Vento
Não estou furioso com as palavras jogadas ao vento
Mas pelo motivo que as fizeram o vento as levarem;
E o vento leva tudo embora... Pois assim espero
Quero olhar na direção que mostre aonde vou
Quero viver novos momentos descobrir
E agir certo mesmo sem querer;
E quando me deparo com o mar
A minha reflexão me diz que é uma bobagem não acreditar
Quero ser feliz lutando pelos meus planos para junto ficarmos;
As minhas inspirações são o que sei para deixar o vento levar tudo embora
Tudo de ruim que não me convenha
Ou que me faça acalentar;
Espalhei ao vento parte do meu amor
Para que todo coração conheça esse calor
Espero que seja útil todo esse sentimento
Pois da minha vida tenho esperança para dar seguimento;
Tenho o vento a meu favor... A brisa salientemente suspende as tuas vestes intimas, dada com a camisola da tentação...
Você é o pecado real que tanto me desvia e me alucina, tomando conta do meu coração...
Palavras maliciosas não me atingem, promessas jogadas ao vento não mais me surpreendem... Confio somente em mim e não naqueles que dizem me representar!
Brevemente minhas palavras adentrarão em teu coração e não serão levadas pelo vento;
Porém minhas atitudes Solidificam os meus carinhos para tanto lhe conquistarem e te trazer as estrelas como premio do meu coração;
Um dia o velho sábio falou:
Não dê importância a certas palavras jogada ao vento, avaliar é melhor do que se frustrar!
O barulho do silêncio é estarrecedor quando não se há a sutileza do vento
Quando não se há um balbuciar de um apaixonado
Quando o silêncio causa desconfianças, despidas de invenção amorosas;
Quando o medo silencia a coragem de amar
Pois é aí que até os sem pudores se calam;
Ah... Que minha discrição, seja como o vento... Forte, porém ninguém vê
Que as minhas definições não ofenda ninguém
E que minhas intenções, sejam como um átomo, pequeno com imensas importâncias;
Sinto as minhas forças se esgotando, não me deixa afundar, o vento sopra, o medo aperta, o mar se agiganta, o coração inquieta, quando vejo as ondas invadindo o meu barco para me tragar!
O vento sopra, tentando me abalar,
Mas Tua mão vem me segurar.
Se eu afundar, Tu me levantas,
És fiel, Tua graça me alcança.
Tu és Senhor do vento e do mar,
Com Tua voz tudo pode acalmar.
A tempestade obedece ao Teu falar,
E as ondas se curvam ao Teu ordenar.
Sou grato, Senhor, pelo dia que nasce,
Pelo sol que aquece e o vento que passa.
Pela graça imensa que em mim transborda,
Pelo Teu amor que nunca desmorona.
É vento que sopra vida ao coração,
É rio que jorra eterna unção.
É presença santa que nos refaz,
É paz que o mundo nunca nos traz.
Não é vento sem rumo, nem força impessoal,
O Espírito Santo é real, é essencial.
Não é energia, nem simples poder,
É Deus em nós, que vem nos refazer.
E então, como vento que sobe aos céus,
Jesus foi elevado aos braços de Deus.
Mas não os deixou órfãos ou vazios —
prometeu poder, e enviaria os rios.
Tem dias que o coração chora em silêncio,
E os planos parecem folhas ao vento.
A alma se aperta num grito contido,
Mas há um refrão suave no firmamento.
