os que duvidam que se dediquem, como nós nos dedicamos a tais estudos. Que diminuam suas horas de passeio e de conversas inúteis, que assistam menos à televisão e percam menos tempo em leituras nocivas e inúteis e se dediquem às obras dos autores que citamos. Nós também, em certa época, sofremos do vírus bárbaro da ignorância petulante. Também riríamos se nos dissessem tais coisas. Por isso perdoamos aos que riem hoje. Mas, um dia, o destino nos fez cair nas mãos obras fundamentais, um mundo novo se descortinou. Da noite para o dia, libertamo-nos da tolice de perder tempo ao ler baboseiras.”
A Vida do Viajante
Minha vida é andar
Por esse país
Pra ver se um dia
Descanso feliz
Guardando as recordações
Das terras por onde passei
Andando pelos sertões
E dos amigos que lá deixei.
Chuva e sol
Poeira e carvão
Longe de casa
Sigo o roteiro
Mais uma estação
E alegria no coração.
Minha vida é andar...
Mar e terra
Inverno e verão
Mostra o sorriso
Mostra a alegria
Mas eu mesmo não
E a saudade no coração
Título: Protesto
Até quando eu vou ligar minha TV e ver mais um inocente morrer?
Até quando eu vou ver que, lá no morro, mais uma bala encontrou um corpo?
Corpo esse que sempre foi explorado e morreu sem dignidade, com seu sangue escorrendo no asfalto.
Até quando o negro trabalhador vai ser confundido com bandido e traficante?
Até quando o sistema da injustiça vai afastar o preto e pobre para a periferia?
Até quando eu vou ouvir os gritos de uma mãe que chora pelo seu filho?
Filho esse que o sistema julgou estar envolvido com coisas que essa mãe repudiou desde o início.
Sei que parece clichê, mas nem todo morador é do tráfico, pode crer.
Lá em cima tem um povo que luta pra sobreviver entre o esgoto,
Vive situações difíceis de se crer e ainda se ergue pra um futuro poder ter.
Tem gente que luta só no trabalho,
Outros ousam e, além do trampo, estudam no busão lotado.
Por isso eu te pergunto: até quando essa violência vai acontecer?
Quero um lugar melhor pro povo viver!
Mastigar sem nada na boca
Ver TV sem ela estar ligada
Bater palmas p agradar
Ter decisões ser ter objetivo
Sorrir sem querer sorrir
Viver sem querer viver
Esse era o ponto que precisava chegar
Eu acho muito bonito
E também muito decente
Ver alguém ajudar outro
Desinteressadamente.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
07/09/2025
Mandam-nos abrir os olhos
Para se ver claramente
Mas pra ver e compreender,
Só se abrirmos a mente.
Gélson Pessoa
03/01/2026
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Estou feliz em ver a pessoa que me tornei.
Ter passado por cima de tantas dificuldades e, quando pensei que morreria, ocultamente fui fortalecida e reerguida do fundo do poço para uma vida próspera de amor e fé.
É fascinante ver alguém que se diz "do bem" gastar tanta energia espalhando fofoca e defendendo o indefensável. Realmente, a sua bondade termina exatamente onde começa a sua pressa em repassar a primeira mentira que valida o seu preconceito de estimação.
O Manual do Ditador
Que lindo ver a informação incomodar quem quer mandar!
Ela clareia a mente da nação, o que é péssimo para quem quer dominar.
A verdade insiste em se espalhar, deixando o tirano em apuros, pois povo que aprende a pensar, não aceita viver no escuro.
Quem corre para amordaçar a mídia com discursos cheios de moral, no fundo esconde a própria inveja e um plano de controle total.
Essa gente que censura o canal e finge proteger a pureza, tem um armário de podridão sem igual escondido sob a mesa.
Quem quer o topo do poder não suporta o povo acordado, prefere a massa sem ler, com o pensamento domesticado.
Cortar o acesso à informação é o truque do golpista de plantão, para reinar sobre a ilusão e passar a perna no cidadão.
"É fascinante ver como anos de estudos acadêmicos, bilhões de dólares investidos em biotecnologia e o trabalho exaustivo de cientistas do mundo inteiro sob a coordenação da Organização Mundial da Saúde (OMS) conseguiram ser totalmente 'refutados' por um vídeo de três minutos gravado dentro de um carro por um desconhecido no TikTok. No fim das contas, a verdadeira eficácia das vacinas não estava nos dados clínicos que salvaram milhões de vidas, mas sim na capacidade da humanidade de acreditar que o WhatsApp é um periódico científico indexado."
"É fascinante ver a verdade murchar em um minuto de solidão, enquanto o circo da farsa incendeia a internet em cinco segundos. Dá vontade de rir, se não desse vontade de chorar."
Prefiro sentir saudade
Prefiro sentir saudade
Do que ver você
Me ignorar.
Fingindo que sou
Apenas mais uma
Na multidão.
Que não sente
O mesmo que eu...
Esse amor tão intenso.
A saudade é
Imensa,
Eu sei...
Mas prefiro
A distância
Do que a certeza
De que prefere
Não lutar
E me esquecer.
Talvez, usando
Alguma
Mágica,
Que apague
Um amor verdadeiro.
Prefiro sentir saudade,
Mesmo que doa
E destrua os meus desejos.
Prefiro sentir saudade
A ter que vê-lo
Me dando as costas
Mais uma vez.
A ciência e o Amor
Amar não tem a ver com reciprocidade.
Na verdade, é raro encontrar um amor de verdade, incondicional. A pessoa já nasce apaixonada — ama sem saber, sem conhecer. Ama nesta vida e em outra, talvez espiritual…
apenas ama e espera.
Não há perguntas, muito menos respostas. A ciência é linda, mas limitada.
E, no íntimo, a pessoa sabe quem é…
e sente a sua contraparte —
um estranho que te completa.🌛🌞
Milagre
As pessoas passam a vida procurando por milagres...
Esperam morrer para ver o milagre de voltar.
Imaginam potes de ouro no fim do arco-íris,
E até procuram o "fim" dele.
Mas não percebem que o maior milagre é o amor...
E a maioria passará a vida inteira sem senti-lo.
Não por falta de merecimento,
Mas por falta de humildade.
2021
"Vistoso, atencioso, carinhoso o cara que faz de tudo para ver o sorriso no rosto de quem ele ama, demorei muito até perceber que eu sou uma grande perda! Por isso resolvi direcionar amor, atenção e muito carinho para mim mesmo e tudo mudou"
É triste chegar ao final de uma vida e ver que não viveu, e sim, representou o papel que outros esperavam.
