Veio e Passou como um Cometa
A perda é como uma tempestade inesperada que varre a serenidade do nosso horizonte. Primeiro, nos refugiamos na negação, construindo frágeis muros contra a realidade que bate à porta. Dizemos a nós mesmos que é um engano, que o mundo logo retomará o seu curso habitual – uma tentativa desesperada de proteger o coração do impacto.
Mas o peso da verdade logo encontra brechas, e surge a raiva, como relâmpagos iluminando o céu escuro da alma. É o momento em que gritamos ao universo por respostas, direcionando nossa dor para outros ou, às vezes, para nós mesmos. A barganha segue como um sussurro esperançoso: promessas ao destino, negociações silenciosas com o impossível, na busca de reverter o irreversível.
Então vem a depressão, silenciosa como a chuva fina após a tempestade. É um mergulho profundo no vazio, onde a saudade se mistura à desorientação, e cada passo parece pesado como se estivéssemos caminhando em areias movediças. Nesse momento, o mundo parece perder sua cor, mas há um convite sutil para a introspecção e a descoberta de forças ocultas.
E, como o amanhecer após a noite mais escura, chega a aceitação, não como um ato de esquecer, mas como um abraço gentil ao inevitável. Aceitar é soltar as amarras da dor, permitindo que as lembranças não sejam mais âncoras, mas estrelas que nos guiam. É entender que a vida, apesar de suas perdas, ainda oferece flores a serem plantadas e caminhos a serem percorridos.
Esse estágio final é um gesto de coragem – abrir o coração ao presente, acolher os sentimentos com ternura e seguir em frente com a leveza de quem aprendeu a transformar a dor em sabedoria. Não é o fim da saudade, mas o início de uma nova forma de caminhar, com mais serenidade e equilíbrio.
Embarcar em uma jornada espiritual é como abrir uma porta para o desconhecido, onde coragem e dedicação se transformam em faróis na escuridão. Percorrer esse caminho foi, para mim, um processo desafiador, mas repleto de aprendizados.
Descobri que a espiritualidade nos envia convites por meio de pequenas pistas, guiando-nos à verdade que liberta. Ao contrário do que imaginava, o mundo espiritual não se limitou a respostas; ele revelou um mar de possibilidades.
Quantas vezes nos vemos presos ao medo do desconhecido, sem perceber que ele pode se tornar um presente precioso? Foi exatamente isso que vivi: uma amizade única com o invisível. Quanto mais eu me entregava, mais compreensão alcançava e mais simples ficava a vida. Quanto mais desapegava, mais me unia a algo que inexplicavelmente me preenchia e desenvolvia sentidos que, com palavras, não se expressam.
Os dons espirituais não chegam facilmente; são conquistados por meio de desafios que exigem dedicação e responsabilidade. Contudo, em troca, oferecem o maior tesouro que podemos desfrutar na Terra. Os mentores espirituais nos apoiam nessa jornada com ensinamentos que nos fortalecem diante das adversidades.
O ser divino que habita em cada um de nós, oculto sob camadas de crenças e distrações do mundo material, vai aflorando, trazendo alegria e paz a cada novo dia. A evolução é uma jornada contínua e infinita, revelando maravilhas que, sob a visão limitada do mundo material, poderiam parecer impossíveis, além de nos revelar quem realmente somos: seres capazes de transcender nossos próprios limites e encontrar a paz em meio ao caos.
A alma e espírito são entes meramente metafísicos. Assim como é deus. Coexistem em nosso ser onírico. Por isto, não pretenda trazê-los para este mundo real. Aqui só servirão para dar poderes a alguns e escravizar outros.
A mente é como o leito do rio, e o pensamento é como a água que nele corre. A água segue o curso mas, aqui e ali, o vai transformando segundo sua força própria.
Quando estiverem dando melhor a você, viva intensamente, como se não houvesse o amanhã, pois tão logo isso pode acabar,as pessoas nos inutilizam conforme suas necessidades.
Estamos vivendo a era do materialismo, ama- se os bens materiais, e usa- se o ser humano.
algumas saudades são como o sol e a lua, que não podem se encontrar, outras são como o eclipse que se encontram mas não podem se tocar...
Você me atrai
Mas não sei se te atraio
Mas me faz amigo
Mas não se vê como minha amiga
Jogo meu charme e você não desgosta
Nos ajudamos com nosso luto
Luto de amores fracassados
relacionamentos muito amados
amados por um lado só
e só sofremos até unirmos como sofredores
amigos?amantes?irmãos? Não sei
só sei que nesse confuso jogo nos aproximamos.
Resiliencia é ter a capacidade de não ver uma perda como fracasso, mas como a capacidade de recomeçar de onde parou.
Uma vela
A vida ela é como as chamas de uma vela - se o lugar estiver cheio de trevas apenas uma simples vela pode iluminar o lugar.
A vida ela acontece e também desaparece numa fração de segundos e se a minha vida não tocar outras
vidas - não faz sentido estar neste mundo!
Ainda que tenhamos as espadas como augozes desbainhadas,
e homens em trincheiras as escondidas,
Eu terei os meus livros expostos para confrontar,
e uma rosa branca com a minh'alma ofertar.
Às vezes o pensamento foge, às vezes estagna como se ignorasse o balaio infinito onde fica contido, e roda, e dança em meio a tanto pensar.
Palavras de alento... Ah... Como são bem vindas quando o coração tá apertado que até parece o nó de um laço.
Em castelo me vejo prisioneira como o colibri uma vez já foi. Se tenho o tesouro que tuas posses me rodeou, não tenho no ar a liberdade nem a expansão dos jardins em flor.
Tinha cheirinho de sol sem nuvem
Chuva na terra seca
Cafezinho acabado de fazer
Tudo junto, como podia ser...
E um irresistível jeitinho de sorrir.
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