Veio e Passou como um Cometa

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Não dá pra cobrar acolhimento da igreja quando a gente nunca se permitiu viver e caminhar como igreja também.

E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?


Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar


ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.

"Apreciar é como folhear as páginas da própria existência — cada instante lido com calma revela que a beleza não está no final da história, mas nas entrelinhas do agora."

Luzíria Amarante

Contando as horas para o efeito atingir, meus erros não sei como posso corrigir ... Meus cortes estressam as minhas plaquetas , talvez seja como efeito borboleta ... As drogas não estão batendo na hora ... Talvez algum dia ... Como efeito creatina... Estou cansado magoado chateado e tudo isso ... Então deito em minha cama por efeitos benzodiazepínicos.

02/05/2026

Como é bom ter ciência de tudo que você é e da potência do que pode ser.
Do oceano enorme de possibilidades que existe dentro de você.

Do quão grandiosa e infinita é a maré de descobertas que emerge quando você se permite aceitar todas as partes do todo.

Quem imaginaria que algo assim poderia acontecer…

Quando achamos que temos todas as respostas do mundo, percebemos que a vida não tem a ver com controle.

Tem a ver com viver e a forma que você vive.

O controle não está em suas mãos e, quanto mais cedo percebemos isso, ajustamos o que é possível, tangível e verdadeiro.

Percebemos o magnífico que sempre esteve diante dos nossos olhos, tão perto… E, às vezes, por ignorância ou por se permitir viver no automático, perdemos o essencial.

Nunca é tarde para um recomeço, para perceber o que antes não se via.

Ana Caroline Marinato

Minha atitude será sempre o reflexo de como você me trata. 😌

"Quantas pessoas no mundo vivem como se aqui na terra fosse a nossa única morada, e, para sempre, se esquecendo de que aqui é somente uma ponte ou passagem para a vida eterna." Pensemos melhor nisso!

Queremos liberdade de ação como manda a nossa constituição!

Como é bom ser rico! Rico das graças e bênçãos de Deus que nos faz ser mais humanos, gentis e caridosos com o nosso próximo!!!

Menina dos olhos azuis lindos como o mar, teus lábios carnudos e sedentos ainda hei de beijar! Beijos

E agora José, o carnaval acabou, o dinheiro foi-se embora, a ressaca tá brava e as contas como pagá-las?...

O amor é como uma plantinha que tem que ser regada diariamente para crescer e florescer sempre! Abraços fraternos.

Prece de Amor (Luiz Maria Borges dos Reis)

Meu Deus como sois bom Senhor
Eu vos adoro, eu vos agradeço e vos bendigo
Pelo dom da vida
Por tudo que eu sou e tenho
Muito obrigado Senhor.

Socorrei-me neste momento de angústia e de dor
Livrai-me de todos os males
Valei-me Senhor.
Não me deixes perecer
Fortalecei-me e levantai-me
Mostrando-me o verdadeiro caminho a seguir
Pois sem vós nada posso e nada sou.

Vinde em meu socorro Senhor!
Vinde em meu socorro Senhor!

A retórica contemporânea insiste em sustentar a existência de valores como empatia, colaboração e desenvolvimento humano no ambiente produtivo.


Entretanto, tal proposição não resiste a uma análise minimamente rigorosa.


Se esses princípios fossem operacionais — e não meramente discursivos —, seria esperado observar um comportamento sistêmico orientado à formação de indivíduos. Ou seja: investimento deliberado na construção de competências.


O que se verifica, contudo, é o oposto.


O sistema demanda experiência prévia como condição de entrada, ao mesmo tempo em que se exime da responsabilidade de produzi-la.


A expressão recorrente — “contrata-se com experiência” — não é apenas um critério seletivo. É, na prática, a formalização de uma contradição estrutural.


Do ponto de vista lógico, o problema pode ser descrito de forma simples:


* Experiência é um produto de prática
* Prática exige oportunidade
* Oportunidade é negada na ausência de experiência


Tem-se, portanto, um ciclo fechado e autoexcludente.


Não se trata de falha acidental, mas de uma consequência previsível de um modelo orientado por eficiência imediata. Treinar implica custo: tempo, recurso e risco. Selecionar alguém “pronto” representa, no curto prazo, uma solução mais conveniente.


Essa escolha, entretanto, ignora uma variável essencial: sustentabilidade do próprio sistema.


Ao abdicar da formação, o sistema passa a depender exclusivamente de um estoque de profissionais já qualificados — estoque este que não é renovado na mesma proporção em que é consumido.


O argumento frequentemente utilizado — o de que “não compensa treinar, pois o indivíduo pode sair” — revela uma tentativa de racionalização de um problema distinto. A evasão de talentos não invalida o investimento em formação; indica, antes, falhas nos mecanismos de retenção.


Logo, a decisão de não ensinar não elimina o risco — apenas desloca o problema para o futuro.


O resultado é um ciclo previsível:


1. Exige-se experiência
2. Reduz-se a formação
3. Diminui-se a entrada de novos qualificados
4. Aumenta-se a escassez
5. Intensifica-se a exigência inicial


Esse sistema, ao longo do tempo, converge para a própria limitação.




Síntese


Não há escassez intrínseca de capacidade humana.


Há, sim, restrição deliberada de acesso aos meios que permitem desenvolvê-la.


Um sistema que condiciona a entrada àquilo que ele mesmo se recusa a fornecer não é apenas incoerente — é estruturalmente insustentável.

A advocacia, como função essencial à Justiça, reflete em dimensão humana a missão de Cristo: assegurar voz a quem já foi socialmente condenado, garantir defesa mesmo diante da culpa e afirmar que a dignidade da pessoa humana subsiste até no juízo, onde a intercessão se torna instrumento de justiça e possibilidade de redenção.

Quero guardar o meus ontens... como se fossem fotos...
Fotos que guardamos num álbum e quando abrimos relembramos cada parte feliz que vivemos...
Agora os momentos tristes, vou considerar fotos que ao se revelar não ficaram boas, então eu as jogarei no lixo.

Por mais forte que seja a nossa mente, sólida como a rocha e firme como o mar, o verdadeiro amor tem o poder de nos desarmar e nos tocar em todos os sentidos.

O tempo
como sempre:
É senhor de si
dita regras
e tem
toda razão. ⁠

A democracia adoece quando se passa a chamar de verdade aquilo que não se aceita discutir como ideia.

⁠⁠Minha querida irmã,
Luciene Guedes
Todos os dias penso em como tenho sorte de ser sua irmã!
Você é uma mulher inigualável!!!
Se existir de fato outra vida quero voltar e ser novamente sua irmã,
você é leal, fiel e verdadeira.
Tua sensibilidade me faz acreditar, em dias melhores, te amo!
Sua irmã:
Márcia Guedes