Veio e Passou como um Cometa
Sensação
Eu ouvi o som ,aquele som que vem como o vento suave e vá embora sem perceber . Não era outono , mas as folhas caiam lentamente, quase dava para sentir o toque delicado da queda só de olhar . Era como se o tempo tivesse entrado em repouso, me deixando aquela sensação de que quando ele acordar tudo vai mudar.
Assim foi aquela noite ,assim foi aquela queda , eu acordei e tudo tinha mudado .
Você o ama intensamente, e quer receber o mesmo dele, só que ele não vai saber ser como você, ou mesmo agir, então você tem que esperar e tentar entende-lo pois o ser humano é falho muitas vezes, mais também pode surpreender no momento menos esperado.
Deus só terá importância quando tiver a necessidade de encontrá-Lo, assim, como quando souber que está doente, dará ouvidos ao médico.
Preocupe-se em conquistar aquilo que realmente poderá levar como valor à eternidade. Tudo o mais daqui, escraviza e perece.
Não existe felicidade, como não há momentos felizes. Não existe derivação se não existir a íntegra. Se não existe fogo, vai existir brasa?
No mundo tem perversidade, mas não seja como o mundo, faça sempre o bem, com a bondade vá fundo, só abra bem olho para a maldade que permeia e leia um bom conto para aumentar um ponto. VIVA COMO A POESIA!
"E é claro como o dia, eu te venero.
Odeio-me quando despeço.
Amo-te longe ou perto.
Sentimento puro e singelo.
No peito, lhe carrego, amor eterno.
Sofrimento discreto.
Com a solidão, flerto.
Saudade te traz para perto.
És bem-vinda, espero-lhe de braços abertos..."
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo do fim?'.
Sendo que, é claro como o dia, você fica tão bem sem mim.
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo da solidão?'.
Sendo que, você paga com desprezo à quem te dá amor e paixão.
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo da mentira?'.
Sendo que, sempre que te digo a verdade é motivo de briga.
E eu pergunto: 'Por que exige tanta exclusividade?'.
Sendo que, nunca me trata como prioridade.
Tais perguntas não necessitam de respostas, pois quando a saudade vem, você bate à minha porta...
"E como sempre, mais uma vez, lembrei da gente.
De quando estávamos juntos e nos parecia não existir toda aquela gente.
Só a gente.
Que se entende.
Que se surpreende.
Que quando o frio dos nossos olhares se cruzam, nos torna a alma quente.
Amor, paixão, saudade, desejo é tudo diferente.
Mas perto ou longe de você, quando se trata de ti, tudo se torna igual é surpreendente.
E no fim, as tristezas e alegrias nos mostra que, em algum momento, terá que ser a gente.
Te peço, imploro, das coisas do coração você entende.
Pense em mim, pense em nós, pense na gente..."
"Eu, como soldado e cidadão desta grande nação, ao defendê-la, optaria mil vezes, sem hesitar, dormir nos braços frios da morte, que trocar carícias e beijos quentes com a covardia..."
"As minhas palavras me parecem vazias.
Suas atitudes, como sempre, evasivas.
Tento com todo esforço, aproximar-me, mas você se esquiva.
O que me tortura são as lembranças e as palavras não ditas.
Palavras que, por mais que eu tente, não podem ser escritas.
Sua frieza é minha cripta.
Onde jazem as lembranças da nossa despedida.
Talvez uma palavra a mais, poderia tê-la feito minha.
O meu pecado foi, ter feito do teu beijo, minha religião, menina.
O meu erro foi, ter feito do seu abraço, o meu abrigo naquela noite fria.
Amar-te daquele dia até o último dos meus dias, será a minha sina.
Espero que volte, algum dia, pra minha vida.
E transforme toda a tristeza em alegria.
E faça que eu não mais apenas sobreviva, mas viva..."
"Chovia, chovia, chovia, como nunca antes chovera, chovia.
O céu, com sua face escura, fitava-me os olhos e rugia.
Os raios que rasgavam o céu, era como sua ida, que rasgara a minha alegria.
Cada relâmpago que eu vejo, me traz um lampejo do meu eu, embebido no seu beijo, ébrio de suas carícias.
Chovia, e aquela chuva me causava arrepios, e como a sua, deixava-me a pele fria.
Nem um raio de luz, o Sol, inspirado em ti, do meu eu se escondia.
A mim, não sorria.
As lágrimas do céu, por minha face, escorriam.
Ou eram as águas minhas?
De fato, eu não sabia.
Mas chovia.
E aquela enxurrada, que tudo arrastava, não levou você da minha vida.
Enquanto o céu, as nuvens, quiçá o próprio Deus, choravam a sua ida.
Eu, em um todo de prantos, de ti se despedia.
Um clarão no céu se abrira.
O Sol, ao meu eu, sorria.
Mas quem me lera, quem me ouvira, sabia.
Que em meu âmago, chovia, chovia, chovia, como nunca antes chovera, chovia..."
"Ô moça, 'cê tá até bem, quem não tá bem sou eu.
Como ficar bem, se na madrugada, desperto do pesadelo de você e eu?
Ecoa pelo meu corpo e abala minh'alma, os sonhos que me prometeu.
Ô moça, 'cê tá até bem, quem não tá bem sou eu.
Meu parvo coração, ainda sonha com o seu abraço, meu apogeu.
Ainda tenta se curar das mentiras que o entristeceu.
Ô moça, 'cê mente até bem, verdadeiro foi eu.
Quem te olhou nos olhos de lágrimas, cuja minha mente entorpeceu.
Eu, um ávido amante da razão, a loucura da sua ausência, minhas palavras enlouqueceu.
A sua doença é a ausência da verdade e o meu problema é a ausência de um beijo seu.
Ô moça, sua doença até tem cura, o que não tem solução é o meu..."
"E eu me pego em devaneio, apaixonado.
Imaginando como seria acordar ao seu lado.
Ter meu sonho realizado.
Beijar-lhe a tez morena, que a muito, tem me encantado.
Para vislumbrar-lhe, eu atravessaria o oceano à nado.
Mergulhei na imensidão do teu olhar e nessa escuridão estou afogado.
É impressionante, como em nós, tenho pensado.
Sonhos de felicidade, tenho fantasiado.
Quisera eu, poder realizá-los.
Fazer dos teus beijos, meu doce pecado.
Mas por não merecer-lhe, tudo isso são devaneios, de um louco apaixonado..."
"Já não existimos, como namorados.
O nosso 12 de Junho, que era inundado de alegria, pelas lágrimas de tristeza, fora levado.
É triste, saber que o doce da minha existência, deixara-me apenas, da solidão, o amargo.
Me deixou apenas as lembranças, do doce do beijo, do aveludar da pele e do negror do cabelo, sobre mim, espalhado.
De peito acelerado.
Coração despedaçado .
Olhos marejados.
Só mais um solitário.
Revoltado.
Com a felicidade alheia, extremamente incomodado.
Torcendo, para que todo casal, dê errado.
Talvez, perder-lhe, tenha sido castigo, dos meus incontáveis pecados.
Exagero divino, punição demasiada, pra quem amou e não foi amado.
12 de Junho, é quando sou mais torturado.
Porque, pro desalento de minh'alma, já não existimos, como namorados..."
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