Veio e Passou como um Cometa
Você que tem vontade ou têm poemas prontos, ainda não tem perspectiva de quando e como vai fazer o seu livro físico por várias razões, além das opções gratuitas blogs e de aplicativos como o Wattpad para escrever o seu livro digital, existe a possibilidade de você enviar seus poemas visuais ou escritos para exposições de mail art e de e-mail como um meio de consolidar o seu nome como poeta, poetisa ou mesmo como artista com todas as facilidades oferecidas pelo mundo digital.
Apenas com a sua vontade (independentemente se você tem estudo ou não) e um simples telefone celular você pode escrever o seu livro digital, escrever no seu blog, editar imagens através de aplicativos gratuitos ou de ferramentas on-line gratuitas e participar de eventos de poesia igualmente gratuitos.
Quando se fala em mail art (arte postal) é um cartão pintado/escrito ou mesmo uma arte pintada/escrita até o tamanho A4 que podem ser enviados pelos Correios, e quando se fala em e-mail art é o envio da sua arte pintada/escrita pelo seu próprio e-mail.
Em virtude de uma recente experiência no Facebook que descobri nos grupos de mail art que você pode participar gratuitamente com a sua poesia de eventos sem nenhum gasto e sem sair de casa, sempre que houver um espaço para um poeta mesmo em ambiente de artistas plásticos e artistas visuais.
É só ler, cumprir o quê se pede nas convocatórias e enviar seja para eventos de mail art ou de e-mail art.
Só para fechar e você não se esquecer, mail art é o envio físico da sua arte/poesia pelos Correios ou a simples entrega em mãos e e-mail art é o envio digital, e se você tem vontade de se tornar um poeta ou um artista você vai conseguir e se você quer ser conhecido independentemente de aplausos faça como eu que disponibilizo gratuitamente todos os meus escritos que sempre haverá algum leitor para apreciar ou detestar.
As pessoas precisam se divertir. Política e Religião não podem ser encaradas como opções de diversão mesmo que proporcionem momentos de diversão.
Se é realmente
como dizem que
"lugar de mulher
é onde ela quiser",
Escolhi no teu
coração viver,
e ser a sua mulher.
Não dá para "forçar" ninguém a pensar como você, e sim dá para se afastar de gente que não pensa como você.
O nosso amor é fino,
raro e por nós caro,
é toda a poesia
e como alexandrita
não é fácil de ser
encontrado na vida,
Todos os dias vale
a pena celebrá-lo.
O quê já era predestinado
brilhou como nácar raro
em nosso caminho,
O amor estava no destino
e hoje por nós é celebrado.
Todos os dias
inconformada
com a prisão
da tropa
e do General,
minh'alma
arde como
a Amazônia
em chamas:
a rima assopra,
a poesia alenta
e me faz pedir
um destino
feliz à Pátria
sul-americana.
É necessário
abandonar
o fatal
e como ideal
assumir
a tolerância
com todos os
mais frágeis:
enfermos,
pessoas com
deficiência
idosos,
mulheres,
crianças,
e naturalmente
com a Natureza.
Você bem
sabe que
quero saber
dos nove
comuneros
e que não
é correto
mantê-los
presos,...
e sei que não
sou ninguém
para dar
lição de moral:
que sejam
capturados
os que fazem
mau uso
da ágora digital;
Comemorações
em letras laranjas
que anunciaram
a liberdade
da campesina,
em nós vibra
um continente
que não olvida
de abandonar
o sonho de
vir a ter uma
terra produtiva.
Aurora
Onde o Rio Itajaí do Sul
como gaita pranteia,
o solo próspero ondeia
entre as montanhas
do Alto Vale do Itajaí
e lavouras de amor total
pelas mãos dos teus
imigrantes europeus
capazes de erguer
uma cidade inteira,
és um grande presente.
Linda Aurora divina,
não importa a distância
sempre vou cruzar
esta rodovia para
com você estar
e morar nesta alegria.
És sublime brasileira
que não abandona
jamais as origens
o gosto pelo artesanal
e és poema de amor
escrito pela Natureza.
O meu amor por
tua gente guerreira
todos os dias aumenta
e sempre dá todas
as razões da vida
para nunca desistir.
Linda Aurora divina,
tu és preciosa filha
de Santa Catarina
onde o meu coração
encontra gentil acolhida
e motivos para ficar aqui.
Quem conhece a história
sabe como e o quanto
ela vem se repetindo
em nosso tempo,
Não há mais como
esconder de ninguém
o quê caiu na boca
de todo um povo,
cântico de
calabouço: - Marulanda...
Ao Foro de São Paulo
eu peço socorro,
com nome de Santo
Que leva não há como
ocultar o escombro;
o tempo é implacável
tal qual o perito
que correu para
disfarçar o incontestável.
As marcas da tortura
que cometeram
contra o cirurgião,
As máscaras caindo
estão e são tantas
mentiras que ainda
não deu para
recolher do chão.
Um General está
há mais de um ano
preso injustamente,
todos sabem
que ele é inocente;
e o quê foi feito
contra ele não
tem desculpa:
transferi para mim
esse sofrimento,
Pois através da
história dele
venho contando
outras para
que ninguém caia
no esquecimento.
O amor semeado
nas nossas vidas
chegou para ser
regado e cuidado
como uma roseira
perfumada e bela,
E com todo o zelo
para retirarmos sem
medo e com carinho
os espinhos que
aparecerem nela.
Reescrever a História
dos teus erros com calúnias
que foram espalhadas
como plumas para justificar
o teu mal não vai adiantar.
Estar do lado certo não
é estar do lado forte,
É estar do lado da verdade
que a tua crueldade
não tem parado de atirar.
Dançando nos escombros
de Borodyanka ao som
da guitarra elétrica,
Levanto e baixo os meus
ombros aos homens da Terra
que insistem nesta guerra.
Muito antes do que você
mandou fazer em Bucha,
Entre os lábios eis o punhal
como resposta do destino
que nem o teu Exército
irá ter o êxito de capturar,
O meu nome é levante
poético que nem míssil
igual ao da destruição
em Kramatorsk irá me parar.
A rebelião vem erguendo
fortalezas e trincheiras
no coração das tropas,
e sobretudo no amável
coração do teu povo,
E as nove montanhas
têm me feito inabalável
em nome da revolta
que haverá de te tombar.
Barra Bonita
Pluma poética levada
pela gentil ventania
do Extremo Oeste
como asa delta decola
no Morro dos Ventos
sobrevoando nostálgica
a História das origens
que ergueram unidas
este destino catarinense.
Da tua herança italiana
e germânica que veio
do Rio Grande do Sul,
se ergueu orgulho
cidade e memória,
e este povo acolhedor
que não nega amor
a lida e gratidão ao Criador.
Da tua piscicultura
eu sou o teu peixe,
da tua agricultura
eu sou a colheita,
da tua pecuária
o poema do rebanho,
e de tudo isso sou
eu a força da tua gente.
No teu Rio das Antas
prevejo nas tuas águas
o futuro dos sonhos
feitos dos lindos olhos
predestinados a ser
a cada dia mais meus
em tons de todas
as sedutoras alvoradas.
Das tuas matas
eu sou o perfume
envolvente dos dias,
da tua passarada
eu sou o cantoria
dos desafiadores dias,
e sou o teu céu aberto
que traz noites alegres.
O teu Rio Barra Bonita
manhoso como viola
que encanta as moças,
carrega nas correntezas
a canção perene e gentil
que me faz querer
bem aos que te amam
estância bonita deste Brasil.
Nada será como antes,
mesmo tendo liberado
a juíza e os estudantes.
Não há nenhum motim,
e sim há uma
grande resistência
de heróis da paciência.
Há médicos reunidos
com o povo em oração
com rosário na mão
em prol da liberação
dos presos políticos.
Do General que foi
preso inocente
e está desaparecido
não se ouve um pio,
E dele só paro de
falar quando o meu
clamor for atendido.
Se não fosse com
a intenção de libertar
desde o primeiro
dia nenhum poema
haveria escrito,
Viver a Independência,
é buscar reconciliação,
mística e libertação,
E sobretudo ter pelo
povo amor no coração.
Ele deveria
ser o céu
de oito estrelas
o contrário,
Como diziam
os poetas,
Porque em si
assim nasceu
para ser mar...,
E se converteu
na tumba
dos mais pobres;
Em rafaelas letras:
Para que deles
tu não te esqueças.
Dos venezuelanos
em diáspora
eu quero a volta,
Do paradeiro
e da liberdade
do General
a devida resposta.
Não há como
embarcar
nesta pirada
aventura,
De levar tudo
a última
consequência
até mesmo
a palavra.
Discordar
não é ofensa.
Antes tarde
do que nunca;
É de noite
e cai a chuva,
Do teu
limite ético,
Tenho o físico,
E não o poético.
Se solidarizar,
não é ofensa.
Da viciante
convivência
agressiva
é preciso
buscar
se libertar.
Quer ajudar?
Não ofenda.
Sofreu e sofre
a juventude
diante das
nossas vistas,
Até no Chile
não anda
muito diferente,
O quê faz
sofrer a gente
não mais
deveria existir,
está transbordando
e severamente
vem me
assustando.
Não há como
não perguntar:
Como está
o General?
Se ele não
for libertado,
eu não vou aí
nem a passeio;
Falo mesmo
até você
me ouvir
e para
o mundo inteiro.
Eis a prosa de todo
o dia primeiro:
Quando vão
conceder a saída
soberana ao mar?
América do Sul
é poética profunda.
Nada será
como antes,
Mas não dá
para ficar
do jeito
que está,
Não sei
como se
encontram
o General
e a tropa,
Já era a hora
de alguém ter
dado conta
e a justiça
ter aberto
para a
liberdade
a porta.
Todos eles
estão sem
receber
visitas no
inferno
de cinco
letras
que são
vítimas,
Sobre eles
não li mais
notícias,
Dá ouvir
a dor das
torturas
sofridas,
O choro
dos filhos
e o das filhas.
Prefiro crer
daqui para
frente que
nada mais
de trágico
acontecerá,
Não quero
ver mais
nenhum
pássaro
da morte
enviado
para o nosso
continente
furtando
a nossa paz
e tirando
da vida
dos nossos,
Não quero
que essa
história
se repita
nunca mais.
Aguardar pelo seu amor
como se aguarda
pelos frutos Butiá-açu,
É algo que dedicada
faço com louvor,
porque a intuição diz
que serei a sua amada.
Sou nascida selvagem
como Butiás-de-vinagre,
o meu nome é liberdade,
não sou e nem serei
como você e não serei
aquilo que você deseja:
vivo a vida com lema.
Cabeçudos com os seus
frutos amadurecendo,
Eu danço como o balanço
do cantante vento,
Penso em você
a todo momento.
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