Veio e Passou como um Cometa
“Seja lá como for, fico imaginando uma porção de garotinhos brincando de alguma coisa num batia campo de centeio e tudo. Milhares de garotinhos, e ninguém por perto _quer dizer, ninguém grande_, a não ser eu. E eu fico na beirada de um precipício maluco. Sabe o quê eu tenho de fazer? Tenho que agarrar todo mundo que vai cair no abismo. Quer dizer, se um deles começar a correr sem olhar aonde está indo, eu tenho que aparecer de algum canto e agarrar o garoto.”
Se os nosso sonhos não se realizarem, não devemos ter isso como motivo para acabar com os sonhos dos outros.
"Nada de tristeza. A vida continua. Mesmo que ela, não esteja como imaginou, mesmo que nada dê certo pra você. Deus é maior que tudo isso, tenha fé. Hoje o mundo pode te dar mil, motivos pra chorar, mas amanhã pode dar , um milhão pra você brilhar e sorrir."
Amo e não sou amada.
Não reclamo consigo entender,
Sou persistente e apaixonada.
Ah! como eu amo voce!
O tempo vai passando,
meu amor aumentamdo
muito mais.
Não me peça pra deixar de te amar,
não sou capaz.
um dia voce vai entender,
o motivo por eu ser assim.
voce pra mim continua ser
o bebe lindo que nasceu de mim.
...Às vezes recebemos grandes lições de quem nem imaginamos. As prostitutas ficam como sempre, esperando por algo melhor para suas vidas. Quem sabe um dia serem reconhecidas como gente.
" Quando as coisas não são exatamente como queremos, é porque, nós também não somos, quem deveríamos ser"
Amores aprisionados
como troféus na estante
são números...
dados.
Amor é pra ser con-vivido
repartido, doado
O real como experiência precária e fragmento envolve perspectiva, deformação e repetição. Não se o alcança à baciada nem por atacado. Talvez ele precise mesmo de uma propedêutica reduzida, ao modo de uma solidão preliminar. Além de tudo, há outro problema que é o de dizer. O real não se diz, ele simplesmente acontece, eventualmente se escreve.
Vez em quando precisamos nos esvaziar do lixo que há em nós, assim como fazemos como a nossa caixa de emails.
COMO NEGAR
Como negar o poema
Se só uma página rabisquei hoje
E na folha que o escrevi
Eu deixei marcado com a caneta
Que o escrevi, com preguiça
Como teria não sido eu
Se os versos impressos
Não fluem na, como na alegria de outros?
Basta que se ponha bem perto
A lupa do maior tamanho
E verão minhas impressões digitais.
Como dizer que foi outro quem o fez?
Se a vida que se relata é a minha.
Se o amor que foi embora
Era o meu.
Se a tristeza que se aproxima
É toda minha.
Se a individualidades são da minha pessoa
Se os lamentos são do meu costume?
Se ele saiu assimétrico, sem rimas
Como só eu faço
Se o alívio de terminá-lo
Está impresso no meu rosto.
Prá que confirmar o que não gosto.
PRESO
Como eu poderia ter-e em minha boca
Para o beijo e para o verbo,
Se o sabor de tudo isso sentido
Continua a ser detrás,
Daquele tempo que não se parte.
E para atender estes teus olhos
Cor da clara noite, lanternas acesas.
Como posso? Dos meus olhos
Deixados lá, nas encostas de orvalho
No vidro límpido que debaixo dele
Viajam peixinhos graçapés.
A minha boca ficou no desejo
Das frutas doces de eterno gosto.
Salvo meu beijo, que não o dei,
Na menininha irrequieta e tímida
Na forma de nuita ansiedade,
Por minha vontade que não se expressava.
E até o beijo da minha boca
Ficou solidificado, nos lastros das árvores.
Nas mãos dos meus pais, dos meus avós
E de meus padrinhos, na santa devoção
De estar beijando também outro pai.
De onde tirarei de mim para te entregar
Por este amor sentindo em mim
E que há em mim somado
Ao que deixei do que eu era todo
Retidos de ternuras
Que foram desta maneiras
Tocados pelos meus olhos,
Entretidos nos corpos de seda
Das afeições, caminhos, não resolvidas
Mas que em mim, detidos
Repassam a mim as fragrâncias e o desejo
Que preteri, em vez de fazê-lo.
Pegar minha baladeira e sair
Depois de uma chuva de inverno.
Vivo de sombras, perdido na imensidão do vazio.
Como existir para o mundo, se o mundo deixa de existir.
Tenho medo dos sonhos, que tiram a paz e sufocam a realidade. Na esperança que rouba pouco a pouco a alegria de viver.
A futilidade dos sonhos, tendo em vistas grossas a necessidade alheia.
Recomeçar é uma sensação muito boa, é como se fosse uma obrigação deixar tudo para traz e viver só o que é novo.
Eu sei das coisas, conheço bem a vida como ela é, sei o que é certo e errado mas nem sempre tenho discernimento para por todo meu conhecimento em prática.
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