Vencemos mais uma
Eles sabem tanto de amor, o amor tem dessas coisas, que é manter viva do lado de casa uma árvore venenosa que só quer acabar de viver.
"As cores da bandeira brasileira não são meros adornos; elas carregam a alma de uma nação. O verde pulsa com as riquezas naturais, o amarelo brilha com o ouro de nossa terra, o azul abraça os céus infinitos, e o branco sonha com a paz. Quando o patriotismo enfraquece, essas cores perdem o brilho não por si mesmas, mas porque esquecemos o valor de nossa identidade coletiva, nossa história e a promessa que carregamos como povo."
Roberto Ikeda
Carpe Diem: O Sopro do Agora”
Colha o dia.
Como quem colhe uma flor antes que o vento a leve.
Como quem bebe da fonte antes que ela seque.
A vida é um fio tênue de instantes,
e o tempo — esse escultor silencioso —
não devolve o que se perde na espera.
O passado já virou eco, o futuro ainda é sonho.
Só o agora respira.
Carpe diem é mais que um chamado à urgência,
é um convite à presença.
É enxergar a eternidade contida em um segundo,
é viver com intensidade, mas também com intenção.
Nem sempre viver o agora será prazeroso
às vezes será difícil, doloroso, confuso —
mas ainda assim, real.
E tudo o que é real, é semente de verdade.
Então colha o dia.
Com olhos despertos, coração aberto
e a alma limpa de arrependimentos.
Porque a vida não espera quem hesita demais.
— Pianco
”A primeira desobediência instituiu a queda da humanidade, impôs regras e normas de uma crença, um sistema de desobediência que copiou e determinou a leitura do saber e conhecer conforme a conveniência; patenteou uma nova forma de corromper o ensino da verdade”
Sobre feridas e tempo…
A decisão de deixar de te amar causou em mim uma dor lancinante.
O dia que se seguiu foi ainda mais excruciante.
Tive raiva de vc. Queria gritar. Colocar pra fora toda dor que vc estava me causando. Mas me mantive firme, resoluta, determinada a te esquecer custasse o que custasse.
Resolvi ouvir a voz da minha mãe na infância que me dizia: “engole o choro”.
Às vezes eu conseguia,
Outras, o choro me engolia.
No dia posterior parecia que tudo doía ainda mais.
Na semana seguinte me desesperei.
E me desesperei muito mais nos meses que se sucederam porque parecia que aquela dor não ia embora nunca…
Hoje ainda dói.
Bem menos, pois hoje eu sei que vai sarar.
A ferida está cicatrizando, e aos poucos a gente vai percebendo que a dor vai passar.
E que apesar de tudo, a gente vai ficar bem.
Vai ficar tudo bem.
Só os loucos brigam até a morte, porquê, uma briga pode existir para garantir um direito e não a morte.
É uma idiotice tentar mergulhar fundo em águas rasas. Não busque conexões profundas com pessoas totalmente vazias.
Duas pessoas podem se amar profundamente e, ainda assim, se perderem. Quando uma falha em priorizar, a outra é forçada a se salvar escolhendo a si mesma. Porque pessoas indecisas acabam perdendo almas incríveis.
Todos nós temos um poder interior, uma coragem, uma força, uma compaixão e um amor gigantesco. Precisamos aprender a acessar essas forças dentro de nós mesmos.
Lâmpadas.
Uma luz se apagará,
Outra se acenderá e
Uma irá pifar.
Umas serão guardadas,
outras desligadas e algumas
descartadas.
O tempo passou-se, usou-se
tudo, restará algum resto de
luz em tu além de faíscas?
Receio que não, se fosse uma estrela
brilharia por mais tempo.
Ah, má sorte de teu descarte.
As lágrimas e os sorrisos são irmãs na jornada da alma, uma revela o peso do qReflexãoue sentimos, a outra, a leveza do que ainda esperamos. Ambas nos ensinam que a vida não é feita de extremos, mas de encontros sutis entre emoção e significado.
Educação é ir para além do currículo, é na verdade, fazer do currículo uma porta para as inúmeras possibilidades que estão expostas na realidade diversificada do aluno. É nao se limitar ao saber enciclopédico, pois devemos, quanto educadores, buscarmos uma formação omnilateral, excluindo de nossos objetivos, ao planejar, o resultado, porque o foco não deve ser o desempenho dos alunos em avaliações, mas o próprio aluno e o mesmo nao deve ser o caminho para uma excelência construída.
“Não há legado maior do que tocar uma vida em silêncio — quando ninguém vê, mas o universo inteiro sente.”
Esta frase fala daquilo que muitas vezes passa despercebido aos olhos do mundo, mas jamais é ignorado pela vida. É sobre os gestos silenciosos, as escolhas éticas mesmo quando ninguém está olhando, os consolos oferecidos em silêncio, os conselhos dados com humildade, os amparos oferecidos no escuro. A citação homenageia as pessoas que não buscam aplausos, mas agem com amor, justiça e compaixão — aquelas cuja influência se perpetua, não pela fama, mas pelo bem que plantaram.
Tocar uma vida não exige palco, mas presença. E o verdadeiro impacto de uma alma generosa é eterno, porque vibra no invisível, onde tudo que é essencial se revela. Quando uma ação é feita com pureza, ela ecoa onde as palavras não alcançam: no coração do universo.
Por Roberto Y Ikeda
Quando Apagam Nossas Cores
O que é ser racista, senão negar uma raiz?
É pintar de vermelho o que sempre foi país.
É manchar o verde das matas, o amarelo do sol,
Com a tinta de um passado que lembra o futebol.
Querem mudar a camisa, chamam de inovação,
Mas escondem, nas entrelinhas, a verdadeira intenção.
Não é só moda ou capricho de um novo figurino,
É um ataque disfarçado ao orgulho do povo latino.
A camisa do Brasil não é só pano ou tradição,
É símbolo de resistência, é a alma da nação.
Foi com ela que Pelé brilhou, e Garrincha encantou,
Foi com ela que o mundo inteiro nos respeitou.
E agora, cogitam o vermelho da opressão,
A mesma cor que lembrou a dor da submissão.
Esquecem que o vermelho, um dia, marchou com horror,
Com suásticas e botas, espalhando terror.
O Brasil perdeu 948 heróis na guerra contra o nazismo,
E agora brincam com a cor, com um estranho cinismo.
Querem homenagear vestindo o que nos feriu,
Mas isso é cuspir no túmulo de quem o Brasil construiu.
Racismo também é apagar símbolos de luta,
É silenciar vozes negras com fala astuta.
É dizer que a cor não importa, e ao mesmo tempo impor,
Uma nova narrativa que só mascara a dor.
A camisa verde e amarela carrega sangue e suor,
De jogadores, soldados, e de quem torce com amor.
É a ginga da favela, é o batuque do tambor,
É o sorriso que resiste, mesmo em tempos de dor.
Mudar essa cor é apagar nosso espelho,
É querer vestir o Brasil com uniforme alheio.
É negar que somos mistura, que somos plural,
É vestir uma ferida com um pano artificial.
Não aceitamos esse golpe disfarçado de tendência,
Pois conhecemos bem o peso da resistência.
A nossa história não se pinta de vermelho sem razão,
Ela vibra em verde e amarelo no peito do cidadão.
Se querem homenagear, que respeitem nossa memória,
Que ouçam o povo, que estudem a história.
Porque ser Brasil é carregar no coração,
Mais do que uma cor: é toda uma nação.
"O pensamento positivo, a confiança e a fé em Deus formam uma força invencível capaz de transformar qualquer desafio em conquista."
Uma meditação profunda me fez hoje entender que:
"Não é no aperto financeiro que você vê quem é quem, é na sua enfermidade" Nos faz refletir sobre a verdadeira natureza das relações e da lealdade. Enquanto o dinheiro pode ser um fator importante em nossas vidas, é na hora da doença e da vulnerabilidade que podemos ver quem realmente se importa conosco.
É nesse momento que as pessoas ao nosso redor mostram sua verdadeira face, revelando quem está disposto a nos apoiar e cuidar de nós quando mais precisamos. A doença pode ser um teste para as relações, e é aí que podemos ver quem é fiel e quem é passageiro.
Essa reflexão nos faz pensar sobre o que realmente importa na vida e como devemos valorizar as relações que nos sustentam nos momentos difíceis.
Seja considerada a existência de Deus como uma verdade inquestionável, perceberemos que tal existência é sustentada por um princípio fundamental: “algo sempre existiu”. Esta característica — a eternidade e a necessidade do ser — é, em muitas tradições, atribuída a Deus. Contudo, se adotarmos a posição contrária e negarmos a existência de Deus, a lógica ainda nos leva a uma conclusão similar: a eternidade da existência. Se o universo ou a própria realidade não teve início, ela deve possuir um atributo divino — a eternidade, a autoexistência, a necessidade.
Dessa maneira, tanto na crença teísta quanto na visão ateísta, existe uma aceitação implícita de um princípio eterno, imutável e necessário. Se negamos a noção de Deus, ao mesmo tempo sustentamos uma crença em algo com características que tradicionalmente associamos ao divino: algo que não pode ser criado, que sempre foi, e que, portanto, permanece como o fundamento último de tudo o que é.
Assim, independentemente da perspectiva adotada — teísta ou ateísta — todos, de alguma forma, acreditam em algo que é essencialmente ‘divino’: eterno, necessário, sem começo ou fim. A diferença não está na essência desse ‘algo’, mas no nome que lhe damos e nas características que lhe atribuímos. No fim, a filosofia nos mostra que, ao questionarmos a natureza última da existência, acabamos, inevitavelmente, tocando no campo da divindade, seja de maneira consciente ou não.
Nesse contexto, a ideia do “nada absoluto” — frequentemente invocada como oposta à existência — revela-se logicamente insustentável. Se o nada for definido como um estado onde há zero possibilidades e, ao mesmo tempo, a ausência de qualquer restrição — um espaço onde infinitas coisas poderiam acontecer (ou não) — então ele entra em contradição. Tal concepção se assemelha à operação matemática da divisão por zero: não resulta em uma resposta coerente, mas em um colapso do sistema. Assim, o nada não apenas não pode existir; ele sequer pode ser pensado sem dissolver-se em paradoxo.
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