Veio e Passou como um Cometa
A revelação de nossa força é como aquela minúscula formiga que se vê perdida quando a pata gigantesca de um elefante se abate sobre ela, e se descobre protegida por diminutos e imperceptíveis grãos de areia que evitaram fosse esmagada. Conclui então que, na vastidão de um universo em que tudo é possível, o que menos importa é saber-lhe a forma e o tamanho, mas apenas que ele está lá!
O knockout de Sartre sobre Goethe – Ep. 1
Não há como ficar alheio à irracionalidade destes dias que parecem nos aproximar cada vez mais de um estágio de distopia, e cuja linha divisória não se sabe quando será cruzada. A única certeza é de que o mundo continuará seguindo sua trajetória independente de nossos bandeiras, achismos e modismos, mesmo que Sartre já o tivesse previsto há mais de 80 anos.
“Os homens. É preciso amar os homens. Os homens são admiráveis. Sinto vontade de vomitar – e de repente aqui está ela: a Náusea”, disse ele à época, e o que se seguiu depois foi a sucessão de erros que nos trouxe até este agora e que Sartre, se pudesse vê-lo, certamente o perceberia como um melancólico “déjà vu”.
Sim, até porque a vida não é um diagrama de causa e efeito, e se não temos sequer ideia de como seremos projetados nesse futuro, o que dizer de perder tempo com o “quando”? O papel que nos compete é fazer as melhores escolhas enquanto a liberdade individual se apresentar como opção, de modo a persistir na busca por significado em um mundo aparentemente insano optando deliberadamente pelo caos. Far-se-á necessário, sem dúvida, nos mantermos apegados, com unhas e dentes, à visão existencialista da liberdade humana, malgrado a indiferença do universo em relação aos nossos dramas.
A lucidez – e apenas ela – se apresentará como aliada confiável numa realidade em que ideologias, dogmas e verdades absolutas não te serão de qualquer valia, já que em tal cenário todas as tuas “crenças inquestionáveis” serão postas à prova, e terás no teu pensamento crítico e em tua busca pela verdade – aquela que não depende de mim nem de ti – o único lenitivo para seguir acreditando. Arrisco perguntar: tuas crenças ainda te servem de refúgio, ou insistes em usá-las como antídoto para teu desespero, mesmo que não acredites mais nelas?
Neste momento, és tu e tua autonomia para sonhar o agora que te serve de âncora, de modo a não seres levado de roldão para um futuro incerto, e do qual não terás garantia alguma de que sobreviverás a ele. Assume, pois, a tua parte da responsabilidade pelo que percebes, pelo que não te podes furtar da forma como o fizeste até aqui.
Vivemos um momento em que a realidade se impõe sobre o romantismo. A frieza existencial de Kierkegaard e Camus retomando o palco no qual Goethe brilhou sob os holofotes do Iluminismo, e que também acolheu Voltaire e Rousseau.
Sartre já alertava que só é livre quem pode ser responsabilizado pelas próprias ações mas, como também anunciava, esse homem circunstancial inegavelmente depende da direção dos ventos, e este pode, de quando em quando, produzir o contradicto que o eximirá da tal responsabilidade. Assim, em nome da liberdade sistêmica - dita irrenunciável – podemos destruí-la de um único golpe para garantir a pessoal. Inaceitável contradição, diriam os Iluministas, sem se estribar nas mordazes narrativas de Sartre que já alertavam para tais despropósitos do nosso cotidiano proselitista e, tanto quanto diria Nietzsche, humano, demasiado humano!
“Novos tempos”, dirão os arautos de um tempo instável o bastante para chamar de novo o que há de mais velho no mundo, que é a luta pelo protagonismo da ópera bufa que todos deverão aplaudir, incluive os que apostavam numa valsa de Strauss.
Resumo
O texto discute o pessimismo existencialista de Sartre em relação ao futuro da humanidade, contrastando-o com o otimismo iluminista de Goethe. O autor argumenta que a frieza existencialista de Sartre, representada pela ideia de que a liberdade individual é responsável pela criação do caos, se assemelha à visão de Kierkegaard e Camus, enquanto Goethe encarnava o ideal iluminista de progresso e razão. A peça argumenta que, apesar da aparente irracionalidade do mundo, a liberdade individual permanece como um refúgio contra o desespero, e a responsabilidade pela ação individual deve ser assumida mesmo em meio à incerteza do futuro.
Trata-se de um ensaio que critica a sociedade contemporânea, utilizando a filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre para analisar a perda de significado em um mundo cada vez mais caótico. O autor argumenta que, apesar das aparências, a liberdade individual continua a ser um valor fundamental em um contexto onde verdades absolutas e ideologias se esfacelam. Ele compara a situação atual ao período pós-Iluminismo, onde a frieza existencialista de Kierkegaard e Camus se sobrepõe ao otimismo de Goethe. O autor sugere que a liberdade individual, apesar de ser a chave para a ação, pode ser comprometida pela dependência às forças externas, o que resultaria em uma contradição insustentável. Ele termina o texto com uma crítica ao proselitismo e ao romantismo, defendendo a necessidade de uma postura crítica e consciente para lidar com a realidade complexa e instável em que vivemos.
Tu é uma mulher encantadora, tanto pela formosura do corpo como pela bondade do teu coração. Te amar é a minha própria felicidade, pois nunca tive a intenção de te iludir.
____Te amo, meu amor___
Chegará o dia em que teu filho vai querer sair em busca de uma parceira; assim como também chegará o dia em que tua filha vai querer sair em busca de um parceiro. Os filhos crescem e vão embora, e quem permanecerá ao teu lado, minha amiga?
❤🌹
_____Sim, te amo____
Os meus sentidos são acariciados pela forma como tu usa o teu charme diante de mim. Te amo hoje e sempre...
❤🌹
_______Minha Linda Mulher_
Sim.
Não me interesso
pela forma como mataram
Jesus Cristo, e você? Pessoas
humildes nunca desejam
o mal a ninguém.
____Sim_
❤🌹
Tua beleza é
tão natural como a
presença de Deus
na tua vida.
______Meu amor,
minha linda__
❤
(Te amo e pra sempre vou te amar)
Ela é
reconhecida
como merece
porque soube
escolher o
Homem certo
para ela.
❤
(Espiritualizados
pelo amor divino)
Sim___
Ela é vista como
a mais feliz das mulheres
porque é digna de ser
amada pelo Homem que
ela ama.
____Sim_
(A Mulher ideal para mim
é aquela que tem o sorriso
bonito)
❤🌹
Teu charme faz eu me sentir vivo, tenho prazer em nutrir o amor que sinto por você, como é bom ter você na minha rotina...
___________Minha Morena__
❤🌹
(Te amo)
Minha Mulher é
a minha vestimenta
igualmente como eu sou
a vestimenta dela.
Ela olhou nos meus olhos
e disse: "Eles nunca
vão saber onde nós
dois pisamos."
_______Eu acredito em você, minha Morena___
❤🌹
(Te Amo)
A suavidade da tua voz chega a ser mais bonita do que o silêncio. Adoro a maneira harmoniosa como expressa teus pensamentos...
_________Você tá linda__
Sim
❤️🌹
Às vezes vejo o amor quase como uma deficiência intelectual:
Algumas pessoas se tornam impacientes, perigosas, perdem o senso de perspectivas e humor. Ficam nervosas, tornam-se chatas, psicóticas. Podem virar assassinas!
Pela manhã, seu cheiro me lembrava cappuccino e livro novo.
Ela era como a primeira luz do amanhecer, suave e reconfortante.
Quando falhei, senti como se uma força superior me obrigasse a me isolar para refletir sobre meus erros. Era a punição mais severa que poderia enfrentar.
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